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Bolsonaro tem aprovação de 31% e perderia eleição para Lula, diz pesquisa

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Eventual disputa indica vitória de Lula (PT) sobre Jair Bolsonaro (sem partido) em 2022
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Eventual disputa indica vitória de Lula (PT) sobre Jair Bolsonaro (sem partido) em 2022

Pesquisa divulgada pela Atlas nesta segunda-feira (10) indica que o  presidente Jair Bolsonaro (sem partido) teve aumento de 6% na aprovação e queda de 4% na rejeição em comparação a março.

No levantamento, Bolsonaro foi de 25% para 31% na avaliação de ótimo/bom, e recuou de 57% para 53% entre quem o considera como péssimo/ruim. 15% classificaram como regular.

Sema opção regular entre as possíveis respostas, Bolsonaro teve reprovação de 57% – queda de 3%, e aprovação de 40% – avanço de 5%.

A volta do auxílio emergencial , ainda que em um valor mais baixo do que o distribuído no ano passado, e o “alivio relativo” na pandemia da Covid-19 no país explicam a melhora nos indicadores de Bolsonaro, segundo Andrei Roman, CEO da Atlas.

Eleições 2022

As eleições presidenciais também foram tema da pesquisa, e nela, é indicado que o atual chefe do executivo e Lula (PT) deverão polarizar as intenções de voto.

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Eventual cenário eleitoral:

  • Jair Bolsonaro (sem partido) – 37%
  • Lula (PT) – 33,2%
  • Ciro Gomes  (PDT) – 5,7%
  • Sérgio Moro (sem partido) – 4,9%
  • Luiz Henrique Mandetta (DEM) -4,9%

João Doria (PSDB); Luciano Huck (sem partido); João Amoedo (Novo); Marina Silva (Rede); Guilherme Boulos (PSOL); Flávio Dino (PCdoB) e Alexandre Kalil (PSD) também foram citados, mas apresentaram porcentagem menor do que os citados anteriormente.

2º turno

Questionando os entrevistados sobre um eventual segundo turno em 2022, Bolsonaro perderia a reeleição para três candidatos: O ex-presidente Lula; Mandetta, ex-ministro da Saúde, e Ciro Gomes, presidenciável em 2018.

  • Lula (PT) – 45,7%
  • Jair Bolsonaro (sem partido) – 41%
  • Não sei/nulo/branco – 13,3%

Mandetta e Ciro também ganhariam do atual presidente, mas ficam dentro da margem de erro.

A pesquisa foi realizada entre os dias 6 e 9 de maio e teve a participação de 3.828 pessoas, que responderam às perguntas através de questionário online aplicado através de convites randomizados

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Bolsonaro se reúne com Pfizer e tenta antecipar chegada de vacinas

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Bolsonaro se reuniu com representantes da farmacêutica Pfizer nesta segunda-feira
Reprodução: iG Minas Gerais

Bolsonaro se reuniu com representantes da farmacêutica Pfizer nesta segunda-feira

O presidente Jair Bolsonaro se reuniu nesta segunda-feira com a presidente da farmacêutica Pfizer na América Latina , Carlos Murillo, e a presidente da empresa no Brasil, Marta Díez. Ao lado do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, o governo brasileiro pediu a antecipação de doses da vacina da empresa.

A relação entre o governo federal e a Pfizer é um dos pontos centrais da CPI da Covid, que investiga os motivos que levaram Bolsonaro e seus auxilares a demorarem meses para responderem às ofertas feitas pela empresa oferecendo vacinas. Carlos Murillo, da Pfizer, foi uma das testemunhas ouvidas pelos senadores.

Nos últimos dias, governadores e prefeitos anunciaram antecipações do cronograma de vacinação, como João Doria, em São Paulo. O prefeito Eduardo Paes, do Rio de Janeiro, também prometeu acelerar a campanha de imunização em breve. Os anúncios geraram críticas de integrantes do governo. Queiroga chegou a responder ao anúncio do tucano, destacando que a antecipação só seria possível graças às doses obtidas pelo governo federal, mesma crítica feita por alguns deputados bolsonaristas.

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O encontro não estava previsto na agenda do presidente, mas consta na agenda do ministro Marcelo Queiroga. Na audiência, também estavam o chanceler Carlos Alberto França, e o ministro da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos.

Por parte da Pfizer, foram ao Palácio do Planalto dois executivos da empresa, Lucila Mouro e Rodrigo Sini. Murillo e Díez acompanharam a reunião de forma remota. Procurada, a empresa não quis comentar sobre a reunião.

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