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Bolsonaro “não tem o menor conhecimento” sobre o coronavírus, diz Caiado

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DIVULGAÇÃO/GOVERNO DE GOIÁS

Governador de Goiás, Ronaldo Caiado

O governardor de Goiás , Ronaldo Caiado , disse que ficou “indignado” com o discurso do presidente Jair Bolsonaro em rede nacional de televisão e rádio nesta terça-feira (24) e que o presidente “não tem o menor conhecimento” sobre o novo coronavírus . A declaração foi dada ao jornal Folha de S. Paulo , ao qual ele também disse que achou que o vídeo exibido fosse “uma montagem”.

Em sua mensagem, Bolsonaro voltou a minimizar o risco do vírus, o chamando de “gripezinha” e “resfriadinho”, e atacou medidas adotadas pelos estados de restrição ao funcionamento de atividades econômicas, dizendo que era preciso abandonar a ideia de “terra arrasada”.

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“Minha indignação é ele tratar de um assunto do qual ele não tem o menor conhecimento. Não se assessorou de ninguém para produzir um texto tão irresponsável”, afirmou Caiado.

O governador, que é médico, também impôs limitações ao comércio em Goiás para amenizar os efeitos do vírus e criticou o risco econômico como argumento para flexibilizar essas medidas.

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“Ele [Bolsonaro] deve ter sido contaminado por algum empresário que só enxerga cifrão”, disse. “Está mais preocupado com CNPJ do que com CPF.”

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Decreto editado por Bolsonaro permite atividades religiosas durante pandemia

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Permissão para cultos tem gerado polêmica no Brasil

O Diário Oficial da União desta quinta-feira (26) publicou a edição de um decreto feita pelo presidente Jair Bolsonaro que classifica atividades religiosas como essenciais durante a pandemia de coronavírus.

Por meio deste decreto, o funcionamento de templos religiosos fica permitido em todo o país mesmo durante o período de quarentena. A autorização, porém, é feita mediante compromisso dos templos de seguir as orientações dadas pelo Ministério da Saúde no momento de crise.

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Além dos templos religiosos, são consideradas atividades essenciais durante os tempos de pandemia: serviços de lotérica, de geração e transmissão de energia, de produção de petróleo, de pesquisa científica e laboratorial e de atividades médico-periciais.

Além dessas, atividades como assistência à saúde, transporte intermunicipal e interestadual e segurança pública também são consideradas essenciais.

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