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Avaliamos o revestimento protetor de plásticos Digloss da Soft99

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Revestimento protetivo Digloss Soft99
Divulgação

Revestimento protetivo Digloss Soft99

Silicones que prometem hidratar plásticos peças plásticas e emborrachadas do seu carro e proteger dos raios solares  têm aos montes por aí, mas um que se destaca no meio deles é o revestimento protetivo Digloss da japonesa Soft99 .

De acordo com a empresa, o produto possui grande resistência e pode ser aplicado em caixas de roda, motor, molduras, para-choques (não pintados) e também em partes de borracha .

Após a aplicação, a fabricante garante uma camada que evita que a sujeira pesada não grude e, dessa forma, saia facilmente apenas com um forte jato de água e ainda resiste à várias lavagens .

Um ponto a favor é o poder de alcance nas áreas mais difíceis. Para isso, Há dois tipos de bicos de aplicação: regiões maiores, use o bico curto ( tubinho totalmente abaixado ) e nas menores e de acesso restrito, o bico comprido ( tubinho totalmente levantado ).

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Com todas essas vantagens, compramos o nosso. Nos pneus, aplique direto na área com movimentos de vai e vem. Se quiser menos brilho, borrife-o sobre uma esponja e espalhe. Nas mangueiras e acabamentos plásticos do motor , um pincel será um bom aliado.

No final das avaliações, o produto deixou um acabamento muito próximo do natural e sem aquele aspecto lambuzado. Nas caixas de rodas e suspensões , onde o acesso é restrito, o resultado foi excelente.

Outra das vantagens é que em relação a outros tipos de silicone em spray é que este não escorreu pelo chão da garagem, ou seja, aproveitamento máximo do produto em nosso Honda Fit que foi a cobaia do teste.

O único cuidado que se deve ter é com as as superfícies pintadas que podem manchar por conta do solvente de petróleo contido na composição. Portanto, tenha sempre um pano úmido por perto e jamais aplique nos discos ou tambores de freio.

No teste de resistência, rodamos com o veículo em possas de água e terra e depois daquela sujeira nos para-barros, foi só lavar com uma mangueira com leve pressão e toda a lama foi embora, ponto para o filme protetivo sobre a caixa de roda realmente facilitou nas lavagens posteriores.

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 Vendido nas principais lojas virtuais ao preço médio de R$ 99,90, o Digloss da Soft99 rendeu, ao menos, uns três automóveis (caixas de roda, pneus, acabamentos de motor e grades). Em modelos com para-choques sem pintura, aí o rendimento cai para apenas dois.

Revestimento Protetivo Digloss Soft 99
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Revestimento Protetivo Digloss Soft 99

REVESTIMENTO DIGLOSS SOFT99

Preço médio: R$ 99,90

Mais informações: www.soft99.com.br

Fonte: IG CARROS

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Testamos a gama de eletrificados da Toyota. E até carro a hidrogênio

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Gama completa de eletrificados da Toyota e Lexus mostra as possibilidades de se reduzir as emissões
Guilherme Menezes/ iG Carros

Gama completa de eletrificados da Toyota e Lexus mostra as possibilidades de se reduzir as emissões

A Toyota reuniu modelos para representar todos os níveis de eletrificação que a marca oferece em diferentes países. O único que encontramos no Brasil são os Corolla e Corolla Cross, que são híbridos flex.

Entretanto, pudemos testar também o Prius (que é híbrido plug-in, mas apenas gasolina), o Lexus UX 300e (elétrico, da marca de luxo do grupo Toyota) e o Toyota Mirai , que é um carro elétrico com células de hidrogênio .

A intenção da Toyota é abordar a eletrificação em seus mais diversos níveis, com o entendimento de que cada uma delas tem o seu propósito, dentro das metas globais de sustentabilidade.

Além disso, ressaltam a necessidade de que as emissões de poluentes sejam analisadas não apenas no âmbito do veículo, mas também do restante de toda a cadeia.

Para a fabricante, o etanol — que o Brasil dispõe de forma abundante — é uma fonte energética que oferece muita vantagem competitiva.

Isso porque, além de emitir muito menos partículas de carbono do que a gasolina, um montante considerável de gás carbônico é absorvido pela cana-de-açúcar, enquanto é cultivada. O resultado dessa tese são as versões híbridas do  Corolla  (SUV e sedã).

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O Prius híbrido plug-in não pode rodar com etanol, mas oferece uma vantagem em cima dos Corolla, que é a possibilidade de recarga na tomada de energia. Assim, consegue otimizar ainda mais a autonomia máxima, tanto em modo híbrido, quanto em modo apenas elétrico.

Quanto a este, em nossos testes — no circuito fechado dentro da fábrica da Toyota em Sorocaba (SP) — passamos dos 130 km/h com o Prius, com o motor a combustão desligado.

O próximo passo foi conhecer o SUV compacto elétrico da Lexus . O carro faria muito sentido no Brasil, quando levamos em conta a quantidade de lançamentos que já não trazem mais o motor convencional. Ainda mais quando nos limitamos a analisar o segmento premium.

Tentamos apurar com a Toyota sobre a possibilidade de vinda ao Brasil, só que preferiram não abrir os planos futuros.

O Lexus UX 300e é o mesmo UX 250h , tanto em plataforma, quanto em equipamentos, acabamento e, enfim, todos os outros aspectos. A diferença está no maior tamanho das baterias e do seu motor elétrico, para que entregue até mais desempenho do que a variante híbrida.

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Outro aspecto interessante, ausente em muitos veículos elétricos , é a possibilidade de ligar ou desligar o som artificial que acompanha as acelerações e desacelerações.

Preferimos desligar para, assim, observar os verdadeiros sons dos carros elétricos . Além de um zunido bem baixo (do motor elétrico), o som do vento e da rolagem dos pneus são o que dominam.

Toyota Mirai é tão ecologicamente eficiente, quanto inviável para o Brasil por questões de custos e infraestrutura
Guilherme Menezes/ iG Carros

Toyota Mirai é tão ecologicamente eficiente, quanto inviável para o Brasil por questões de custos e infraestrutura

Por fim, testamos um dos únicos dois carros movidos a hidrogênio que são vendidos no mundo: o Toyota Mirai .

O carro é um sedã de porte grande, abastecido com moléculas de hidrogênio, e as quebra para extrair energia elétrica . Na prática, depois de ocorrer todo esse processo, o Mirai funciona como um carro elétrico convencional. E ele se comporta como tal.

O produto da chamada “eletrólise do hidrogênio” é nada além de vapor d’água. Ele é armazenado em um compartimento que pode ser esgotado manualmente ou automaticamente. O “esgoto”, por sua vez, não é nada nocivo, pois é apenas água pura.

Por que não temos carros a hidrogênio no Brasil? Pois, enquanto não for homologado um método definitivo de fazer a eletrólise do etanol (algo que, há tempos, a Nissan vem desenvolvendo com a USP), abastecer um carro com hidrogênio é completamente inviável.

Segundo a Toyota , o abastecimento completo demora dias e requer uma bomba 700 bar de pressão, que custa US$ 1 milhão, no exterior.

Fonte: IG CARROS

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