Política Nacional

Associação dos diplomatas defende o sistema eleitoral brasileiro

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Urna eletrônica
Divulgação/TSE

Urna eletrônica

Dois dias depois de o  presidente Jair Bolsonaro atacar o sistema eleitoral brasileiro e insinuar, em reunião com cerca de 70 embaixadores estrangeiros no Palácio da Alvorada, que as eleições no Brasil não são transparentes, a Associação dos Diplomatas Brasileiros (ADB) divulgou uma nota, nesta quarta-feira, em defesa das urnas eletrônicas.

Segundo a entidade, a justiça eleitoral brasileira é plenamente confiável e o sistema eletrônico de votação é uma conquista da democracia brasileira.

Segundo a ADB, desde sua implantação, em 1996, o sistema brasileiro de votação eletrônica é objeto de reiteradas demandas de cooperação internacional de transferência de conhecimento e tecnologia.

“Ao longo desse tempo, a diplomacia brasileira testemunhou sempre elevados padrões de confiabilidade que se tornaram referência internacional indissociável da imagem do Brasil como uma das maiores e mais sólidas democracias do mundo. Essa é uma conquista da sociedade brasileira no processo de consolidação de suas instituições democráticas, para a qual a diplomacia nacional muito se orgulha de contribuir no exercício de suas atividades”.

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A nota, assinada pela embaixadora Maria Celina de Azevedo Rodrigues, presidente da ADB, destaca que, por décadas, os diplomatas brasileiros têm atuado em apoio às autoridades eleitorais do país para a organização e a realização das eleições presidenciais.

Os profissionais atuam em mais de 200 cidades espalhadas pelo mundo onde há repartições consulares, além de 33 seções adicionais em localidades em que não há representação permanente.

“A missão eleitoral do Ministério das Relações Exteriores, que inclui desde o alistamento de eleitores até a transmissão dos votos, mobiliza não apenas servidores do Itamaraty, mas também as comunidades brasileiras. Para 2022, há mais de 600 mil eleitores alistados no exterior”, diz um trecho da nota.

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Fonte: IG Política

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Política Nacional

Pacheco critica ataques entre candidatos: “Precisamos discutir ideias”

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Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, durante sessão
Waldemir Barreto/Agência Senado – 30.06.2022

Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, durante sessão

Nesta segunda-feira (15), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), usou seu perfil no Twitter para criticar o comportamento dos candidatos Ciro Gomes (PDT), Jair Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O senador seguiu o mesmo tom que foi adotado por Simone Tebet (MDB).

“Precisamos voltar a discutir ideias e direcionar nossos esforços para a busca de soluções que tragam prosperidade para o Brasil e para os brasileiros”, afirmou Pacheco, sem citar nomes.

O posicionamento do senador não é por acaso. Nas últimas semanas, os três primeiros colocados intensificaram os ataques nas redes sociais e entrevistas. Ciro, por exemplo, tem chamado Lula e Bolsonaro de corruptos.

Já o ex-presidente tem acusado o atual chefe do executivo federal de ser genocida por causa da política sanitária adotada durante a pandemia. Além disso, o petista tem afirmado que o segundo colocado nas pesquisas tem “distribuído dinheiro” para vencer a eleição.

Bolsonaro vem chamando Lula de corrupto e bêbado. O presidente da República ainda tem dito que o retorno do seu adversário ao poder fará o Brasil quebrar.

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Apenas Tebet que optou por seguir um discurso diferente. Nesta segunda, em conversa com jornalistas após o Encontro com Líderes do Varejo do IDV (Instituto para o Desenvolvimento do Varejo), em São Paulo, a emedebista declarou que o Brasil precisa de paz. No entanto,  alfinetou os dois primeiros colocados nas pesquisas, acusando-os de se “alimentarem do radicalismo”.

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Fonte: IG Política

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