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Casal diz que passou a descansar mais após dormir com os filhos

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Família passou a dormir junta após oito anos sem sono contínuo
Reprodução/ Anita Maric/SWNS

Família passou a dormir junta após oito anos sem sono contínuo

Fazer cama compartilhada com os filhos é alvo de polêmicas e discussões. Contudo, o casal britânico Charlotte e Paul optaram por compartilhar a cama ao perceber que a filha mais velha, Izzie, de oito anos, que sofria com um sono turbulento, dormia melhor na companhia da família. Ao Daily Mail, os casal afirma que não se importa com as críticas e que esta decisão fez com que todos dormissem melhor.

“Eu gostaria de ter escutado o que minha filha precisava em primeiro lugar, em vez de tentar me encaixar na sociedade e nas expectativas que automaticamente colocamos em nós mesmos. Se me aprendi algo sendo mãe é de fazer o que não funciona para você. Não há maneira errada se você obtiver a resposta que deseja. Seja como for, você conseguiu”, diz Charlotte. 

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De acordo com o jornal, os problemas com sono turbulento acompanham a filha mais velha do casal desde o seu nascimento, devido à menina ter nascido com duas semanas de atraso e com um peso baixo. Os pais contam que Izzie precisava ser alimentada a cada três horas nos primeiros meses de vida, o que a impediu de ter um sono contínuo. 

“Desde o início, nós perturbamos o seu sono. Este foi o erro número um. Izzie agora é uma criança de oito anos saudável e feliz, mas nunca dormiu a noite toda. Nos diziam constantemente que quando ela comesse alimentos sólidos ela dormiria, uma vez que ela estaria engatinhando e se movendo, ou que dormiria no berçário, uma vez que ela está na escola em tempo integral. Mas o sono nunca veio”, lamenta a mãe.

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Charlotte relembra que tentaram diferentes métodos para tentar fazer a filha dormir, levando a menina até mesmo em especialistas, mas nada parecia surtir um efeito realmente eficaz e que a filha expressava cada vez mais o seu desconforto com a ideia de dormir sozinha. 

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“Levamos anos de métodos diferentes para tentar fazê-la dormir. Levaria em média duas a três horas em uma noite para ela conseguir adormecer, apenas para então acordar continuamente durante a noite, geralmente cerca de uma vez por hora. À medida que crescia, ela podia expressar por que não queria ficar sozinha ou por que estava com medo, então tentamos todas as maneiras diferentes de organizar seu quarto para eliminar um medo de cada vez”,  continua Charlotte. 

Com o nascimento do filho mais novo, Harvey, em 2018, os pais descobriram que Izzie ia até o quarto do irmão para dormir ao seu lado, segurando a sua mão. Percebendo isso, Charlotte e Paul decidiram deixar os dois irmãos dormitem juntos. Essa decisão se mostrou em parte muito eficaz, pois a menina dormia imediatamente, mas ela ainda se sentia insegura sem um adulto perto dela. 

“Ele adormecia imediatamente e então tudo ficava mais difícil novamente, pois ela estava ‘sozinha’ quando ele dormia. Seu maior problema foi que ela não queria ficar em seu próprio quarto sozinha, ela queria um adulto com ela. Sempre que eu ou o pai dela dormimos no chão ao lado dela, ela dormia profundamente a noite toda. Até recorremos a colocar um colchão no quarto dela e nos revezamos para dormir nele”, conta a mulher. 

Descoberta 

Charlotte defende que prefere que os filhos se sintam seguros, sem se importar com o que os outros dizem.
Reprodução/ Anita Maric/SWNS

Charlotte defende que prefere que os filhos se sintam seguros, sem se importar com o que os outros dizem.

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Em 2020 durante uma viagem, a família precisou dividir um único quarto durante a estada. Vendo que toda a família iria dormir junta, Izzie se mostrou emocionada e animada com essa realidade e dormiu a noite toda sem interrupções. 

“Ela estava confiante e animada e gostou de arrumar sua cama com suas coisas, colocando o pijama debaixo do travesseiro e colocando o seu coelho debaixo do cobertor. Foi como ver outra criança ganhar vida. Ela estava tão feliz e dormiu a noite toda, todas as noites”, conta Charlotte. 

Chegando em casa o casal decidiu colocar a experiência do hotel em prática, unindo duas camas de casal no mesmo quarto, para que todos pudessem dormir juntos. Novamente a experiência foi positiva e sua filha dormiu a noite inteira sem problemas. 

“A hora de dormir não é mais uma batalha, mas uma alegria. Ambos estão seguros e protegidos e, depois de oito anos, podemos finalmente fechar os olhos à noite e dizer ‘Vejo você de manhã’ em vez de ‘Vejo você em uma hora’. Desde que fez essa mudança, Izzie descobriu que outras coisas que costumavam ser uma luta para ela eram muito menos desafiadoras, pois ela tinha o conforto e a segurança de que precisava para dormir bem e, portanto, tinha mais energia no dia seguinte. Melhorou todos os aspectos de seu bem-estar”, afirma Charlotte. 

Embora a vida da família tenha melhorado e os problemas com sono tenham sido completamente resolvidos, a decisão do casal não foi bem vista por todas as pessoas em volta deles. No entanto, Charlotte relata ter sofrido críticas vinda de outros familiares que desaprovavam a ideia da cama compartilhada. 

“Eles fizeram um comentário estranho e deixaram claro que têm opiniões alternativas para nós, mas o que funciona para uma criança nem sempre funciona para outra, então talvez eles não tenham tido a mesma experiência que nós. Sei que alguns ficam felizes em deixar os recém-nascidos chorarem e deixá-los angustiados. Na minha opinião, o que isso faz é ensinar à criança que ninguém está vindo”, defenda a mulher. 

Fonte: IG Mulher

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Startup lança campanha para informar e combater violência obstétrica

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Apoiadores de campanha podem baixar cartazes com frases informativas sobre violência obstétrica
Gestar/Divulgação

Apoiadores de campanha podem baixar cartazes com frases informativas sobre violência obstétrica

Durante o Dia da Gestante, comemorado nesta segunda-feira (15), a startup Gestar, que conecta profissionais materno-infantis a famílias, lança uma campanha para intensificar o combate à violência obstétrica . Chamada #NaLutaPorGestar, a ação busca informar sobre esse tipo de violência e conscientizar pessoas para que saibam identificar.

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No Brasil, 1 em cada 4 mulheres sofreram algum tipo de violência obstétrica. Cerca de 30% delas foram atendidas em hospitais privados e 45% pelo Sistema Único de Saúde (SUS), de acordo com dados da plataforma. No entanto, os dados podem ser ainda maiores, já que muitas pessoas com capacidade de gestar podem não conseguir reconhecer a violência no momento que ela ocorre.

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A campanha #NaLutaPorGestar visa a divulgação de informações para auxiliar na redução das incidências de violência obstétrica e na divulgação do assunto. Além de um vídeo informativo, quem aderir à ação pode baixar cartazes digitais e ter acesso a escritos de profissionais parceiras da Gestar.

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Para mais informações e para participar da campanha, acesse o site gestar.com.br/violenciaobstetrica .

Fonte: IG Mulher

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