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Biden diz ser normal Fed aumentar juros para controlar inflação

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Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden vê alta nos juros como
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Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden vê alta nos juros como “normal” para segurar a inflação

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou considerar normal o reajuste na taxa básica de juros anunciado pelo Federal Reserve (Fed), o Banco Central estadunidense. Segundo Biden, a medida foi necessária para controlar a inflação do país, que acumula 9,1% nos últimos 12 meses.

Na quarta-feira (27), o Fed ajustou os juros da economia americana em 0,75 ponto percentual e a taxa deverá variar entre 2,25% e 2,5%. Os efeitos desse aumento, por exemplo, poderão ser encontrados no Produto Interno Bruto (PIB), que caiu 0,9% no segundo trimestre deste ano.

“Não é surpresa que a economia esteja desacelerando à medida que o Federal Reserve (Fed) age para reduzir a inflação”, disse Biden, em comunicado emitido nesta quinta-feira (28).

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O democrata lembrou dos desafios globais após a pandemia de Covid-19 e em meio à guerra na Ucrânia, mas ressaltou a estabilidade econômica dos Estados Unidos e garantiu que o país está no caminho certo. Ele ressaltou a baixa taxa de desemprego – atualmente em 3,6% – e a geração de 1 milhão de empregos no primeiro trimestre.

Joe Biden ainda prometeu recuperar a economia de forma sustentável e lembrou do investimento internacional de US$ 200 bilhões injetados no país. O chefe da Casa Branca ainda mandou indiretas ao Congresso para aprovarem propostas do governo.

“Meu plano econômico está focado em reduzir a inflação, sem abrir mão de todos os ganhos econômicos que obtivemos”, disse.

Fonte: IG ECONOMIA

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Economia

‘Vou ficar envergonhado se a arrecadação cair’, diz Guedes sobre ICMS

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Guedes afirma que teto do ICMS pode ser revisto se estados perderem receita
Isac Nóbrega

Guedes afirma que teto do ICMS pode ser revisto se estados perderem receita

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta terça-feira (16) que a equipe econômica poderá rever o teto do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) , caso os estados provem perda de arrecadação. Guedes participou de audiência de conciliação entre estados e a União, promovida pelo ministro Gilmar Mendes, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF).

Durante o discurso, o ministro disse que as unidades da Federação continuam com o caixa cheio e que eventuais perdas de receita com a fixação do teto do ICMS poderão resultar numa revisão da proposta.

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“Vamos ver o saldo antes de a gente brigar. É extraordinariamente sábia a decisão do ministro Gilmar (Mendes). Vamos ver os números? Se os números mostrarem que houve aumento de arrecadação forte, apesar da redução das alíquotas, então segue o jogo. Se, ao contrário, mostrar que houve prejuízo à Federação, eu mesmo vou ficar envergonhado e vou querer rever”, declarou Guedes. “Ninguém sacrificou (os gastos em) saúde e educação”, continuou.

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Em junho, o Congresso aprovou a fixação do teto do ICMS de 17% a 18% sobre combustíveis, energia elétrica, transportes e comunicações. O Comitê Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz), que representa as Secretarias Estaduais de Fazenda, rechaça a versão do governo e alega que as unidades da Federação perderão R$ 92 bilhões por ano com o teto.

Segundo Guedes, a redução de impostos indiretos (que incidem sobre o consumo), como o ICMS está sendo compensada pela falta de correção da tabela do Imposto de Renda, cuja receita é partilhada com estados e municípios. “A arrecadação de Imposto de Renda está subindo bastante, o que acaba equilibrando a balança”, declarou.

O ministro da Economia voltou a afirmar que as desonerações em vigor neste ano visam a repassar para a população a arrecadação extraordinária com a recuperação da economia. “Além do ICMS, reduzimos impostos como o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). Mesmo assim, estamos com um resultado fiscal muito forte, nunca foi tão forte”, declarou.

Guedes negou existir qualquer conflito entre a União e os estados. Lembrou que, nos últimos anos, o governo federal fechou um acordo em relação à Lei Kandir, transferiu cerca de R$ 11 bilhões da cessão onerosa do pré-sal aos governos locais e concedeu um pacote de ajuda durante a pandemia de covid-19.

“Todo mundo deve ter uma posição mais confortável hoje. Agora, começam a se acumular distorções, como o piso da enfermagem, que talvez se torne insustentável para os municípios em algum momento”, concluiu.

Sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) no início do mês, o piso estabeleceu salário mínimo de R$ 4.750 para enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares de enfermagem e parteiras. O presidente vetou um artigo que previa reajuste anual pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).


Fonte: IG ECONOMIA

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