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Bruno Covas defende Padre Júlio Lancelotti: “incômodo necessário”

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Prefeito Bruno Covas
Governo do Estado de São Paulo

Prefeito de São Paulo Bruno Covas diz que Padre Lancelotti é “incômodo necessário”

Nesta quarta-feira (16) , o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), afirmou que o trabalho do padre Júlio Lancelotti , da Pastoral do Povo de Rua de SP, é um “incômodo necessário” para prefeitura.

“[O trabalho do padre Júlio é] um incômodo, mas um incômodo necessário para que a prefeitura não perca o foco de atender e atender bem essa parte da população”, disse Covas em entrevista concedida ao El País Brasil.

Covas, que é candidato à reeleição, também comentou sobre o fato de não haver investigações em andamento “para poder demitir ou retirar do serviço público qualquer pessoa que possa ter ameaçado ele”, mas declarou que a prefeitura está à disposição do sacerdote.

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De acordo com o prefeito, se há alguém que “poderia reclamar” do padre, esse alguém é ele, já que recebe ligações todos os dias. Mas, ainda segundo Covas, o padre nunca foi solicitar que “empregasse um primo, contratasse empresa de um amigo, nunca veio pedir nada para ele, sempre veio solicitar para essa população que muitas vezes não voz”, defendeu.

Nos últimos dias, o padre tem recebido ameaças e xingamentos  devido à campanha de difamação por parte de Arthur do Val, pré-candidato à Prefeitura de São Paulo.

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Política Nacional

“Tchau Salles”: Movimento pede a saída do ministro do Meio Ambiente

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Ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles
Carolina Antunes/PR

Ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles

Um movimento que pede a saída do ministro Ricardo Salles do comando da pasta do Meio Ambiente ganhou força nos últimos dias e foi alavancado ainda mais depois que Salles tentou  flexibilizar resoluções que protegiam manguezais e restingas.

Desde segunda-feira (28), quando o ministro tentou revogar as normas, a adesão a um movimento chamado Tchau Salles quase dobrou. O número de assinaturas saltou de 120 mil para 210 mil, segundo o diretor da Climainfo, Delcio Rodrigues. A informação é da coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo .

A Climainfo é uma das 22 entidades responsáveis pela campanha criada em julho, após o Ministério Público Federal pedir afastamento do ministro por improbidade.

A revogação das resoluções elimina instrumentos de proteção com o argumento de que elas foram abarcadas por leis que vieram depois, como o Código Florestal.

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Após a repercussão negativa, a  Justiça Federal do Rio de Janeiro suspendeu a extinção de duas resoluções do Conselho Nacional do Meio Ambiente, que é presidido Salles.

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