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Bolsonaro confirma que passará por nova cirurgia para corrigir hérnia

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Essa será a sétima cirurgia do presidente desde o atentado de setembro de 2018
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Essa será a sétima cirurgia do presidente desde o atentado de setembro de 2018

O presidente Jair Bolsonaro confirmou nesta sexta-feira (16) que deve passar por mais uma cirurgia como consequência do atentado sofrido em setembro de 2018, quando era candidato à Presidência e foi atingido por uma facada.

Nesta sexta, questionado por um apoiador, Bolsonaro brincou com a necessidade de um novo procedimento.

— Tu é muito curioso, hein, cara? Eu estou ficando meio barrigudo, acho que vai ser lipoaspiração. Pega mal, também, fazer lipo, botox, né? Mas talvez esse ano mais umazinha, mas é tranquila. Hérnia. Eu tenho uma tela aqui na frente, tá saindo o bucho pelo lado, então tem que botar uma tela do lado — afirmou.

Essa será a sétima cirurgia do presidente desde o atentado de setembro de 2018, embora nem todas elas tenham sido devido ao ataque sofrido pelo então candidato. O presidente foi operado no dia da facada, ainda em Juiz de Fora. Dias depois, passou por uma nova cirurgia para desobstrução do intestino.

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Após assumir a presidência, fez uma cirurgia para retirar a bolsa de colostomia. Em setembro de 2019, passou por uma cirurgia para retirada de uma hérnia na cicatriz de uma das operações anteriores, que é normal em operações no intestino.

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Além disso em 2020, Bolsonaro realizou duas cirurgias que não tinham relação com o ataque. Em janeiro, o presidente realizou uma vasectomia, procedimento realizado por homens que não desejam mais ter filhos. Em setembro do ano passado, o presidente retirou um cálculo renal.

Durante a conversa no Palácio do Alvorada, gravada e publicada nas redes sociais por apoiadores do presidente, Bolsonaro falou que será “o último” a se vacinar. O presidente disse que deixará que outras pessoas, que estão “apavoradas”, possam se imunizar antes.

— Tem muita gente apavorada, aguardando a vacina. Deixa as pessoas tomarem na minha frente. Eu vou tomar, mas por último. Acho uma atitude louvável. Tem gente que não sai de casa, está apavorada dentro de casa — afirmou.

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PGR rejeita investigar Bolsonaro por cheques depositados a Michelle por Queiroz

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Procurador-Geral da República Augusto Aras
Reprodução: iG Minas Gerais

Procurador-Geral da República Augusto Aras

O procurador-geral da República Augusto Aras rejeitou um pedido feito ao Supremo Tribunal Federal ( STF ) para abertura de inquérito contra o  presidente Jair Bolsonaro por causa de cheques depositados pelo ex-assessor Fabrício Queiroz para a primeira-dama Michelle Bolsonaro.

Um advogado entrou com pedido no STF para que fosse aberto inquérito pelo crime de peculato , desvio de recursos públicos, com base nas reportagens publicadas na época a respeito dos repasses.

A manifestação foi enviada ao ministro Marco Aurélio Mello , relator do pedido no STF. Agora, cabe ao ministro decidir se acolhe o pedido da PGR. O padrão, no caso de arquivamentos de investigação, é que o STF mantenha o posicionamento da PGR, já que é o órgão responsável por investigar autoridades com foro privilegiado.

Aras argumentou que o Ministério Público do Rio já apresentou denúncia contra o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) a respeito do assunto, mas não encaminhou à PGR nenhum indício de crime envolvendo Jair Bolsonaro. Por isso, diz Aras, apenas as notícias veiculadas na imprensa não constituem elemento suficiente para abertura de investigação.

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“É notório que as supostas relações espúrias entre o Senador Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz, seu ex-assessor na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, foram objeto de oferecimento de denúncia, na primeira instância, em desfavor de ambos e de outras pessoas supostamente envolvidas nos crimes correlatos. Inexiste notícia, porém, de que tenham surgido, durante a investigação que precedeu a ação penal em curso, indícios do cometimento de infrações penais pelo Presidente da República”, escreveu.

Prosseguiu Aras : “Os fatos noticiados, portanto, isoladamente considerados, são inidôneos, por ora, para ensejar a defagração de investigação criminal, face à ausência de lastro probatório mínimo”.

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