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Ataques de phishing continuam crescendo durante pandemia; saiba se proteger

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Aprenda a se proteger de ataques digitais


Os ataques de phishing a dispositivos móveis no Brasil cresceram 4% de março a abril, segundo levantamento da empresa de cibersegurança Kaspersky. O aumento vem seguido de uma alta de 124%, registrada no mês anterior. 

Ataques de phishing são aqueles nos quais criminosos se disfarçam sob identidades confiáveis ( geralmente de empresas famosas ) a fim de roubar dados dos internautas. E o crescimento registrado em abril, por menor que seja, indica que os golpes desse tipo continuam em alta durante a pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2). 

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No mês passado, quando o aumento de 124% foi registrado pela Kaspersky, a empresa identificou que uma parcela significativa dos ataques de phishing estavam relacionados à pandemia. Muitos produtos e serviços falsos sobre a Covid-19 circularam, sobretudo no WhatsApp

Por outro lado, o envio de malware (programas maliciosos que atacam celulares e computadores das vítimas) diminuiu 14% em abril. Para Thiago Marques, analista de segurança da Kaspesrky no Brasil, isso indica que os cibercriminosos estão focados ainda mais em ataques de phishing.

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“A queda no índice de malware indica que os cibercriminosos estão se voltando para outras técnicas que estão dando mais retorno e que voltamos a um patamar ‘normal’ após um período de vunerabilidade gerado pela adoção massiva do home office pelas empresas. Porém os ataques de phishing se mantêm com um grande potencial de sucesso e o internauta precisa prestar atenção a esta ameaça”, diz o especialista. 

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Como não cair em um ataque de phishing

Apesar de muito disseminados, os ataques de phishing são fáceis de serem evitados pelos usuários, bastando apenas alguns cuidados. Confira as dicas:

  • Desconfie de promoções boas demais para ser verdade ou mensagens muito alarmantes e urgentes;
  • Toda vez que receber links por e-mail, SMS ou WhatsApp, desconfie. Cheque se o endereço não parece suspeito ou estranho;
  • Antes de clicar em um link, veja se ele é exatamente o endereço do serviço que diz representar, sem erros de ortografia ou mudanças de letras. Um ‘i’ maiúsculo, por exemplo, pode facilmente ser substituído por um ‘l’ minúsculo;
  • Na dúvida, acesse a página oficial da empresa ao invés de clicar no link. As redes sociais da companhia também podem trazer informações sobre o tema. Por exemplo, se você recebeu uma promoção de uma loja online, vá diretamente ao site oficial da loja e procure pela oferta, ao invés de clicar no link recebido;
  • Na dúvida da veracidade do endereço, não insira seus dados pessoais.
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iPhones “à prova d’água” rendem multa superior a R$ 63 milhões à Apple

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Emerson Alecrim

iPhones “à prova d’água” rendem multa de € 10 milhões à Apple

Talvez você se lembre que, em setembro, o Procon-SP notificou a Apple por não cobrir danos que iPhones sofreram após contato com água — os aparelhos são promovidos como tendo esse tipo de proteção. No Brasil, o assunto não avançou até agora. Na Itália, a situação é diferente: a AGCM, órgão antitruste do país, multou a Apple em € 10 milhões (cerca de R$ 63,6 milhões, em valores desta segunda, 30) por causa do problema.


Basicamente, a AGCM afirma (PDF) que a Apple pratica propaganda enganosa ao não ser clara o suficiente sobre quais condições a resistência à água dos iPhones é válida. Sendo mais específico, a entidade argumenta que a Apple não deixa implícito que a resistência a profundidades de até 4 m por até 30 minutos só ocorre sob determinadas circunstâncias.

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Um exemplo: os materiais promocionais da Apple não informam com clareza que esses limites só foram alcançados em testes laboratoriais feitos com água parada e pura, não em condições cotidianas de uso.

Problemas desde o iPhone 7

O problema não é recente. Os tais limites podem variar de acordo com a geração do iPhone, mas há afirmações sobre o assunto em materiais promocionais de praticamente todos os modelos lançados pelo menos desde o iPhone 7.

A AGCM também considera inadequado a Apple não incluir danos causados por água na garantia do iPhone, mesmo com os materiais promocionais ressaltando a característica de resistência a líquidos da linha.

Até o momento, a Apple não se pronunciou sobre o assunto. Vale lembrar que essa não é a primeira multa que a companhia recebe na Itália. Em 2018, Apple e Samsung foram multadas em € 5 milhões cada uma sob acusação de prática de obsolescência programada.

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