Saúde

Brasil registra 11,25 mil casos de covid-19 e 483 mortes, em 24 horas

Publicados

em


O balanço divulgado, neste sábado (14), pelo Ministério da Saúde registra 11.250 novos diagnósticos de covid-19, em 24 horas. Com isso, sobe para 21.638.726 o número de pessoas infectadas pela doença desde o início da pandemia no país.

As mortes causadas pelo novo coronavírus ao longo da pandemia somam 603.152. Em 24 horas, as autoridades de saúde notificaram 483 novos óbitos.

O balanço também apontou 251.634 pacientes em acompanhamento e 20.783.940 recuperados da doença.

Estados

Os estados com mais mortes pela covid-19 são os seguintes: São Paulo (151.107), Rio de Janeiro (67.575) e Minas Gerais (55.180).

As unidades da federação com menos óbitos são Acre (1.842), Amapá (1.988) e Roraima (2.016).

Boletim da covid-19, divulgado em 16 de outubro de 2021 Boletim da covid-19, divulgado em 16 de outubro de 2021

Divulgação/Ministério da Saúde

Edição: Kelly Oliveira

Fonte: EBC Saúde

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Covid-19: ministro anuncia proibição de voos oriundos de seis países
Propaganda
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Covid-19: o que se sabe até agora da variante Ômicron

Publicados

em


O surgimento de uma variante no novo coronavírus confirmado em regiões da África preocupa especialistas internacionais de saúde. Batizada de Ômicron – letra grega correspondente à letra “o” do alfabeto -, a cepa B.1.1.529 foi identificada em Botsuana, país vizinho à África do Sul, em meados de novembro. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a variante pode ser responsável pela maior parte de novos registros de infecção pelo novo coronavírus em províncias sul-africanas.

Onde a variante foi identificada?

Além de países vizinhos a Botsuana – África do Sul, Lesoto, Namíbia, Zimbábue e Eswatini (ex-Suazilândia) -, casos da variante Ômicron também foram registrados em outras regiões: Hong Kong, na China, foi a primeira delas. Israel e Bélgica também tiveram registros, casos que seguem isolados.

O que há de diferente?

Nos casos analisados, constatou-se que a variante é portadora de dezenas de mutações genéticas que podem afetar os índices de contágio e de letalidade. A OMS, entretanto, afirmou que ainda não há estudos suficientes para afirmar as propriedades da Ômicron, mas que já existem esforços científicos acelerados para estudar as amostras. Um time de cientistas de universidades da África do Sul está decodificando o genoma da Ômicron, juntamente com dezenas de outras variantes do novo coronavírus.

Leia Também:  Covid-19: Brasil registra 229 óbitos e 9,2 mil novos casos

Tulio de Oliveira, diretor do Centro para Respostas e Inovações Epidêmicas da universidade de KwaZulu-Natal, afirmou em coletiva de imprensa que a variante Ômicron possui “uma constelação incomum de mutações”. A variante Delta, por exemplo, possuía duas mutações em relação à cepa original do novo coronavírus, enquanto a Ômicron possui cerca de 50 – 30 delas localizadas na proteína Spike, responsável por infectar células saudáveis, explicou o brasileiro.

Em reunião de emergência realizada na tarde de sexta-feira (26), representantes da OMS classificaram a Ômicron como variante de preocupação (VOC) – mesma categoria das variantes Delta e Gama.

Existem casos no Brasil?

O Brasil ainda não registrou nenhum caso da nova variante. Para tentar frear a chegada da Ômicron ao país, o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, determinou que voos com origem de países do sul da África não poderão desembarcar no Brasil. Outros países, como a Inglaterra, também proibiram a chegada de voos vindos da região.

A Pfizer, responsável por uma das vacinas inovadoras contra o novo coronavírus, afirmou que espera conseguir colocar no mercado uma nova versão do imunizante que seja eficaz contra a variante Ômicron em um prazo de até 100 dias. A eficácia das vacinas existentes ainda não foi testada em relação à nova variante.

Leia Também:  SP: mamografias gratuitas são oferecidas no Ginásio do Ibirapuera

Por que Ômicron?

A OMS usa letras do alfabeto grego para denominar as variantes importantes do novo coronavírus. A última variante registrada havia sido a Mu, que deveria ser seguida das letras gregas Nu (equivalente ao N) e Xi. As letras, no entanto, poderiam causar confusão, já que Nu em inglês tem pronúncia quase idêntica à palavra new (novo). Enquanto a letra Xi corresponde ao primeiro nome do atual presidente da China, Xi Jinping. A OMS decidiu, então, pular as duas letras.

Edição: Aécio Amado

Fonte: EBC Saúde

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

BLOG DO ILAURO

POLÍTICA

POLÍTICA NACIONAL

ECONOMIA

CIDADES

BLOG DO ILAURO

MAIS LIDAS DA SEMANA