Economia

Caixa libera saques do auxílio a 7,4 milhões neste sábado; veja quem tem direito

Publicados

em

 

 

source

Brasil Econômico

caixa fila auxílio
Agência Brasil

Caixa libera saques do auxílio emergencial a 7,4 milhões de pessoas neste sábado (21)

A Caixa Econômica Federal libera, neste sábado (21), o pagamento em dinheiro de novas parcelas do  auxílio emergencial — nos valores de R$ 600 e R$ 300 — para nascidos em abril e maio. Cerca de 7,4 milhões de pessoas serão contempladas em todo o país. O banco abrirá 771 agências pelo Brasil para que os trabalhadores façam seus saques, das 8h às 12h.

Têm direito a sacar neste sábado os trabalhadores nascidos em abril e maio que integram os ciclos 3 e 4 do auxílio emergencial . Quem faz parte do Ciclo 3 teve o dinheiro creditado em sua conta nos dias 9 e 11 de outubro, enquanto os beneficiários do Ciclo 4 receberam mais recentemente, nos dias 6 e 8 de novembro.

Ao todo, foram creditado para esses 7,4 milhões de brasileiros R$ 6,1 bilhões em auxílio. Desse total, R$ 2,7 bilhões são referentes às parcelas de R$ 600 do auxílio emergencial e o restante, R$ 3,4 bilhões, às parcelas do auxílio emergencial extensão, de R$ 300 .

As pessoas que começaram a receber o auxílio em julho ou tiveram o pagamento suspenso e depois liberado irão receber R$ 600. Já quem começou a ter o benefício logo no início da pandemia, em abril, maio e junho, por exemplo, irá ter direito a apenas R$ 300, referente à extensão.

Leia Também:  Sesa apresenta panorama do enfrentamento à Covid-19 no Espírito Santo

No fim de semana, não haverá pagamentos do auxílio a integrantes do Bolsa Família . O calendário será retomado na segunda-feira (23) e vai até o dia 30, quando recebem os trabalhadores com Número de Identificação Social (NIS) de final 0. Confira o calendário aqui .

Continuam disponíveis aos beneficiários as opções de utilização dos recursos creditados na Poupança Social Digital para a realização de compras por meio do cartão de débito virtual e QR Code, pagamento de boletos, contas de água, luz, telefone, entre outros serviços. Também é possível usar no aplicativo Caixa Tem a funcionalidade para pagamentos sem cartão nas cerca de 13 mil unidades lotéricas do banco.

Confira os calendários em vigor neste sábado

Ciclo 3:

Depósitos – já encerrados

  • 30 de setembro – nascidos em janeiro;
  • 5 de outubro – nascidos em fevereiro;
  • 7 de outubro – nascidos em março;
  • 9 de outubro – nascidos em abril;
  • 11 de outubro – nascidos em maio;
  • 14 de outubro – nascidos em junho;
  • 16 de outubro – nascidos em julho;
  • 21 de outubro – nascidos em agosto;
  • 25 de outubro – nascidos em setembro;
  • 28 de outubro – nascidos em outubro;
  • 29 de outubro – nascidos em novembro; e
  • 1º de novembro – nascidos em dezembro.

Saques e transferências:

  • 7 de novembro – nascidos em janeiro;
  • 7 de novembro – nascidos em fevereiro;
  • 14 de novembro – nascidos em março;
  • 21 de novembro – nascidos em abril;
  • 21 de novembro – nascidos maio;
  • 24 de novembro – nascidos junho;
  • 26 de novembro – nascidos em julho;
  • 28 de novembro – nascidos em agosto;
  • 28 de novembro – nascidos em setembro;
  • 1º de dezembro – nascidos em outubro;
  • 5 de dezembro – nascidos em novembro; e
  • 5 de dezembro – nascidos em dezembro.
Leia Também:  Unimed Sul Capixaba integra Ranking das Melhores Empresas para Trabalhar 2020 no setor saúde

Ciclo 4:

Depósitos – encerrados nesta sexta-feira (20)

  • 30 de outubro – nascidos em janeiro;
  • 4 de novembro – nascidos em fevereiro;
  • 5 de novembro – nascidos em março;
  • 6 de novembro – nascidos em abril;
  • 8 de novembro – nascidos em maio;
  • 11 de novembro – nascidos em junho;
  • 12 de novembro – nascidos em julho;
  • 13 de novembro – nascidos em agosto;
  • 15 de novembro – nascidos em setembro;
  • 16 de novembro – nascidos em outubro;
  • 18 de novembro – nascidos em novembro; e
  • 20 de novembro – nascidos em dezembro.

Saques e transferências

  • 7 de novembro – nascidos em janeiro;
  • 7 de novembro – nascidos em fevereiro;
  • 14 de novembro – nascidos em março;
  • 21 de novembro – nascidos em abril;
  • 21 de novembro – nascidos maio;
  • 24 de novembro – nascidos junho;
  • 26 de novembro – nascidos julho;
  • 28 de novembro – nascidos agosto;
  • 28 de novembro – nascidos em setembro;
  • 1º de dezembro – nascidos em outubro;
  • 5 de dezembro – nascidos em novembro; e
  • 5 de dezembro – nascidos em dezembro.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Governo Bolsonaro não usa dinheiro aprovado para combate à pandemia

Publicados

em


source

Brasil Econômico

bolsonaro parado
Marcos Corrêa/PR – 14.5.20

Governo Bolsonaro não usa dinheiro aprovado no orçamento para combater a pandemia

Com mais de 6,1 milhões de casos e 170 mil mortes confirmadas pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) , a pandemia parece ainda não ter sido tratada com a devida seriedade no Brasil. Se a gestão do presidente Jair Bolsonaro ficou marcada por declarações minimizando a doença , ataques a governadores e prefeitos e a defesa precoce da reabertura da economia, as ações práticas do governo federal seguem a mesma linha. Segundo relatórios da Câmara, o governo Bolsonaro deixou, por exemplo, de usar verbas aprovadas para combater a pandemia para reestruturar hospitais, contratar médicos, comprar mais testes de Covid-19 e incentivar a agricultura familiar para doações de alimentos. As informações são da Folha de S. Paulo .

A consultoria de Orçamento da Câmara elenca ao menos dez ações do governo Bolsonaro que não avançaram, mesmo com créditos extraordinários sendo abertos de forma emergencial e imediata e tendo um orçamento mais flexível. A verba para combater a pandemia foi liberada por meio de medidas provisórias (MPs).

Leia Também:  Sesa apresenta panorama do enfrentamento à Covid-19 no Espírito Santo

As liberações de créditos ocorreram dentro do chamado Orçamento de Guerra , que flexibilizou regras fiscais até 31 de dezembro de 2020, prazo do estado de calamidade pública, decretado por conta da pandemia. Nessa situação, o governo poderia gastar mais sem ferir o teto de gastos e, mais do que isso, minimizar os efeitos da pandemia, controlando a crise de saúde e a disseminação do vírus.

O maior gasto do período é o auxílio emergencial , que já chegou a R$ 275,4 bilhões gastos e é exaltado pelo governo como grande sucesso, apesar desse mesmo governo ser contra uma prorrogação do benefício por conta do alto custo. Se o auxílio é visto como sucesso, em outras frentes o governo não gastou o dinheiro liberado ou gastou mal de modo a não conseguir reduzir os efeitos da crise de saúde no país. Até esta quarta-feira (25), o Brasil é o segundo país com mais mortes em decorrência da Covid-19 , atrás apenas dos Estados Unidos.

Entre as ações que não foram tomadas como o esperado, em maio, uma MP destinou recursos para que o Ministério da Saúde contratasse 5.000 profissionais por tempo determinado. Era previsto que eles tivessem atuação nas áreas mais impactadas pela pandemia e contribuíssem para reduzir os fortes efeitos causados pelo novo coronavírus. As contratações emergenciais praticamente não aconteceram.

Leia Também:  Pesquisas comprovam retomada da economia do turismo no Espírito Santo

De acordo com o mais recente relatório da Câmara dos Deputados, somente 4,6% do dinheiro liberado para contratar emergencialmente para a área da saúde foi empregado. Os dados são atualizados até o dia 20 de novembro.

A Saúde poderia gastar R$ 338,2 milhões, mas ficou em R$ 16 milhões. Descaso ou incompetência, fato é que ter mais profissionais de saúde contratados por tempo determinado poderia contribuir para que hoje tivessemos menos mortes e confirmações de casos.

O Ministério da Saúde diz à Folha de S. Paulo , por meio de nota, que as contratações foram feitas a partir das demandas de estados e municípios. A pasta não especifica quantas pessoas foram contratadas emergencialmente e qual foi o valor gasto.

Dos presídios às estruturas de hospitais, passando pela construção da vacinação para quando estivermos neste ponto, todos os pontos da gestão sanitária do governo parecem sempre em segundo plano, com a busca por cortar gastos acima de tudo. Mesmo podendo – e precisando – aumentar gastos públicos, fortalecer o Estado e, assim, ter mais chance de controlar a pandemia, a economia parece falar mais alto. A dicotomia entre economia e saúde, inclusive, foi amplamente trazida pelo presidente, que sempre deixou claro qual era, é e será, na eventualidade de uma segunda no Brasil, sua prioridade.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

BLOG DO ILAURO

POLÍTICA

POLÍTICA NACIONAL

ECONOMIA

CIDADES

BLOG DO ILAURO

MAIS LIDAS DA SEMANA