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Atlético-MG vence o Botafogo pela 23ª rodada do Brasileirão

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Em um dos duelos desta quarta-feira (25) que abriram a 23ª rodada do Brasileirão Assaí, o líder Atlético-MG bateu o Botafogo no Mineirão por 2 a 1 e voltou a vencer após dois jogos. Eduardo Sasha e Savarino marcaram para o Galo em Belo Horizonte (MG), e Marcelo Benevenuto diminuiu para o Glorioso. Agora, a equipe mineira tem 42 pontos, três a mais que o segundo colocado Flamengo. Os cariocas seguem no penúltimo lugar, com 20. Veja como foi o confronto:

O Atlético buscou o ataque desde o início do jogo. No entanto, o Botafogo teve as duas primeiras chances: a primeira saiu em finalização fraca de Pedro Raul, logo no minuto inicial. Aos cinco, Rafael Forster obrigou o goleiro Rafael a fazer grande defesa, mas o volante estava impedido. Porém, o Galo não se assustou, manteve o ímpeto e conseguiu abrir o placar aos 16: Keno recebeu na esquerda e cruzou de três dedos para Savarino, que mandou para a rede. Na sequência, o time mineiro não ameaçou tanto. O único lance de perigo aconteceu aos 32, em escanteio fechado de Hyoran que quase terminou em gol olímpico. Por outro lado, o Glorioso não finalizou novamente até o intervalo.

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Mas se o primeiro tempo acabou morno, o segundo começou fervendo. Aos quatro minutos, Savarino recebeu na direita e cruzou para Eduardo Sasha, que testou no ângulo direito de Diego Cavalieri e ampliou o placar para o Galo. O Botafogo reagiu aos sete: Marcinho bateu escanteio na cabeça de Marcelo Benevenuto, que mandou para a rede e diminuiu.

O time da casa voltou a ameaçar aos 12, em chute de Savarino salvo pelo arqueiro botafoguense. Do lado do Glorioso, a bola parada foi arma outra vez aos 22, em cobrança de falta de Marcinho defendida por Rafael. A maré não estava boa para o jogador do Botafogo: aos 31, ele ficou no mano a mano com Keno pela ponta e acabou cometendo pênalti. O próprio Keno bateu, mas Diego Cavalieri pulou no canto esquerdo e pegou sem dar rebote. Na reta final, os cariocas tentaram ir mais ao ataque, mas só conseguiram chegar aos 46, em finalização de Matheus Nascimento por cima do gol. Pouco ameaçado, o Atlético manteve o placar e saiu com a vitória.

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Final da Libertadores entre Palmeiras e Santos terá venda de ingressos solidários

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A venda dos ingressos solidários começa nesta terça-feira (26), pela internet (www.futebolcard.com), por um valor simbólico de R$ 20,00 e não haverá carga limite de bilhetes vendidos. Os torcedores que participarem da campanha receberão por e-mail um ingresso virtual da final para guardarem como recordação e terão a chance de ganhar uma camisa autografada pelos jogadores: cada clube irá presentear 22 de seus fãs participantes com camisas oficiais.

“Será um legado que a final da CONMEBOL Libertadores deixará ao Rio de Janeiro e ao Brasil, que sempre nos recebeu muito bem, inclusive em um momento complicado como este que vivemos. A CONMEBOL apoia a ação impulsionada pelos clubes finalistas e que aponta a ajudar pessoas necessitadas que vivem no Rio. A final única deixa um legado muito mais amplo do que o âmbito esportivo”, explicou Alejandro Domínguez, presidente da CONMEBOL.

Seis organizações sociais foram escolhidas para a campanha, todas com impacto social comprovado e reconhecidas pelo trabalho que realizam: CIEDS, Voz das Comunidades, Instituto Reação, Rede Cidadã, Viva Rio e Luta Pela Paz.

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“Estar na final da CONMEBOL Libertadores é um momento muito especial para a história do Palmeiras. A torcida é a razão de existirmos como instituição e o que move esse esporte tão fascinante. A falta que eles fazem e farão nas arquibancadas no próximo dia 30 será grande, mas não será em vão. Ter a oportunidade de ressignificar esse momento desafiador que estamos passando, em uma ação que ajudará a sociedade como um todo através da renda dos ingressos virtuais, nos mostra que o legado desta final vai além das quatro linhas. Isso nos deixa ainda mais orgulhosos por fazer parte desta história”, disse o presidente da Sociedade Esportiva Palmeiras, Maurício Galiotte.

“A pandemia foi algo que transformou a vida de todas as pessoas em 2020. Poder usar nosso bom momento esportivo para impulsionar o combate a essa doença cumpre a função social do Santos. Estamos muito satisfeitos de fazer parte dessa ação, ainda mais mostrando claramente a união dos dois times e da Conmebol, no principal torneio da América, em prol de entidades sérias, que promovem iniciativas exemplares. Temos certeza de que nossos torcedores estarão conosco em pensamento, incentivando nosso time. Será um espetáculo diferente, com certeza, sem nossas arquibancadas lotadas, mas a Conmebol vem realizando um trabalho que visa a segurança de todos e isso deve ser enaltecido”, falou o presidente do Santos FC, Andres Rueda.

O trabalho das organizações sociais é focado em apoiar os grupos prioritários até que as vacinas cheguem nessas pessoas, oferecendo alimentos, água potável, materiais de higiene pessoal, máscaras, luvas e álcool em gel. Serão atendidas inicialmente pessoas com 60 anos ou mais que vivem em asilos ou instituições, pessoas com deficiência, em situação de rua e moradores de comunidades em extrema vulnerabilidade.

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“Existem muitas pessoas que precisam da nossa ajuda, mesmo sendo do grupo prioritário. São os excluídos socialmente, aqueles que estão no final da fila de vacinação entre os que têm prioridade. Precisamos de apoio para cuidar deles até que estejam imunizados e uma ajuda como essa será muito importante para a continuidade do nosso trabalho”, explicou Vandré Brilhante, presidente do Cieds, organização que administra 93 residências terapêuticas públicas e 16 abrigos no Estado do Rio.

Segundo o ativista Rene Silva, fundador do Voz das Comunidades, as organizações que trabalham com comunidades mais pobres sofrem com uma queda no número de doações. Parte do dinheiro da renda da final será usado pela equipe do Voz para a compra de refeições, que serão distribuídas para as famílias que mais têm sofrido com os efeitos da pandemia.

“As pessoas não conseguem emprego e também não conseguem trabalhar nas ruas. O que a gente mais precisa nesse momento é de doação de alimentos”, declarou Rene Silva, que criou o projeto Prato das Comunidades para alimentar quem precisa, mas também para gerar empregos, movimentando restaurantes e entregadores, dando emprego e oportunidades pra cozinheiros, mototaxistas e funcionários.

Depois desse esforço emergencial, as organizações sociais focarão em ações de mitigação dos impactos causados pela Covid-19, com trabalhos de acesso a educação, integração social e cidadania. A final é única, mas o legado será duradouro.

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