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Candidato a prefeito no Maranhão é acusado de matar o pai, ex-prefeito da cidade

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Júnior do Nenzim
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Júnior do Nenzim ao lado do pai na campanha eleitoral de 2016

O empresário Manoel Mariano de Sousa Filho (PSC), conhecido como ” Júnior do Nenzim “, é candidato a prefeito no Maranhão e acusado de matar o pai, ex-prefeito. O apelido de Júnior é em homenagem ao pai, Manoel Mariano de Souza , o “Nenzim”, morto em 6 de dezembro de 2017, com um tiro na lateral do pescoço.

A polícia chegou a conclusão que Manoel Mariano , de 78 anos, foi morto com um disparo dado à queima-roupa, a uma distância entre 5 cm e 30 cm. Na manhã do dia em que Manoel morreu, Júnior foi até a casa do pai pegá-lo para conversar com um advogado da família, Luís Augusto Bonfim Neto.

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A caminhonete de Júnior fez uma parada numa rua deserta, no loteamento Morada do Rio Corda. A versão de Júnior diverge das conclusões da investigação. Em juízo, o candidato à prefeito alegou que fez o pai pediu para estacionar o carro porque ele precisava urinar.

Júnior disse em depoimento que viu “um pouquinho de sangue” saindo do ouvido do pai, que teria vomitado. Ao chegar na casa do advogado Luis, Júnior passou o volante para ele e seguiram para um posto de gasolina, onde uma quarta pessoa, motorista da família, conduziu a caminhonete.

Em seguida, foram para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Além de Manoel, Júnior também precisou ser atendido porque teria passado mal.

O ex-prefeito morreu ao ser transferido para o hospital de uma outra cidade. Júnior negou ter envolvimento no crime, mas a polícia diz que a caminhonete foi lavada após o tiro. 

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5 candidatos a prefeito em SP concentram 89% das arrecadações das campanhas

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Montagem com Bruno Covas, Jilmar Tatto, Guilherme Boulos, Joice Hasselmann e Celso Russomanno um ao lado do outro
Arte iG

Candidatos que mais arrecadaram em São Paulo têm R$ 12,5 milhões para gastar em suas campanhas

Dos 14 candidatos à Prefeitura de São Paulo nas eleições municipais de 2020, cinco deles concentram 89,5% do total de arrecadações de todas as campanhas para assumir o cargo de líder do Executivo na capital paulista. Somando o valor arrecadado por todos os pleiteantes, o montante chega R$ 18,3 milhões. Desse total, 16,3 milhões estão concentrados entre os cinco que mais arrecadaram.

O levantamento foi feito com base nas informações declaradas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pelos próprios candidatos até esta segunda-feira (19), portanto esse valor ainda pode mudar até que a prestação de contas consolidadas seja enviada à Justiça Eleitoral após o fim das eleições.

Os montantes arrecadados correspondem ao dinheiro repassado aos candidatos pelos diretórios de seus respectivos partidos e às doações diretas feitas por pessoas físicas. Desde o pleito de 2016, empresas não podem mais fazer doações a campanhas.

O candidato Bruno Covas (PSDB), que é o atual prefeito e disputa a reeleição, é o que mais tem dinheiro para usar em sua campanha. O valor arrecadado pelo tucano até agora foi de R$ 7,5 milhões. No caso dele, a maior parte veio dos repasses feitos pelo PSDB (R$ 5 milhões) e pelo Podemos (R$ 2 milhões), que faz parte da coligação da chapa.

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Covas ainda recebeu doação de José Roberto Lamacchia, que é dono da Crefisa e contribuiu com R$ 200 mil. Também contribuíram com a campanha os empresários José Ricardo Rezek e David Joseph Safra, filho banqueiro Joseph Safra. Ambos doaram R$ 100 mil e R$ 75 mil, respectivamente, à campanha do candidato do PSDB.

Em segundo lugar na lista de campanhas aparece Jilmar Tatto (PT), com uma quantia declarada de R$ 4,4 milhões. O petista, porém, conta só com uma fonte de arrecadação, que foi o repasse feito pelo PT. Tatto é seguido por Joice Hasselmann (PSL), que também só tem R$ 2 milhões doados pelo diretório nacional do PSL.

Em quarto lugar aparece  Guilherme Boulos (PSOL). O líder do Movimento do Trabalhadores Sem-Teto (MTST) tem R$ 1,2 milhão à seu dispor para usar na campanha. A maior parte desse dinheiro – R$ 953 mil (74,2%) – foi repassado pelo PSOL.

Atrás dele vem Andrea Matarazzo (PSD), que teve repasse de R$ 1,05 milhão do PSD e mais duas doações de pessoas físicas nos valores de R$ 25 mil e R$ 10 mil. A soma dos valores dá R$ 1,08 milhão.

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A lista segue com os candidatos Marina Helou  (Rede), que arrecadou R$ 575 mil,  Celso Russomanno  (Republicanos), com R$ 500 mil, Orlando Silva  (PCdoB), com R$ 423 mil, Arthur do Val  (Patriota), com R$ 326 mil,  Vera Lúcia  (PSTU), com 52 mil, e Filipe Sabará (Novo), com R$ 16 mil. Márcio França (PSB), Antônio Carlos Silva (PCO) e Levy Fidelix (PRTB) não declararam nenhuma arrecadação.

Líderes do crowdfunding

Embora tenham menos recursos, se forem desconsiderados os repasses feitos pelos partidos, Guilherme Boulos e Arthur do Val são os candidatos que mais tiveram arrecadação, já que ambos fizeram campanhas de financiamento coletivo.

O candidato do PSOL fez uma campanha que rendeu a ele uma quantia de R$ 312,7 mil, o que corresponde a 24% do que ele tem para gastar nas eleições. Já Arthur, que abre mão de usar dinheiro público para sua divulgação, conseguiu arrecadar R$ 161,7 mil através dessa mesma fonte de renda.

Em quantidade de doações individuais diretas, no entanto, o candidato do Patriota fica na frente. O número de doadores a ele foi de 285. Entre eles está o empresário José Salim Mattar Júnior, que é fundador da Localiza e doou uma quantia de R$ 25 mil a Arthur. Boulos teve a doação direta de cinco pessoas.

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