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Auxílio emergencial bancou a alimentação de 77% dos beneficiários, diz estudo

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Redação 1Bilhão Educação Financeira

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77% dos clientes da fintech Neon que receberam o Auxílio Emergencial usaram o benefício para bancar despesas de primeira necessidade, como a alimentação .

Tadeu Rocha, Head de Negócios da Neon, explica que “os números revelam que o cliente que trouxe o auxílio do governo realmente tende a gastar mais com necessidades básicas . O que reforça a importância do benefício como renda principal para milhões de brasileiros”.

Após o recebimento do auxílio, os clientes usaram o valor recebido de diversas formas: 87% utilizaram o cartão (débito/crédito), 63% pagaram contas por boleto, 45% recarregaram o celular e 37% utilizaram o PIX.

Entre maio e dezembro, o número de clientes transferindo o dinheiro do auxílio emergencial para conta digital da Neon cresceu 158%.

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Lira nega orçamento paralelo e diz que são emendas impositivas

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líder do PP, Arthur Lira (AL)
Divulgação/Câmara dos Deputados

líder do PP, Arthur Lira (AL)


O presidente da Câmara dos Deputados , deputado Arthur Lira (PP – AL), negou que exista um orçamento paralelo . Ele garante que aqueles ofícios sobre os quais o jornal O Estado de S. Paulo falou, apelidados na internet de Bolsolão , referem-se às emendas discricionárias dos parlamentares, as chamadas impositivas, a que todos têm direito.

“Não existe isso de orçamento paralelo ou secreto. Tem a programação do que nós aprovamos para os ministérios, e nele há um critério de distribuição equânime. Mas tem emendas impositivas tanto de parlamentar quanto de relator que são discricionárias. Você aponta aquela obra que você tem interesse de fazer, ou o que o município tem interesse de fazer. São ações que têm dentro do orçamento que visam ação discricionária do parlamentar, seja emenda de bancada, individual ou do relator geral”, explicou o presidente da Câmara


A emenda individual tem valor limitado a R$ 8 milhões, e a reportagem mostra que houve parlamentares com valor muito acima disso. E também que houve uma concentração em governistas.

“A oposição toda teve, mas eles analisaram apenas o que aconteceu no MDR (Ministério do Desenvolvimento Regional). Pega na saúde e na educação”, disse.

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