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BYD irá vender carros elétricos no Japão em 2023

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Para cada mercado, a BYD muda o enfoque para se adequar ao público. Entretanto, todos são EVs
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Para cada mercado, a BYD muda o enfoque para se adequar ao público. Entretanto, todos são EVs

Uma das líderes no comércio de veículos no mundo, a chinesa BYD, irá expandir sua operação de automóveis para o mercado japonês, e irá ofertar três modelos: Atto 3 (ou Yuan Plus), Dolphin e Seal.

O primeiro modelo oferecido no Japão será o Atto 3, um SUV construído sobre a “e-plataform 3.0”, uma estrutura para veículos elétricos desenvolvida completamente pela BYD .

Essa plataforma foi criada pra a próxima geração de automóveis inteligentes e 100% elétricos da BYD. Segundo a fabricante, oferece segurança, eficiência, inteligência e permite carros elétricos com uma estética avançada, além de suportar a tecnologia de baterias Blade da BYD.

A BYD busca aproveitar a meta traçada pelo governo japonês, que tem o objetivo de que todos os carros novos vendidos no país sejam eletrificados, e irá oferecer o Dolphin e Seal também em 2023.

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“A BYD, juntamente com os revendedores e parceiros japoneses, estabelecerá gradualmente um sistema completo de vendas e serviços para trazer um estilo de vida de baixo carbono e uma melhor experiência para a população local”. Destaca Liu Xueliang, gerente geral da Divisão de Vendas de Automóveis da BYD Asia-Pacific.

A BYD está presente no Japão desde 1999, inicialmente ofertando baterias recarregáveis , e passou a comercializar produtos de armazenamento de energia, energia solar, ônibus e até empilhadeiras 100% elétricas.

Essa estratégia é a mesma utilizada no Brasil, onde a BYD atua desde 2015 e os primeiros produtos oferecidos por aqui foram ônibus elétricos , e depois vieram painéis solares e caminhões elétricos. Só no fim de 2021 que, finalmente, apresentou o SUV Tan e, na sequência, o sedã Han.

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Os modelos que BYD irá vender no Japão não serão os mesmos oferecidos no Brasil até o momento. Para o nosso mercado, os modelos trazidos são os que mais fazem sucesso na China, e que também possuem o maior nível de tecnologia embarcada.

Por sua vez, os modelos que irão para o Japão serão modelos um pouco mais simples, visando um preço competitivo com os carros elétricos já oferecidos no país asiático.

Vale lembrar que recentemente a BYD lançou seu terceiro veículo no Brasil, o D1, voltado para motoristas de aplicativos, ou que fazem transportes, e tem como principal atração, a porta traseira direita deslizante.

Fonte: IG CARROS

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Audi Q3 nacional: Como é no dia a dia e como se compara ao importado?

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Audi Q3: Modelo de mostra versátil, com conforto, tecnologias e bom desempenho
Guilherme Menezes /iG Carros

Audi Q3: Modelo de mostra versátil, com conforto, tecnologias e bom desempenho

Faz alguns anos que o mercado de SUVs iniciou uma ascensão notável nos rankings brasileiros de emplacamentos. Depois da pandemia e das últimas crises, o valor agregado dos automóveis subiu, decorrente do encarecimento dos custos de produção e da diminuição da oferta no mercado.

Em meio a tudo isso, vemos demandas maiores no segmento premium, que, inclusive, faz sucesso também com os SUVs com ares de cupê. Esse cenário motivou a Audi a prosseguir com a reinauguração da fábrica no Brasil, em São José dos Pinhais (PR). Por lá, são feitos os novos Q3 Sportback (que representa 70% do mix, segundo a marca) e o Q3 tradicional, que é o carro dos nossos testes.

Como se sai no dia a dia? A unidade testada é a versão topo de linha Performance Black , que sai por R$ 315.990. Entre os destaques, vemos a presença do pacote S-Line , que adiciona bancos de couro com Alcântara e volante com base plana e rodas de 19 polegadas.

Na lista de opcionais , há o piloto automático adaptativo com funções de assistência em congestionamento, aviso de saída de faixa, sistema de som Sonos 3D com 15 alto-falantes e subwoofer, que entrega 680W de potência.

Tivemos a oportunidade de entender se há diferenças entre o nacional e o anterior, que era da mesma geração, mas importado da Hungria. A resposta é que, com exceção a um item, não há diferenças.

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Isso se explica pelo fato de que sua produção é baseada no regime SKD (Semi Knock-Down), que consiste na chegada dos componentes individualmente, mas já montados por completo. No Brasil, são reunidos no carro para, assim, um novo Q3 nacional ficar pronto.

Duas vantagens dessa estratégia são a redução de custos de produção, ao mesmo tempo que fica mais fácil manter o padrão de qualidade.

Qual é a única diferença que observamos do Q3 húngaro para o nacional? A ausência do carregador por indução. Antes mesmo de notarmos isso, a própria equipe da Audi destacou esse ponto, logo que nos concederam o carro para teste.

Conforme apuramos com eles, isso se deve à escassez de suprimentos que a indústria enfrenta, mas que, futuramente, o item deverá retornar.

O SUV é equipado apenas com motor 2.0 turbo, de 231 cv e 34,7 kgfm de torque a 1.700 rpm,  que funciona com tração integral. Pelo o que notamos durante os nossos testes, o modelo deixou claro que tem desempenho convincente e faz jus até para os que apreciam mais desempenho.

Não é por menos, uma vez que acelera de 0 a 100 km/h feita em 7 segundos e chega aos 240 km/h. E, isso, sem abandonar a marca razoável de consumo de combustível. O Q3 faz 8 km/l (cidade) e 10,5 km/l (estrada), segundo o Inmetro.

Outro aspecto que chamou atenção no teste drive foi a boa estabilidade, bem como a agilidade e a rapidez dos principais comandos. O carro atual (seja o húngaro, ou o brasileiro) é, de fato, uma evolução notável do seu antecessor, com sistemas de direção, suspensão e freios sempre precisos.

Fora os itens que já mencionamos, todo o Audi Q3 traz o painel de instrumentos com tela digital 10,25”, ar-condicionado de duas zonas, porta-malas com abertura e fechamento elétrico com sistema hands-free , chave presencial para acesso e partida, luz ambiente , retrovisores elétricos e rebatíveis automaticamente, bem como teto solar elétrico panorâmico, oferecido como opcional.

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As linhas afiladas do carro, tanto fora quanto dentro, transmitem a ideia do carro “afiado” que realmente é. Além disso, ponto positivo para a escolha dos acabamentos, que são sensíveis ao toque em todo o carro.

A posição ao dirigir pode ser a que você quiser, com inúmeras possibilidades de combinação entre altura e profundidade de volante e postura do banco, que tem ajustes elétricos.

O único ponto que poderia ser diferente é a acessibilidade do sistema multimídia . Em nossos testes, não conseguimos ativar a conectividade com o celular via Bluetooth. Se não fosse pelo adaptador USB C cedido pela organização do evento de lançamento, também não teríamos como fazer conexão via cabo.

Conclusão

A versão nacional do Audi Q3 se mostrou versátil, bem equipada e com bom desempenho, deixando claro que se mantém como um dos SUVs médios de luxo recomedáveis hoje em dia.

Mas sentimos falta de alguma eletrificação no modelo, algo que vem se tornando um item importante no segmento,  no qual um itens essencias tem sido a questão da eficiência energética.

Preços da linha Q3

Q3 Prestige quattro 2.0 TFSI R$ 273.990

Q3 Performance quattro 2.0 TFSI R$ 290.990

Q3 Performance Black quattro 2.0 TFSI R$ 315.990

Q3 Sportback Performance quattro 2.0 TFSI R$ 315.990

Q3 Sportback Performance Black quattro 2.0 TFSI R$ 339.990

Ficha técnica Audi Q3

Motor: 2.0 TFSI, 231 cv e 34,7 kgfm

Câmbio: automático, 8 marchas, tração 4×4

Direção: elétrica

Suspensão: McPherson (diant) e múltiplos braços (tras)

Freios: disco ventilado nas quatro rodas

Pneus: 235/50 R19

Dimensões: compr. 448,4 cm; larg. 184,9 cm; alt. 161,6 cm; entre-eixos 268 cm;

peso 1.776 kg

Porta-malas: 530 litros

Consumo: 8 km/l (cidade) e 10,5 km/l (estrada)

0 a 100 km/h: 7 segundos

Vel. Max: 240 km/h

Fonte: IG CARROS

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