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Ataque hacker: PGR pede dados à PF por suposto envolvimento de deputados do PSL

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Augusto Aras solicita apuração do envolvimento de quatro deputados do PSL
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Augusto Aras solicita apuração do envolvimento de quatro deputados do PSL

O procurador-geral da República, Augusto Aras, solicitou o compartilhamento de informações do inquérito que investiga a invasão hacker ao sistema do Tribunal Superior Eleitoral, no dia do primeiro turno das eleições municipais .

O pedido da PGR é apurar o suposto envolvimento de parlamentares que têm foro privilegiado. Quatro deputados federais foram citados na representação que deu início ao caso, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), Filipe Barros (PSL-PR), Carla Zambelli (PSL-SP) e Bia Kicis (PSL-DF).

Segundo informações da CNN Brasil , o pedido da PGR atende a uma notícia crime apresentada pela Safernet, ONG parceira do Ministério Público no monitoramento da internet, que pediu investigação sobre “campanha de desinformação” e “ataque cibernético” no dia da eleição.

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Inicialmente essa representação foi levada ao vice-procurador-eleitoral, Renato Brill de Góes. Ao analisar o pedido, ele avaliou que os supostos crimes citados são comuns e não eleitorais, e encaminhou para o procurador-geral Augusto Aras adotar providências.

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Bolsonaro pode ser investigado por gastos milionários: leite condensado e alfafa

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Presidente Jair Bolsonaro
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Presidente Jair Bolsonaro

A Procuradoria-Geral da República ( PGR ) recebeu uma ação enviada pelo deputado David Miranda (PSOL-RJ), solicitando que o procurador-geral, Augusto Aras , investigue sobre as despesas de R$ 1,8 bilhão do governo federal em bebidas e alimentos em 2020. As informações foram apuradas pela Folha de São Paulo. 

A demanda também foi assinada pelas deputadas Sâmia Bomfim (PSOL-SP), Fernanda Melchionna (PSOL-RS) e Vivi Reis (PSOL-PA). O deputado Miranda pede que, a PGR apure sobre o caso e responsabilize o presidente Jair Bolsonaro

O Metrópole divulgou as informações sobre os gastos do atual presidente e aponta que os números tiveram um aumento de 20% em comparação ao ano de 2019. Por exemplo, R$ 2,5 milhões foram designados a compra de vinhos para o Ministério da Defesa, R$ 15 milhões foram gastos em leite condensado e R$ 2,2 milhões em gomas de mascar. 

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Segundo Miranda, “um conjunto de fatores que vai desde a ineficiência do governo federal no enfrentamento das crises ora instaladas, passando pelo aumento do desemprego e cortes de orçamento da agricultura familiar, até as políticas neoliberais e ultra neoliberais fomentadas pelo Ministério da Economia que geram o crescimento da pobreza e da extrema pobreza de forma acelerada”. 

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“Ainda, há que se falar do desmonte das políticas de segurança alimentar e nutricional e soberania alimentar. Nesse sentido, esse desmonte vai ao encontro do agravamento das condições de vida da população pobre, que ficou completamente desprovida de assistência, gerando, assim, um quadro de crescimento da pobreza e abandono”, continua o deputado. 

“Tal situação de caos e fome, aliada à atual crise sanitária decorrente da Covid-19, evidencia mais ainda o grau de desigualdade, o grau absurdo de pobreza e falta de condições da população trabalhadora de viver uma vida digna”, declarou. 

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