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Audifax Barreto Duarte: um dos maiores incentivadores do esporte capixaba

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Dando prosseguimento à série, iniciada nesta semana, sobre as personalidades homenageadas no Centro de Treinamento Jayme Navarro de Carvalho, a Secretaria de Esportes e Lazer (Sesport) apresenta, nesta sexta-feira (22), a história de Audifax Barreto Duarte, atleta e professor que batiza um dos ginásios poliesportivos do complexo.

Filho de Eleosino Santos Duarte e Adélia Barreto Duarte, Audifax Barreto Duarte nasceu em 12 de setembro de 1915, em Vitória. Casou-se com Dilma Regis Duarte e teve três filhos: Valeska, Fernando Antônio e Audifax Filho.

Como atleta, além de ser considerado um dos principais nomes de sua geração no basquete capixaba, jogou em equipes de futebol de salão e remou em diversas competições ao lado de Wilson Freitas, pelo clube Saldanha da Gama. Mas ganhou maior destaque devido ao seu dinamismo como professor e preparador físico, além da paixão por competições esportivas.

Audifax foi um dos primeiros capixabas a se formar pela Escola Nacional de Educação Física e Desportos, no Rio de Janeiro. Após isso, se tornou preparador de times de futebol como Bangu, no Rio de Janeiro, e o Vitória, no Espírito Santo, além de viajar pelo Brasil ministrando cursos preparatórios para equipes de diversos estados, como Santa Catarina e Paraná.

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De volta ao Espírito Santo, passou a integrar o quadro docente da Escola Superior de Educação Física, onde se tornou professor catedrático – condição de topo do magistério nas instituições de ensino superior universitárias na época –, além de vice-diretor. Lá, ministrava aulas de vôlei e basquete. Também atuou na Escola Técnica de Vitória, onde lecionava a modalidade de ginástica e ocupou o cargo de diretor do Departamento de Administração.

Em meados dos anos 1960, era considerado um dos principais nomes em competições atléticas no Estado, já que contribuía na organização de quase todos torneios e gincanas realizadas. Em consequência disso, recebeu diversas homenagens e premiações de gratificação. Nessa mesma época, chegou a ser convidado por Hélio Soares, então presidente da Federação de Futebol do Espírito Santo (FES), a ocupar uma cadeira no departamento de árbitros.

Além de intitular um dos ginásios poliesportivos do Centro de Treinamento Jayme Navarro de Carvalho, Audifax dá nome a uma rua no Bairro República, em Vitória, e a uma sala de aula do curso de Educação Física da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). O esportista faleceu no dia 29 de novembro de 1973, em decorrência de um acidente vascular cerebral.

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Fonte: Governo ES

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Secult apoia aprovação da Lei de Emergência Cultural

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Com previsão de ir para votação na Câmara Federal, na próxima terça-feira (26), a Lei de Emergência Cultural tem mobilizado os fazedores de cultura do Espírito Santo e do Brasil. Isso porque, se aprovada, a lei pode injetar cerca de R$ 3,6 bilhões na cultura de estados e municípios, com a descentralização de recursos federais. A Secretaria da Cultura do Espírito Santo (Secult) tem trabalhado pela aprovação da Lei, tanto na articulação nacional para sensibilizar legisladores e alinhar propostas quanto na articulação local, ouvindo demandas da sociedade e mobilizando a discussão local.

“A estrutura é de descentralização dos recursos para os UFs e municípios e a partir daí terá uma definição mais exata da aplicação recurso em parte para renda emergencial, ajuda aos espaços culturais e outras ações”, explica o secretário de Estado da Cultura, Fabricio Noronha.

Tramitando em regime de urgência, o Projeto de Lei 1075/2020 versa sobre ações de auxílio emergencial, isenção de impostos e descentralização de recursos federais para benefício dos fazedores de cultura.

O Governo Federal tem um recurso da ordem de R$ 3,6 bilhões, que irá para os Estados se a lei for aprovada e sancionada. “A proposta é que esse dinheiro seja utilizado parte para o auxílio emergencial dos trabalhadores da cultura, parte para o auxílio de espaços culturais, para que esses dois elos da cultura passem por essa pandemia e sobrevivam com esse auxílio emergencial”, comenta o secretário.

O texto do PL aponta que o recurso deve ser descentralizado pra estados e municípios respeitando os critérios do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e Municípios (FPM) somados ao critério do tamanho da população pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Isso significa que, por esse critério, para o Espírito Santo, cerca de R$ 80 milhões serão destinados, entre o Estado e os municípios, preferencialmente, para os fundos de cultura.

Fabricio Noronha destaca ainda que, com mais recursos, os gestores de estados e municípios podem desenvolver mais políticas culturais. “Pode vir para os governos utilizarem seus mecanismos para que os gestores tomem partido desse recurso em suas políticas de cultura com esse investimento federal. Estamos batalhando muito por essa aprovação”, ressalta.

Informações à Imprensa:
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Fonte: Governo ES

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