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Bolsonaro promete, mas Brasil tem 52ª gasolina mais cara do mundo

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Adolfo Sachida, ministro de Minas e Energia, em um posto de gasolina de Brasília
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Adolfo Sachida, ministro de Minas e Energia, em um posto de gasolina de Brasília

O presidente Jair Bolsonaro prometeu que faria da  gasolina brasileira a “mais barata do mundo”, fora dos países autossuficientes em petróleo. Apesar das tentativas de teto no ICMS dos combustíveis e redução do imposto federal, a gasolina no país ainda é a 52ªmais cara do mundo, segundo levantamento da plataforma de descontos CUPONATION.

Uma pesquisa realizada anualmente pela companhia internacional de dados Numbeo apontou nesta semana que o Brasil ocupa atualmente a 52ª colocação no ranking do litro da gasolina mais cara do mundo, com a população precisando desembolsar cerca de R$6,78 a cada 1L. Valor desafiador e desanimador para grande parte dos brasileiros, o litro cresce de forma exponencial nos últimos meses; e o segundo semestre do ano parece seguir no mesmo ritmo.

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O próprio CUPONATION já tinha divulgado esse mesmo estudo em 2021 apontando que em janeiro do ano passado o Brasil aparecia no ranking dos 100 países com o litro de gasolina mais barata do mundo, ocupando na época a 71ª posição da lista ao cobrar cerca de R$4.45 pelo combustível – ou seja, o preço do litro subiu por volta de 52,35% durante um período de 1 ano e 6 meses.

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Com 100 países participantes do levantamento, o território de Hong Kong é o que pertence por mais um ano no topo do ranking, com os cidadãos pagando em média R$14,52 pelo litro do combustível. Finlândia e Alemanha são as nações que ocupam o segundo e terceiro lugares do estudo, cobrando R$12,17 e R$11,98, respectivamente, pelo mesmo litro. Confira o ranking completo na pesquisa do CUPONATION.

Indo ainda mais além e filtrando esse ranking para a visualização de países da América Latina, o CUPONATION registrou que o Brasil possui o segundo litro de gasolina mais caro do território, ficando atrás somente do Uruguai, que cobra R$9,47. 

Fonte: IG ECONOMIA

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Parceria promete delivery em comunidades excluídas por grandes apps

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naPorta, serviço de logística anuncia parceria com Bdoo
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naPorta, serviço de logística anuncia parceria com Bdoo

A Bdoo e a naPorta, duas startups nacionais, pretendem trazer para o mercado de delivery uma parceria que terá como foco lugares nos quais os aplicativos de delivery não entregam – o projeto trará o serviço para dentro de comunidades nas quais os apps convencionais não atuam.

Grande parte dos empreendedores dentro das favelas dependem principalmente do telefone e do WhatsApp para realizarem os pedidos em delivery. Sem a possibilidade de uma rede de entrega rápida e fácil, os empresários Denis Lopardo, fundador da marca e Sanderson Pajeú, CEO do naPorta, enxergaram uma possibilidade pouco explorada no mercado.  

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O interesse pela área não deixa de ter embasamento antes de ser lançado: o Data Favela em parceria com a Cufa e o Instituto Locomotiva mostra que existem mais de 15 mil comércios mapeados com CNPJ. Com mais de 13 mil favelas no Brasil, 5 milhões de domicílios e mais de 17,1 milhões de moradores, o mercado dentro das comunidades é cercado de preconceitos e vista grossa por empresários de fora das favelas.

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Quando ampliado, o projeto fará com que as empresas que quiserem se inscrever no serviço estejam isentas de taxa de serviço, e os entregadores contratados como MEIs terão pagamento por entrega duas vezes maior do que a média do mercado de entregas. Como muitos dos entregadores moram justamente nas regiões onde diversos aplicativos de delivery tradicionais não atuam, a parceria entende que tais funcionários terão rotinas menores e gastarão menos tempo e dinheiro com locomoção. 

“O dono do estabelecimento tem dois grandes problemas: é muito caro ter uma logística […] e o outro problema é que muitas vezes a comida começa a empilhar e o empreendedor não consegue fazer todas as entregas”, explica Denis. A ideia do projeto é simplificar os processos dos pedidos para os empreendedores e trazer agilidade para os donos das marcas e para os consumidores. 

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Já para Sanderson, outra preocupação importante para a fundação do empreendimento é trazer a entrega que, muitas vezes, fica parada nos Correios. “Eu venho de uma periferia de São Paulo, e muitas vezes tive que ir ao Correio para conseguir pegar uma compra que fiz, porque eu tenho que pagar o frete e ainda assim ir pegar no correio?”, questiona. 

O naPorta já opera sozinha como serviço de logística em algumas comunidades cariocas e paulistanas, e a expansão para algumas paulistanas já está nos planejamentos da marca. 

O projeto tem data inicial para o lancaçamento marcado para esta segunda-feira, 15 de agosto, na favela Rio das Pedras, no Rio de Janeiro. Até o final de 2022, as empresas têm como alvo outras 10 favelas no Rio de Janeiro e em São Paulo. A visão da parceria é algum dia chegar também a comunidades ribeirinhas e áreas de difícil acesso, a partir da expansão do negócio.

Fonte: IG ECONOMIA

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