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Caixa vai tirar dúvidas sobre prova do vida do INSS pelo 0800; veja como fazer

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Informações sobre Prova de Vida podem pedidas por telefone
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Informações sobre Prova de Vida podem pedidas por telefone

A Caixa Econômica Federal anunciou que irá tirar dúvidas de aposentados sobre a Prova de Vida do INSS pelo telefone . A medida visa facilitar e agilizar os atendimentos aos beneficiários da Previdência Social. 

As dúvidas podem ser tiradas pela Central de Atendimento da Caixa no telefone 0800 726 0207 na opção 7 . Além de tirar dúvidas sobre a prova de vida, o aposentado conseguirá informações sobre a situação do benefício e portabilidade. 

A prova de vida voltou a ser obrigatória no começo deste mês para aposentados e pensionistas do INSS . Caso não seja feita, o beneficiário poderá perder o valor da aposentadoria. 

Devido à pandemia, a Previdência liberou o agendamento da prova de vida pela internet ou aplicativo. Lá também é possível tirar dúvidas sobre os documentos que devem ser entregues. 

É possível agendar o serviço pelo telefone 135, solicitar pelo aplicativo Meu INSS ou no site gov.br/meuinss .

Como pedir pelo telefone

  • Telefone para o número 135 no horário de atendimento, das 7h às 22h, de segunda a sábado
  • Tenha em mãos o número do CPF da pessoa para quem quer pedir o atendimento
  • Ao ouvir as opções informadas pela gravação, digite 0 (zero) para falar com um atendente
  • Informe o serviço que deseja pedir, como prova de vida ou cadastro e renovação de procuração

Como pedir pelo aplicativo

  • Faça login no Meu INSS (caso não tenha senha, será preciso cadastrar uma)
  • Na barra de pesquisa que aparece abaixo do seu nome, escreva: prova de vida
  • Escolha a prova de vida mais adequada à situação da pessoa (dificuldade de locomoção ou maior de 80 anos)
  • Siga as orientações que aparecerão na tela

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Não faça como Yasmin Brunet: veja dicas para evitar “golpe do delivery”

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Rappi diz ter resolvido o problema com a usuária
Reprodução: iG Minas Gerais

Rappi diz ter resolvido o problema com a usuária

A modelo Yasmin Brunet é a nova vítima do “golpe do delivery” , aplicado em consumidores que pedem comida por meio de  aplicativos de entrega . Na última terça-feira (dia 20), ela relatou, em suas redes sociais, ter perdido R$ 7.900 ao ser enganada por um suposto entregador. A compra, paga no cartão, era de R$ 77 , mas o valor debitado foi cem vezes maior.

O golpe já é antigo na praça e, geralmente, acontece da forma como foi com a modelo. Segundo Yasmin, ela recebeu uma ligação de uma mulher, que se apresentou como funcionária do restaurante , dizendo que o motoboy responsável pela entrega sofrera um acidente . Com isso, um novo pedido seria enviado após o cancelamento do original. A modelo havia usado a plataforma Rappi para pedir a refeição.

Yasmin contou que o entregador chegou muito rapidamente, dez minutos após o telefonema. Ela estranhou ele ter estacionado do outro lado da rua e não ter tirado o capacete. De acordo com a modelo, o motoboy mostrou a tela do celular com o valor de R$ 77 e disse que o aparelho estava conectado à maquininha do cartão. No entanto, nada era exibido no visor do equipamento.

Mesmo assim, Yasmin confiou e digitou a senha. Ela relatou ainda que o homem falou que a transação não foi aceita e foi embora.

A modelo afirmou só ter percebido o golpe após entrar em contato com a operadora do cartão.

Como se proteger

Segundo o presidente do Procon-RJ, Cássio Coelho, apesar de esse tipo de fraude não ser novidade, muitas pessoas ainda caem na lábia dos criminosos, que costumam alterar um detalhe ou outro da armadilha para enganar as vítimas com mais facilidade. Por isso, todo cuidado é pouco.

“Eles colocam uma cola no visor da máquina para o consumidor não identificar o valor, dizem que a tela está quebrada ou alegam que o equipamento está com problema na impressora, para não dar a via do comprovante da compra ao cliente”, alerta Coelho: “Em qualquer caso, a orientação é simples: não pagar a compra e entrar imediatamente em contato com a empresa para a qual fez o pedido.”

Muitos consumidores ficam sem graça de conferir valores ou tem medo de parecerem “chatos” ao exigir comprovantes ou fazer perguntas para esclarecer dúvidas.

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“É aí que os criminosos ganham. A pessoa simplesmente confia. Mas o golpe existe. É preciso tomar cuidado”, diz o presidente do Procon-RJ.

Veja abaixo algumas dicas de Coelho para se proteger de fraudes:

  • – Só pague uma compra após conferir o valor na máquina do cartão
  • – Peça sempre a via do comprovante do cliente, impressa pela máquina do cartão, e a nota fiscal da compra
  • – Se tiver dúvidas, entre em contato com o estabelecimento ao qual fez o pedido
  • – Caso receba uma tentativa de golpe do delivery, denuncie os fraudadores ao Procon-RJ e à plataforma de entrega por meio da qual o pedido foi feito

De acordo com o Procon-SP, os consumidores devem dar preferência ao pagamento pelo aplicativo. É importante desconfiar caso o entregador informe que é necessário pagar algum valor extra. Dados pessoais não devem ser passados por telefone.

Ter todos os comprovantes da compra é importante ainda para um eventual pedido de ressarcimento ao aplicativo, caso o consumidor caia em algum golpe, ressalta Cássio Coelho.

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Em junho, o Procon-SP divulgou um aumento de 186% nas reclamações sobre golpes aplicados por entregadores de apps de comida. De janeiro a maio deste ano, houve 249 queixas contra as empresas Ifood, Rappi e Uber Eats, contra 87 em igual período de 2020.

Rappi diz que caso já foi resolvido com Yasmin Brunet

Em nota, o Rappi lamentou o ocorrido e esclareceu que o caso já foi resolvido junto à usuária. Veja, na íntegra, o posicionamento da plataforma:

“A empresa reitera, ainda, que não opera com máquinas de cartão de crédito ou débito e reforça que não há nenhuma prática de cobrança de taxa extra. Caso o usuário queira dar gorjetas ao entregador, isso também deve ser feito por meio do aplicativo para garantir a segurança de todos. O Rappi instrui todos os seus entregadores parceiros a cumprirem integralmente as regras e as leis, sendo expressamente rechaçadas as condutas contrárias. O Rappi ainda disponibiliza em seu aplicativo um canal de atendimento aos clientes — em que é possível reportar qualquer problema na plataforma —, e recomenda que, caso lesados, os usuários façam boletim de ocorrência e registrem pedido de cancelamento na operadora de cartão de crédito.

A companhia informa que sempre analisa os casos reportados, toma as medidas necessárias de acordo com os Termos e Condições do aplicativo e está à disposição dos órgãos competentes para quaisquer necessidades de esclarecimentos. A empresa, estruturou, inclusive, uma equipe que trabalha em conjunto com as polícias civil e federal para identificar o modus operandi das fraudes, como os locais mais utilizados e o perfil do fraudador”.

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