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Bloco de Lira é protocolado adicionando dois partidos: PSL e Podemos

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Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados

O deputado Arthur Lira, do PP do Alagoas

O PSL já faz parte do bloco de partidos do candidato Arthur Lira (PP-AL) à presidência da Câmara . A legenda tinha fechado acordo com Baleia Rossi (MDB-SP), adversário do deputado do PP na eleição de 1º de fevereiro, mas houve uma reviravolta. Já o Podemos, que ainda não fez um anúncio formal, também se juntou ao grupo.

Na terça-feira (21), Lira conquistou a maioria de assinaturas da bancada do PSL. Com a adesão de mais quatro dissidentes, ele conseguiu o número necessário para que o partido fosse incorporado ao grupo: 19 entre os 36 deputados com atividades regulares do PSL.

“A Mesa Diretora acaba deferir a adesão da entrada do PSL no nosso bloco. Prevaleceu a vontade dos deputados”, escreveu Lira nas redes sociais.

Protocolado na Câmara , o bloco de Lira já supera o do adversário e passa a contar com o apoio de 11 partidos, que somam 242 deputados no exercício do mandato: PSL, PL, PP, PSD, Republicanos, PTB, PROS, Podemos, PSC, Avante e Patriota.

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Na quinta-feira, a presidente do partido, Renata Abreu (SP), jantou com Lira em São Paulo, onde se juntou aos apoiadores da candidatura . Procurada pelo GLOBO, ela não respondeu o motivo pelo qual a aliança ainda não foi anunciada. Aliados de Rossi já tinham jogado a toalha e considerado inevitável que a sigla se posicionasse a favor de Lira.

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Baleia Rossi conta com o apoio declarado de outras 11 siglas: PT, MDB, PSDB, PSB, DEM, PDT, Solidariedade, Cidadania, PCdoB, PV e Rede, com apoios de 236 parlamentares.

Na quarta-feira, perguntado sobre o apoio de deputados do PSL a Lira, o presidente da Câmara e aliado de Rossi, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que a situação não estava definida. “Até o dia primeiro os blocos podem ser mantidos ou modificados. Ainda tem muito jogo pela frente.”

Para que um partido integre um bloco na Câmara, mais da metade da bancada precisa concordar com a aliança. O PSL tem 53 parlamentares , mas 17 estão suspensos pela própria sigla por infidelidade partidária.

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Após decisão da Mesa da Casa, Lira precisou buscar do apoio da maioria dos 36 parlamentares que ainda estão com as atividades regulares.

Parlamentares bolsonaristas comemoraram a inclusão do partido no bloco de Lira, candidato apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro.No início do mês, eles tinham sofrido uma derrota, quando o comando da Casa decidiu não levar em conta as assinaturas do deputados suspensos por infidelidade partidária.

“Ainda reverteremos o fato de Rodrigo Maia não ter reconhecido o apoio dos 17 deputados suspensos ilegitima e ilegalmente. Ele quer nos transformar em parlamentares de segunda classe, em detrimento e desrespeito ao VOTO POPULAR. Nunca foi um democrata; agora isso fica cada vez mais claro”, escreveu o ex-líder do governo Major Vitor Hugo (PSL-GO).

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Em uma semana, Bolsonaro nomeia segundo militar para cargo em seu governo

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Almirante Rocha, novo secretário de Comunicação Social do governo Bolsonaro
Ministério da Defesa/Divulgação

Almirante Rocha, novo secretário de Comunicação Social do governo Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro deve causar mais uma mudança em seu governo. O almirante Rocha, militar, será o mais novo secretário de Comunicação Social , cargo antes ocupado por Fabio Wajngarten. As informações foram apuradas pelo blog da Andréia Sadi, do G1. 

Rocha é considerado um dos conselheiros mais próximos de Bolsonaro, com suas características em comum, também tem um bom relacionamento com outras áreas do governo, como por exemplo, a ala militar. Já Wajngarten apresentava um perfil mais contrário ao dos militares. Tinha uma relação com críticos de militares, com isso perdeu o apoio dos militares que ocupavam cargos no Palácio do Planalto

A preferência pelo almirante Rocha foi feita pelo ministro Fabio Faria, a quem o almirante será inferior. Há um plano para que Wajngarten ocupe um cargo no  Planalto, pois ele é uma pessoa de confiança do presidente Bolsonaro, porém, segundo auxiliares presidenciais, ele está na pasta errada. 

Com isso, Rocha se torna o segundo militar só nesta semana que foi promovido por Jair Bolsonaro, O general Luna e Silva foi escalado para ser o novo comandante da Petrobras. 

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