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Bolsonaro sobre Aliança pelo Brasil: “Se não decolar, buscamos outro partido”

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Presidente Jair Bolsonaro (sem partido), decidirá em Março se insistirá na criação do Aliança pelo Brasil
Alan Santos/PR

Presidente Jair Bolsonaro (sem partido), decidirá em Março se insistirá na criação do Aliança pelo Brasil

presidente Jair Bolsonaro (sem partido) declarou nesta segunda-feira (25) que decidirá até março se insistirá na criação do Aliança pelo Brasil ou se irá se filiar a um partido já existente.

Em março, a gente vai reestudar se o partido decola ou não. Se não decolar, a gente vai ter que ter outro partido. Então não temos como nos preparar para as eleições de 22″, declarou Bolsonaro para apoiadores no ‘cercadinho’ do Palácio da Alvorada.

Sem partido desde o final de 2019, quando saiu do PSL em ltigio por conta de rachas internos, o presidente, que tenta a criação da nova sigla, considera o processo burocrático:

Você viu?

“É muita burocracia, é muito trabalho, certificação de fichas, depois passa pelo TSE também. O tempo está meio exíguo para gente. Não vamos deixar de continuar trabalhando, mas vou ter que decidir. Não é por mim, não estou fazendo campanha para 22”.

Leia Também:  STF atende pedido de SP em ação para habilitação de leitos pelo governo federal

Anunciada em novembro de 2019 como o partido que abrigaria o chefe do executivo, o Aliança tem apenas 57 mil assinaturas das 492 mil necessárias para ter o registro reconhecido no Tribunal Superior Eleitoral ( TSE ).

A sigla tem apenas 11,5% das assinaturas necessárias para poder ser deferida, e esse registro deve ser feito até seis meses antes das eleições, o que torna ainda mais difícil para o partido conseguir ser registrado.

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Sob comando de Arthur Lira, centrão busca afrouxar regras eleitorais e políticas

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Sob comando de Arthur Lira, centrão busca 'afrouxar' regras eleitorais e políticas
Reprodução: iG Minas Gerais

Sob comando de Arthur Lira, centrão busca ‘afrouxar’ regras eleitorais e políticas

O deputado federal  Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara e líder do centrão , começou a articular uma reforma política no país. Benefícios aos partidos nanicos e limitar nas ações da Justiça Eleitoral estão entre as prioridades. As informações são do jornal A Folha de S.Paulo .

Na última quarta-feira (24), um grupo de trabalho deu início às conversas por ordem de Lira, que deseja votar as mudanças políticas ainda no primeiro semestre . De maneira paralela, uma comissão especial estudará quais mudanças precisam ser alteradas na Constituição .

Segundo a deputada federal Margarete Coelho (PP-PI) e relatora do roteiro estabelecido pelo grupo de trabalho, a mudanças visam “conter o ímpeto ativista do Poder Judiciário em regulamentar matérias que devem ser previstas em lei em sentido estrito e não em resoluções do TSE (Tribunal Superior Eleitoral)”.


Partidos envolvidos no grupo de Arthur Lira defendem a adoção do sistema eleitoral chamado de ‘ distritão ‘, que consiste em eleger apenas os deputados federais, estaduais e vereadores mais votados . Com isso, a ideia é fortalecer as legendas . No ‘distritão’, os votos depositados em candidatos que não se elegem são desperdiçados .

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