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Auxílio: nascidos em abril e novo grupo do Bolsa Família recebem nova parcela

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Marcelo Camargo/ABr

Novos pagamentos serão realizados nesta sexta-feira; confira o calendário completo

Os trabalhadores nascidos em abril recebem, nesta sexta-feira (dia 27), o depósito em conta poupança social digital de mais uma parcela do  auxílio emergencial de R$ 600 ou R$ 300. Esses pagamentos já fazem parte do ciclo 5. O dinheiro, no entanto, somente estará disponível para retirada ou transferência bancária no dia 6 de janeiro.

Esses trabalhadores são informais, autônomos, desempregados sem seguro-desemprego, microempreendedores individuais (MEIs) e inscritos no Cadastro Único sem direito a Bolsa Família. Eles se inscreveram pelo aplicativo Caixa / Auxílio Emergencial, pelo site da Caixa e pelos Correios .

Essas pessoas ainda vão receber uma parcela de R$ 600 (aqueles que começaram a receber o auxílio emergencial em julho, por exemplo, ou tiveram o pagamento suspenso em algum momento e depois liberado) ou uma cota da extensão de R$ 300 (como os que receberam o primeiro benefício em abril, maio ou junho). Tudo vai depender de quando começaram a receber o pagamento da Caixa Econômica Federal .

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Bolsa Família

Ainda nesta sexta-feira, 1,6 milhão de beneficiários do Bolsa Família com Número de Identificação Social (NIS) de final 9 vão sacar o auxílio emergencial extensão, no valor de R$ 300. Esta é a oitava e penúltima cota do auxílio emergencial prevista pelo governo federal.

Na segunda-feira (dia 30), será a vez de os beneficiários com NIS de final 0 receberem o pagamento, encerrando o calendário do Bolsa Família referente a novembro.

O saque poderá ser feito com o cartão original do programa social, numa agência da Caixa, numa casa lotérica ou num correspondente Caixa Aqui .

Contestação de benefício cancelado

Os inscritos no Bolsa Família que vinham recebendo a extensão de R$ 300, mas tiveram o último pagamento cancelado, podem apresentar uma contestação à decisão do governo de cortar o pagamento. O prazo de reclamação, que começou a contar no domingo (dia 22), vai até 2 de dezembro. Todas os pedidos deverão ser feitos pelo site da Dataprev .

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Economia

Guedes vê queda branda na arrecadação de impostos em 2020

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Brasil Econômico

Arrecadação de impostos apresentou queda de 6,91%, a maior desde 2010
Luciano Rocha

Arrecadação de impostos apresentou queda de 6,91%, a maior desde 2010

O ministro da economia, Paulo Guedes , analisou como branda a queda nominal de 3% na arrecadação de impostos em 2020, ante os números registrados em 2019. De acordo com a pasta, o país arrecadou 1,479 trilhão, no entanto, se considerado o número real, o recuo é de 6,91% de arrecadação, a menor desde 2010 .

Guedes ainda ressaltou o trabalho do Ministério da Economia e diminuiu os efeitos causados pela Covid-19 no setor econômico. Para o chefe da pasta, a economia está se recuperando e está se consolidando com a recuperação em V.

“A queda de arrecadação foi branda. Você terminar o ano com pouco mais de 3%, em relação ao impacto inicial de 30%, mostra o vigor da recuperação. Nós fizemos uma recuperação econômica em V”, afirmou.

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A declaração foi dada em coletiva realizada na tarde desta segunda-feira (25) para apresentar os dados de arrecadação da Receita Federal em 2020. O levantamento feito pelo Fisco mostra que, em dezembro, o país arrecadou 159 bilhões em impostos, o que representa um crescimento de 3,18 se comparado ao mesmo mês de 2019.

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O fechamento anual é maior que o esperado por instituições financeiras, que aguardavam arrecadação de 1,46 trilhão em 2020.

Na apresentação dos dados, a Receita Federal listou a crise econômica decorrente da pandemia do novo coronavírus, aumento do desemprego e queda nas vendas de bens para justificar o recuo na arrecadação no ano passado. O Fisco informou que impostos importantes, como o PIS, Cofins e IPI , apresentaram dados negativos nos últimos 12 meses. A receita de IPI caiu 7,01%; e a de PIS/Cofins, 11,92%, no ano passado, descontado a inflação.

O aumento do desemprego reduziu em 7,16% a arrecadação da Previdência Social em 2020, também descontada a inflação.

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