Saúde

Casos de dengue caem 74% no Espírito Santo

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Por | 25.07.2014

O número de casos de dengue sofreu queda de 74% na comparação semestral: são 73.279 notificações de janeiro a junho de 2013 contra 18.776 no igual período deste ano. Os dados, obtidos das primeiras 27 semanas epidemiológicas, reforçam a tendência cíclica da doença no Espírito Santo e a importância das ações de prevenção neste momento.

Desde que passou a ser registrado por aqui na década de 90, o número de casos apresentou variações. “Quando é maior em um ano, no outro diminui, geralmente. Em 2013 atingimos o recorde de 81.892 notificações, portanto, esperávamos que elas fossem menores em 2014”, afirma a coordenadora da Vigilância em Saúde do Estado, Gilsa Rodrigues.

Mas isso não quer dizer que devemos relaxar no combate ao mosquito. “O fato de termos um menor número agora nos permite atentar para a prevenção antes da chegada do verão, que reúne calor, umidade e chuva, condições propícias para o aparecimento da dengue”, destaca Gilsa.

Ela continua. “Apesar do menor número de casos neste ano, observamos uma gravidade importante. São internações de pacientes graves e com ocorrência de óbitos. Isto reforça que mesmo surtos ou epidemias menores causam grande impacto, o que demanda de todos ações de prevenção de forma ininterrupta durante todo o ano”, explica.

A orientação é escolher um dia da semana fixo para fazer vistoria em casa ou no apartamento atrás de objetos que armazenam água, impedindo o ciclo de reprodução do mosquito. “O Aedes aegypti leva cerca de nove dias para se desenvolver do ovo à fase adulta. Não podemos ficar de braços cruzados, 10 minutos é o tempo que precisamos para fazer essa vistoria”, completa.

Mais dicas

– Limpar o quintal, jogando fora o que não é utilizado;

– Tirar água dos vasos de plantas;

– Colocar garrafas vazias de cabeça para baixo;

– Tampar tonéis, depósitos de água, caixas d’água e qualquer tipo de recipiente que possa reservar água;

– Manter os quintais bem varridos, eliminando recipientes que possam acumular água, como tampinha de garrafa, folhas, sacolas plásticas, etc.;

– Escovar bem as bordas dos recipientes (vasilha de água e comida de animais, vasos de plantas, tonéis, caixas d’água) e mantê-los sempre limpos.

 

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Saúde

Rio de Janeiro registra caso de raiva animal depois de 26 anos

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O Laboratório Municipal de Saúde Pública (Lasp) do Rio de Janeiro diagnosticou um caso de raiva animal esta semana. O Rio não registra casos de raiva em cães e gatos desde 1995. O caso foi encaminhado por um veterinário de Duque de Caxias, que prestou atendimento a um cão que morreu no dia 6 de maio.

Segundo o Instituto Municipal de Vigilância Sanitária, Controle de Zoonoses e Agropecuária (Ivisa-Rio), a Secretaria de Estado de Saúde e o Sistema de Informação de Agravo de Notificação (Sinan) foram informados e a amostra retirada do animal foi encaminhada ao Instituto Pasteur para determinação da variante viral.

De acordo com o Ivisa-Rio, o animal teve contato direto com um morcego no dia 26 de março e não houve agressão à tutora do cachorro ou aos profissionais de saúde que o atenderam.

O instituto informou que será feita vacinação antirrábica nos dias 15 e 22 maio nos bairros vizinhos ao município de Duque de Caxias. Neste sábado (15), serão imunizados os animais de Parada de Lucas, Vigário Geral e Jardim América, na zona norte do Rio de Janeiro.

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Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Saúde

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