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Batata e cebola lideram a queda de preços na cesta básica; veja a lista

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Apesar da queda sutil entre fevereiro e março, o preço da cesta básica tem alta de 27% em relação ao ano anterior
Reprodução: iG Minas Gerais

Apesar da queda sutil entre fevereiro e março, o preço da cesta básica tem alta de 27% em relação ao ano anterior


O levantamento mensal do preço da cesta básica, feito pelo Procon-SP em parceria com o Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos), divulgado na última terça-feira (13), revelou que dos 39 produtos pesquisados, 25 encareceram.  Ainda assim, o preço médio da cesta diminuiu 0,10%. A queda foi puxada pelos alimentos , que baratearam 0,41%. O setor de limpeza teve a maior alta, de 6%.

Em relação ao mês anterior, a cesta básica barateou sutilmente. Em fevereiro deste ano, o preço médio era de R$ 1.014,63. Em março, o preço caiu 0,10%, e a média foi R$ 1.013,66.

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No acumulado dos últimos 12 meses, o aumento chega a 27%. Em março de 2020, o preço médio da cesta básica era de R﹩798,10.

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Na variação mensal, 13 produtos diminuíram de preço e 1 permaneceu estável.

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A alimentação lidera as baixas. Entre fevereiro e março, o grupo  teve queda, e foi de R$ 893,56 em fevereiro a R$ 889,90 em março. Entre março de 2020 e de 2021, entretanto, houve alta de 22,73%, já que, naquela época, a média era R$ 687.

As comidas que mais baratearam foram:

  • Batata -16,81%
  • Cebola – 4,94%
  • Queijo Muçarela Fatiado – 4,41%
  • Arroz – 2,96%

Entre as que encareceram, estão:

  1. Bolacha de maisena +9,32%
  2. Ovos + 6,29%.
  3. Carne de segunda 1,96%

Os vilões foram o sabão em pó, com alta de 10,73% em relação ao mês anterior, a bolacha de maizena, que encareceu 9,32% e a água sanitária, com aumento de 6,9%.

Os custos médios dos itens de limpeza doméstica passaram de R$ 46,81, em fevereiro, para R$ 49,65, em março, com variação de 6,07%. No acumulado do ano, as maiores altas foram no sabão em barra, em 15,82%, sabão em pó, 6,85%, amaciante, 4,20% e detergente, 0,61%.

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Decolar adota Pix como opção de pagamento de pacotes de viagem

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Decolar é a primeira empresa de turismo que adota o Pix como modalidade de pagamento
Lorena Amaro

Decolar é a primeira empresa de turismo que adota o Pix como modalidade de pagamento

A agência de viagens Decolar agora aceita  Pix  no pagamento de compras no site e no aplicativo da companhia. A novidade está disponível para todos os clientes desde a última sexta-feira (07). De acordo com a empresa, o objetivo é democratizar o acesso ao turismo com uma modalidade simples e segura de pagamento instantâneo.

Os clientes que quiserem usar o Pix nas plataformas de vendas da Decolar devem selecionar o produto ou serviço para compra normalmente. Ao ser direcionado para a área de pagamento (Como você quer pagar?), basta clicar na opção Pix e escanear o código QR do Pix com o aplicativo bancário (ou outros com leitor de QR code) para finalizar o processo. Não há cobrança de taxas, e o serviço funciona 24 horas por dia, inclusive em fins de semana e feriados.

A Decolar, cuja operação é totalmente on-line, disponibilizou um passo a passo do procedimento no site e no app. A solução de pagamento é integrada ao sistema da Koin, fintech adquirida pela companhia em 2020.

Outras agências

Hotel Urbano  informou que tem planos para inclusão do Pix como forma de pagamento em seus canais de venda, mas ainda sem data para lançamento.

O sistema será implementado no site e no aplicativo da empresa, para pagamento de hotéis, pacotes e boletos; estorno de compras cancelada; e pagamento de fornecedores.

A reportagem perguntou a outras agências de viagens on-line se elas também já usam ou pretendem adotar o Pix como forma de pagamento. O Booking informou que não poderia responder à solicitação até o fechamento da matéria. Hoteis.com não se manifestou.

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