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Ator venezuelano critica atuação Wagner Moura por causa de sotaque

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Wagner Moura no Festival de Veneza 2019
Reprodução/Instagram/@labiennale

Wagner Moura no Festival de Veneza 2019


O ator venezuelano Guillermo Garcia fez duras críticas à atuação de Wagner Moura em produções estrangeiras. De acordo com a publicação de Garcia em suas redes sociais, ele não consegue entender o que o brasileiro fala. “Sempre me pareceu um dos melhores atores do mundo. Mas não suporto vê-lo fazer colombiano e cubano porque não se entende um ‘carajo'”.

“Sinto falta dos filmes que Wagner Moura fazia no Brasil. Quando falava em português e só em português”, disse em seu Twitter. “Os atores precisam de humildade para reconhecer qual personagem não podemos interpretar. Você sabe, você sente isso e deve ser respeitoso com o nome desse personagem. Desejo que outro ator faça justiça e beneficie a história”, acrescentou.

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Guillermo Garcia é conhecido por trabalhos no cinema e em novelas na Venezuela. O artista ganhou grande reconhecimento quando estrelou o filme “Azul e Não Tão Rosa”, de 2012. Garcia também teve destaque em “A Casa do Fim dos Tempos”, em 2013.

Fonte: IG GENTE

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Jornalista da CNN dá show de homofobia ao falar sobre doação de sangue

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Leandro Narloch virou assunto por conta de um comentário dele durante a exibição do programa “Live CNN” desta quarta-feira (8). O comentarista afirmou ao vivo que a decisão do Supremo Tribunal Federal que libera homossexuais para doarem sangue é uma “mudança pequena” na sociedade e que “gays têm uma chance muito maior de ter Aids”. 


“A mudança na verdade é pequena, ela vai restringir mais a conduta, e não o tipo de pessoa, a opção sexual (sic) do indivíduo. Toda essa polêmica começou porque, não há dúvida disso, os gays, os homens gays, eles têm uma chance muito maior de ter Aids, né? Em 2018, uma pesquisa mostrou que 25% dos gays de São Paulo eram portadores de HIV”, começou Narloch, sem citar a fonte da pesquisa em questão.

“Mesmo que esse número seja exagerado, e de fato ele parece mesmo exagerado, o fato é que é dezenas de vezes maior, maior a chance do que na população geral. A questão é que outros critérios para exclusão já restringem os gays que têm comportamento promíscuo, né?”, continuou Leandro, piorando mais ainda a situação.

Os apresentadores do programa, Marcela Rahal e Phelipe Siani, ficaram sem reação diante das frases ditas pelo comentarista. “Bom, é… A gente acabou de falar sobre essa mudança de protocolo. 2020 e só agora a gente teve retirado de fato esse impedimento de homossexuais fazendo doação de sangue”, falou Siani. “Gente!”, limitou-se a falar Marcela, mudando repentinamente de assunto.

Na internet, a fala do jornalista da CNN Brasil foi bastante criticada. “Rapaz, nunca ouvi tanta merda na minha vida. E olha que acompanho Bolsonaro desde 2013, mas essa supera todas as merdas que o presidente já disse”, disse um usuário do Twitter.

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Fonte: IG GENTE

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