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Black Friday 2020 termina com 9160 reclamações; confira o principal motivo

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Lorena Amaro

Black Friday


O Reclame Aqu i realizou o seu balanço anual de reclamações na Black Friday e neste ano, diferente do esperado, o saldo não foi tão alto quanto o esperado. Foram registradas 9160 reclamações no evento deste ano contra 8800 queixas em 2020. 

O minotramento teve início na quarta-feira (25/11) com encerramente às 23h59 de sexta-feira (27). Do início da análise até as primeiras horas do dia da Black Friday houve evolução no número de reclamações, mas segundo o Reclame Aqui, as promoções da Méliuz, do Burger King, do McDonalds e do Mercado Pago, em 2019, fizeram com que a taxa de queixas explodisse na reta final do evento de promoções.

Em 2020, 27% das reclamações ocorreram em casos de propaganda enganosa , enquanto na edição do ano passado os principais problemas envolveram logística e infraestrutura. Uma novidade deste ano foi a consolidação do hábito de compras online por causa da pandemia de Covid-19, estima-se que 7 milhões de novos consumidores compraram online pela primeira vez nesta Black Friday.

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“A Black Friday 2020 foi do atendimento, da experiência do cliente e da logística. Valeu porque as empresas venderam, os consumidores compraram e não teve muita loucura. Até porque, desconto, mesmo, foi mediano. Vamos ver agora como o investimento em logística vai fazer a diferença nos próximos dias”, analisa o fundador e CEO Global do Reclame AQUI, Mauricio Vargas.

Segundo o levantamento, a edição deste ano não trouxe grandes promoções  para o consumidor porque alta do dólar impediu que os comerciantes pudessem variar o preço de eletrônicos, que representam boa parte da procurar por descontos neste período.

Outra área que também não garantiu grandes ofertas foi a de eletrodomésticos, pois, de acordo com o Reclame Aqui, os estoques foram esvaziados durante a pandemia do novo coronavírus, um período em que as famílias passaram a comprar mais produtos dessa linha porque passaram a ficar mais tempo em casa.

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Brasileiros voltarão a entrar nos Estados Unidos

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Guilherme Dotto

Brasileiros voltarão a entrar nos Estados Unidos

A partir de 26 de janeiro, o presidente dos EUA, Donald Trump, retirará as proibições de entrada para muitos dos cidadãos não americanos que nos últimos dias antes da viagem para o país norte-americano, estiveram no Brasil ou em grande parte da Europa.

Para passageiros partindo do Brasil, a restrição estava valendo desde março de 2020. Em novembro, o governo já considerava suspender as restrições, que estavam impostas em resposta à pandemia, após obter o apoio de membros da força-tarefa contra o vírus e funcionários de saúde pública.

Os novos requisitos de teste para comprovar que está livre do vírus entram em vigor para todos os visitantes internacionais no mesmo dia do termino das restrições.

Você viu?

Mesmo com a decisão de Trump, o presidente eleito Joe Biden não pretende retirar as restrições de entrada no país, como disse sua porta-voz nesta noite (18).

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