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Caixa abre agências neste sábado para pagamento de auxílio emergencial

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Brasil Econômico

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Marcelo Camargo/ABr

Caixa garante que não é necessário chegar antes da abertura das agências

Neste sábado (21), a Caixa  libera o saque em dinheiro do auxílio emergencial a 7,4 milhões de beneficiários nascidos em abril e maio, compondo o ciclo 3 e ciclo 4 do calendário. Desta forma, eles poderão resgatar, em dinheiro, da primeira à quinta parcela de R$ 600, assim como poderão resgatar da primeira à segunda parcela do auxílio extensão, no valor de R$ 300. O valor é definido 

Assim, para atender esses beneficiários, a Caixa abrirá 771 agências neste sábado, das 8h às 12h. Em São Paulo , serão 164 agências no estado e 64 na Grande São Paulo, sendo 33 dessas na capital paulista.

Ao todo, já foi creditado um montante de R$ 6,1 bilhões para esse público. Desse total, R$ 2,7 bilhões são referentes às parcelas do auxílio emergencial normal e os outros R$ 3,4 bilhões às parcelas do auxílio emergencial extensão .

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Não sendo necessário chegar antes da abertura das agências, a Caixa garante que todas as pessoas que procurarem atendimento serão atendidas

Neste domingo (22), parcelas do auxílio serão creditadas na conta digital de 3,6 milhões pessoas nascidas em janeiro. Esse pagamento marca o início do ciclo 5, com beneficiários que receberam a primeira parcela de R$ 600 em junho e que vão ganhar tanto o auxílio normal como a primeira parcela do auxílio extra de R$ 300.

Entretanto, o saque em dinheiro para esse grupo só poderá ser realizado em 19 de dezembro. Antes dessa data, a única forma de movimentar esse dinheiro é por meio do aplicativo Caixa Tem , que permite pagamento de contas e compras.

Ao todo, neste sábado serão pagos R$ 258,2 bilhões do auxílio emergencial para 67,8 milhões de brasileiros, totalizando 428,7 milhões de pagamentos .

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Após saída de presidente, governo defende privatização da Eletrobras

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Governo volta a defender privatização da Eletrobras
Agência Brasil

Governo volta a defender privatização da Eletrobras

O ministério de Minas e Energia divulgou, nesta segunda-feira (25), uma nota na qual defende a privatização da Eletrobras . O texto foi distribuído depois que o presidente da estatal, Wilson Ferreira Junior, renunciou ao seu cargo .

Ferreira Junior alegou questões pessoais para deixar o posto, mas a saída dele levantou dúvidas sobre o plano de privatização da estatal, que o governo chama de “capitalização”.

“O governo federal entende que a capitalização da Eletrobras é essencial e necessária para a recuperação de sua capacidade de investimento”, diz a nota do ministério.

O processo de privatização proposto pelo governo prevê a capitalização da empresa de forma a diluir o controle da União sobre a empresa. É uma forma de arrecadar recursos tanto para o governo quanto para a própria companhia investir.

“Com a capitalização, a Eletrobras se tornará uma corporação brasileira de classe mundial, com capital pulverizado, focada em geração, comercialização e transmissão de energia elétrica, tornando-se uma das maiores empresas de geração renovável do mundo”, acrescenta a nota.

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A privatização da estatal foi proposta inicialmente em 2017, ainda durante a gestão do ex-presidente Michel Temer , e foi mantida pelo governo Jair Bolsonaro . Mesmo assim, o projeto enviado ao Congresso não avançou por forte resistências políticas dos parlamentares, incluindo aliados do governo.

Ferreira deixará a empresa em março, mas seu substituto ainda não foi escolhido. A renúncia vem após candidatos à presidência da Câmara e do Senado sinalizarem que privatização da empresa não será prioridade neste ano. O executivo vinha dizendo a pessoas próximas que deixaria a empresa se percebesse que o governo não encamparia mais a venda da estatal .

Na nota, o ministério agradeceu os trabalhos feitos por Ferreira Junior. “Durante os quatro anos e meio em que presidiu a empresa, Wilson liderou um processo de melhoria da eficiência operacional, a qual será mantida. Desta forma, será dado prosseguimento às ações de redução de custos e de aprimoramento da estratégia de sustentabilidade da Eletrobras”, diz o texto.

Segundo o ministério, Ferreira Junior permanecerá como membro do Conselho de Administração da estatatal. “O Ministério de Minas e Energia reafirma seu compromisso para tornar a Eletrobras mais forte, mais eficiente e mais competitiva, contribuindo, desta forma, para fomentar o desenvolvimento do setor elétrico e proporcionar maiores investimentos, gerando emprego e renda para a população brasileira, com menores custos para o consumidor de energia”.

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