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Bolsonaro descarta trocas ministeriais e elogia Guedes e França em SP

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Bolsonaro não quis falar sobre a faixa presidencial
Reprodução/rede social

Bolsonaro não quis falar sobre a faixa presidencial

O presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou nesta segunda-feira em Sâo Paulo que não vai fazer trocas ministeriais em seu governo e citou nominalmente supostas críticas aos ministros Carlos França (Relações Exteriores) e Paulo Guedes (Economia).

A uma plateia de empresários, executivos e investidores do agronegócio, o presidente afirmou que o titular do Itamaraty, Carlos França, está sendo “fustigado” e negou supostos rumores de que o minsitro seria substituído. O presidente falou por 15 minutos e compareceu ao Global Agribusiness Forum acompanhado por sete deles.

“Não há motivo nenhum para trocar qualquer ministro agora. Se tivesse, jamais chegaria ao conhecimento da mídia, exceto no dia da publicação”, disse Bolsonaro, ao comentar que França estaria sendo “fustigado”.

O ministro tem sido criticado por ter articulado o convite a embaixadores para o evento em que Bolsonaro fez um discurso golpista de ataque ao sistema eleitoral sem provas, realizado na semana passada.

Ao falar sobre o trabalho do ministro Paulo Guedes, Bolsonaro afirmou que “muita gente já pediu a cabeça dele” e elogiou a atuação do ministro durante a pandemia, com a liberação de recursos que permitiram o pagamento do auxílio emergencial.

Acompanham Bolsonaro, ainda, o candidato ao governo paulista Tarcísio de Freitas (Republicanos) e o candidato bolsonarista ao Senado em Sâo Paulo, Marcos Pontes (PL).

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Fonte: IG Política

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Pacheco critica ataques entre candidatos: “Precisamos discutir ideias”

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Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, durante sessão
Waldemir Barreto/Agência Senado – 30.06.2022

Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, durante sessão

Nesta segunda-feira (15), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), usou seu perfil no Twitter para criticar o comportamento dos candidatos Ciro Gomes (PDT), Jair Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O senador seguiu o mesmo tom que foi adotado por Simone Tebet (MDB).

“Precisamos voltar a discutir ideias e direcionar nossos esforços para a busca de soluções que tragam prosperidade para o Brasil e para os brasileiros”, afirmou Pacheco, sem citar nomes.

O posicionamento do senador não é por acaso. Nas últimas semanas, os três primeiros colocados intensificaram os ataques nas redes sociais e entrevistas. Ciro, por exemplo, tem chamado Lula e Bolsonaro de corruptos.

Já o ex-presidente tem acusado o atual chefe do executivo federal de ser genocida por causa da política sanitária adotada durante a pandemia. Além disso, o petista tem afirmado que o segundo colocado nas pesquisas tem “distribuído dinheiro” para vencer a eleição.

Bolsonaro vem chamando Lula de corrupto e bêbado. O presidente da República ainda tem dito que o retorno do seu adversário ao poder fará o Brasil quebrar.

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Apenas Tebet que optou por seguir um discurso diferente. Nesta segunda, em conversa com jornalistas após o Encontro com Líderes do Varejo do IDV (Instituto para o Desenvolvimento do Varejo), em São Paulo, a emedebista declarou que o Brasil precisa de paz. No entanto,  alfinetou os dois primeiros colocados nas pesquisas, acusando-os de se “alimentarem do radicalismo”.

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Fonte: IG Política

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