Notícias em Geral

BRK Ambiental convida cachoeirenses para embarcarem em uma nave de realidade virtual

Publicados

em

Experiência inovadora em Cachoeiro

Ação na Praça Jerônimo Monteiro apresentará, de forma interativa, temas sobre saneamento básico e preservação do meio ambiente

Por | 31.10.2019

Para reforçar a importância dos serviços de saneamento básico, a BRK Ambiental, maior empresa privada do setor no país, traz para Cachoeiro de Itapemirim o projeto Nave BRK, oferecendo uma experiência inovadora à população do município.

A ação gratuita será realizada na segunda e na terça-feira, dias 4 e 5 de novembro, na Praça Jerônimo Monteiro, das 9h às 12h e das 14h às 17h. No local, os visitantes participarão de uma experiência de realidade virtual em que será possível aprender sobre os benefícios do saneamento básico e sobre a importância das atitudes sustentáveis no dia a dia.

“O projeto corporativo Nave BRK está visitando diversas cidades brasileiras, levando educação ambiental e inovação para as comunidades. A iniciativa é uma forma educativa, e ao mesmo tempo lúdica, de sensibilizar a população a respeito de questões que são de extrema importância para o país. Por meio da tecnologia, queremos estimular o senso de responsabilidade”, afirma o diretor da BRK Ambiental em Cachoeiro, Bruno Ravaglia.

O passeio pela nave tem início ainda do lado de fora da atração (um ônibus adesivado e adaptado especialmente para a experiência), onde os visitantes são recebidos pela tripulação. Em uma tela externa, um ator conduz um jogo de verdadeiro ou falso em um diálogo com o público sobre a importância das ações sustentáveis. A conversa traz ainda dados sobre o saneamento no Brasil e na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, com o objetivo de disseminar os conhecimentos sobre o tema e facilitar a conexão dos visitantes com o conceito de sustentabilidade.

Leia Também:  PREÇO DA GASOLINA DEVE CAIR AINDA ESTE ANO

Na sequência, o grupo é acomodado em poltronas instaladas no interior da nave e todos colocam os óculos de realidade virtual. Inicia, então, um voo por um rio, onde as pessoas se deparam com uma série de situações que estimulam reflexões sobre a geração de água; o abastecimento das cidades; a destinação ideal do esgoto; a importância da reciclagem e da preservação ambiental; os perigos do acúmulo de água parada e do descarte incorreto de resíduos; além de provocações para estimular a adoção de atitudes de consumo consciente.

Segundo Micheline Bernabé, responsável pela área de Responsabilidade Socioambiental da BRK Ambiental, a Nave BRK é uma atração livre para todas as idades, porém, crianças a partir de sete anos aproveitarão melhor a experiência. “Os visitantes serão divididos em grupos de, no máximo, 18 pessoas, e a duração estimada da visita é de 17 minutos. Além disso, para garantir a acessibilidade, o ônibus possui elevador para cadeira de rodas. A experiência com os óculos de realidade virtual também conta com audiodescrição e tradução em libras”, enfatiza.

Leia Também:  Crianças internadas no HIFA de Cachoeiro terão programação especial durante a semana

Primeiro dia da atração também terá exibição de cinema

 No primeiro dia do projeto Nave BRK em Cachoeiro de Itapemirim, na segunda-feira, 4, os moradores do município também poderão desfrutar de uma sessão de cinema ao ar livre, cuja temática também abordará a sustentabilidade e a preservação ambiental.

A exibição está marcada para às 19h30 e é fruto da parceria firmada entre a BRK Ambiental e o Green Nation, um movimento que proporciona às pessoas experiências interativas, sensoriais e emocionais e tem como missão contribuir com mudanças positivas de atitude em relação a sustentabilidade, bem-estar, negócios e cidadania, através da arte, educação, cultura, inovação e experimentação.

“Muito se fala sobre a importância da preservação da água e da adoção de novas atitudes em relação ao planeta. A Nave BRK permite, através do engajamento emocional dos visitantes, a compreensão sobre todos esses temas e o entendimento de que somos responsáveis e interdependentes, vivemos em um só planeta e, por isso, precisamos desenvolver um novo tipo de cidadania, a cidadania planetária”, afirma o diretor do Green Nation, Marcos Didonet.

 

 

COMENTE ABAIXO:

Propaganda
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Notícias em Geral

Médicos cubanos de Cachoeiro serão substituídos até o início de 2017

Publicados

em

Por

Por | 00.00.

Em Cachoeiro de Itapemirim, o contrato de parte dos 19 médicos cubanos que atuam na cidade e seus distritos por conta do programa Mais Médicos se encerra entre o fim deste ano e março de 2017, e não será renovado. Já há previsão de reposição dos profissionais, segundo a Secretaria Municipal de Saúde, que também espera que o número de médicos do programa no município aumente para 24. Apesar disso, a situação causa incertezas, e os profissionais do país caribenho divergem quanto à vontade de permanecer e as consequências da substituição.

O caso de Cachoeiro reflete um movimento a nível nacional. O Governo Federal pretende reduzir progressivamente, nos próximos três anos, o número de médicos cubanos atuando no Brasil de 11.429 para 7.429 – no total, há 18.240 profissionais atuando pelo Mais Médicos no país atualmente. O objetivo da medida é aumentar a ocupação de vagas por brasileiros no programa, mas tudo dependerá de as vagas serem ou não atrativas para eles.

Além disso, até o fim do ano, cerca de 4 mil médicos cubanos que atuam no Brasil desde 2013 serão substituídos após o fim de seus contratos – uma demanda do próprio governo cubano, segundo informações do jornal Folha de São Paulo. Mesmo assim, a Secretaria Municipal de Saúde afirma em nota que “a substituição informada pelo governo federal é referente aos médicos do primeiro e do segundo ciclos do programa, e Cachoeiro foi contemplado no terceiro.”

Cubanos opinam

 

“Eu gostaria de ficar. Mas não tem jeito, não é uma decisão que cabe a mim”, afirma omédico cubano Alberto René Garcia Roque, que desde março de 2014 trabalha na Unidade Saúde da Família Jardim Itapemirim – a qual possui o maior número de profissionais do Mais Médicos no município, com três. Roque tem um filho que está se formando em medicina, e há grande possibilidade de ele vir atuar no Brasil.

Leia Também:  Médicos cubanos de Cachoeiro serão substituídos até o início de 2017

Marileleidys Navarro Gil, colega de Alberto Roque em Jardim Itapemirim e que, junto com o marido, também veio atuar no Brasil por conta do Mais Médicos em fevereiro de 2014, opina que a falta de continuidade do trabalho dos médicos é ruim para o país.

“A cada substituição, todo o ciclo de adaptação do profissional e da unidade de saúde tem que começar novamente”, diz ela. Apesar disso, Gil quer voltar ao seu país de origem por causa da filha de oito anos que ficou por lá. “O mais difícil para nós é ficar longe da família”, complementa.

Navarro avalia ainda que a estrutura de trabalho que recebeu foi, no geral, muito boa. Mas aponta um grande desafio da saúde pública não só de Cachoeiro, mas do Brasil: a dificuldade de marcar exames.

“Em Cuba, se precisamos fazer um ultrassom, por exemplo, conseguimos realizar na hora. Aqui há muita dificuldade em relação a isso, o que atrapalha no momento de dar o diagnóstico de alguma enfermidade”, diz ela.

Já Anaíris Nora Solís, médica que chegou de Cuba há menos de um mês para ficar três anos em Cachoeiro, se diz contente e entusiasmada com a experiência. “Estou muito feliz de estar aqui. A unidade de saúde aqui de Jardim Itapemirim tem uma estrutura muito boa”, afirma.

Idioma complica

Por parte dos pacientes brasileiros, a principal dificuldade em relação aos médicos cubanos é com a diferença de idioma. “Não acerto muito com o que eles falam, àsvezes até a letra da receita é difícil de entender. Mas são muito atenciosos, o atendimento é bom. E é melhor ter eles do que não ter nenhum”, afirma a aposentada Maria Candida Moura, moradora de Jardim Itapemirim.

Leia Também:  Bancários entram em greve a partir do dia 6 em todo o país

Noélia Motta da Silva, moradora do bairro Boa Esperança, afirmaque também já teve dificuldades com a fala dos cubanos, mas foi um problema superado. “Falando mais devagar a gente consegue entender”, complementa. Já o seu marido, Paulo Madeira da Silva aprova o atendimento dos médicos de Cuba e da estrutura da USF de Jardim Itapemirim. “Aqui é um dos melhores postos de Cachoeiro. Tem tudo o que a gente precisa aqui”, afirma.

Problemas

 

Apenas uma paciente ouvida pelo Aqui Notícias, e que preferiu não se identificar, relatou ter passado por uma situação ruim durante um atendimento de um médico de Cuba. “Eu não entendi o ele falou e pedi para repetir. Daí ele me perguntou irritado: ‘Você é surda?’”, afirma.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, 12 médicos cubanos deixaram de atuar no município por problemas diversos. Dois deles foram mandados embora por indisciplina. Mais dois pediram o encerramento do contrato antes do previsto. E oito abandonaram os postos de trabalho sem avisar previamente ou comunicar para onde iriam.

Bairros e distritos de Cachoeiro com unidades de saúde nos quais 19 médicos cubanos (dez homens e nove mulheres) atuam:

Abelardo Machado – 1

Aeroporto – 1

Amaral – 2

Burarama – 1

Conduru – 1

Coutinho – 1

Gironda – 1

Itaoca -1

Jardim Itapemirim – 3

Otton Marins – 1

Pacotuba – 1

Alto União -1

Valão -1

Village da Luz -1

Zumbi – 2

fonte http://www.aquinoticias.com/

 

 

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

BLOG DO ILAURO

POLÍTICA

POLÍTICA NACIONAL

ECONOMIA

CIDADES

BLOG DO ILAURO

MAIS LIDAS DA SEMANA