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Bolsonaro culpa estados pelos 9 milhões de desempregados na pandemia da Covid-19

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Jair Bolsonaro em live no Facebook nesta quinta-feira (6)
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Jair Bolsonaro em live no Facebook nesta quinta-feira (6)

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) culpou nesta quinta-feira (6) “parte” dos governadores e prefeitos pelo número de quase  9 milhões de novos desempregados no Brasil em meio à pandemia da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2).

Segundo Bolsonaro, os políticos que decidiram apoiar o fechamento do comércio e o isolamento social nos respectivos têm responsabilidade pelos números de vagas fechadas no mercado de trabalho.

“Quase nove milhões perderam empregos no segundo trimestre no pico da pandemia. Eu já vinha falando lá atrás que tinha no mínimo duas ondas. A questão da vida, tem que se preocupar com ela, sim. Depois a questão da recessão, que, muita gente diz, eu também digo, que esse efeito colateral é mais grave que aquele do próprio vírus. Alguns falando lá atrás: ‘economia se recupera, saúde, não’. Eu sei disso. Tem que fazer uma conta de chegada. Não pode ser ‘fecha tudo'”, afirmou.

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Ao comentar as demissões, o presidente ainda citou o Supremo Tribunal Federal (STF) e disse que as medidas determinadas pela Corte eram de competência exclusiva de governadores e prefeitos. “Então, desemprego, em grande parte, alguns governadores e prefeitos têm essa responsabilidade”, disse Bolsonaro.

Segundo pesquisa do IBGE, 8,9 milhões de pessoas perderam o emprego no segundo trimestre deste ano. O número de pessoas ocupadas caiu 9,6% no período, em relação ao trimestre anterior. O percentual representa 8,8 milhões pessoas que não estão mais trabalhando.

Essa é a maior redução desde o início da série histórica do instituto, iniciada em 2012. Em relação ao segundo trimestre de 2019, o recuo foi de 10,7% (10 milhões de pessoas a menos). A queda também é um recorde.

Com isso, a taxa de desemprego no país chegou a 13,3%, a maior em três anos, atingindo 12,8 milhões de pessoas.

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Caixa encerra depósitos do FGTS nesta segunda; veja se receberá R$ 1.045

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Brasil Econômico

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Tomaz Silva/Agência Brasil

Caixa deposita última leva do FGTS emergencial nesta segunda-feira (21)

A Caixa Econômica Federal encerra nesta segunda-feira (21) os depósitos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) emergencial, com pagamentos de até um salário mínimo, R$ 1.045 , aos trabalhadores com contas vinculadas ao Fundo. O dinheiro pode sair de contas inativas – de empregos anteriores – e ativas – do atual emprego.

O saque do  FGTS emergencial  pretende ajudar os trabalhadores afetados pela pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2). Ao todo, o governo pretende injetar R$ 37,8 bilhões na economia, beneficiando cerca de 60 milhões de trabalhadores. O pagamento será feito por meio da conta poupança digital da Caixa, e o dinheiro pode ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem .

O valor do saque é de até R$ 1.045, um salário mínimo, considerando a soma dos valores de todas as contas ativas (emprego atual) ou inativas (empregos anteriores) com saldo no FGTS. Cada trabalhador tem direito a receber até um salário mínimo de todas as contas ativas e inativas do fundo.

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Nesta fase, o dinheiro poderá ser movimentado apenas por meio do aplicativo Caixa Tem . A ferramenta permite o pagamento de boletos (água, luz, telefone), compras com  cartão de débito virtual em sites e compras com  QR code (versão avançada de código de barras) em maquininhas de cartão de lojas parceiras, com débito instantâneo do saldo da poupança digital.

Liberação para saque

O dinheiro só será liberado para saque ou transferência para outra conta bancária a partir de 14 de novembro para os trabalhadores nascidos em dezembro. O calendário de crédito na conta poupança digital e de saques foi estabelecido com base no mês de nascimento do trabalhador.

Até agora, a Caixa creditou o saque emergencial do FGTS para os trabalhadores nascidos de janeiro a novembro. Os beneficiários nascidos em dezembro são os últimos a receberem e só poderão sacar o dinheiro depositado nesta segunda (21) em 14 de novembro.

O pagamento está sendo realizado conforme calendário a seguir:

  • Nascidos em janeiro: crédito em 29 de junho, saque em 25 de julho;
  • Nascidos em fevereiro: crédito em 6 de julho, saque em 8 de agosto;
  • Nascidos em março: crédito em 13 de julho, saque em 22 de agosto;
  • Nascidos em abril: crédito em 20 de julho, saque em 5 de setembro;
  • Nascidos em maio: crédito em 27 de julho, saque em 19 de setembro;
  • Nascidos em junho: crédito em 3 agosto, saque em 3 de outubro;
  • Nascidos em julho: crédito em 10 de agosto, saque em 17 de outubro;
  • Nascidos em agosto: crédito em 24 de agosto, saque em 17 de outubro;
  • Nascidos em setembro: crédito em 31 de agosto, saque em 31 de outubro;
  • Nascidos em outubro: crédito em 8 de setembro, saque em 31 de outubro;
  • Nascidos em novembro: crédito em 14 de setembro, saque em 14 de novembro; e
  • Nascidos em dezembro: crédito em 21 de setembro, saque em 14 de novembro.
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Orientações

A Caixa orienta os trabalhadores a verificar o valor do saque e a data do crédito nos canais de atendimento eletrônico do banco: aplicativo FGTS, site  fgts.caixa.gov.br e telefone 111 (opção 2). Caso o trabalhador tenha direito ao saque emergencial, mas não teve a conta poupança digital aberta automaticamente, deverá acessar o aplicativo FGTS para complementar os dados e receber o dinheiro.

O banco alerta que não envia mensagens com pedido de senhas, dados ou informações pessoais. Também não envia links nem pede confirmação de dispositivo ou acesso à conta por e-mail, SMS ou WhatsApp.

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