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Aproveite o final de semana para experimentar 6 receitas de baguete deliciosas

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Aproveite o final de semana para experimentar 6 receitas de baguete deliciosas
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Aproveite o final de semana para experimentar 6 receitas de baguete deliciosas

Nada como comer um pão que acabou de sair do forno, quentinho, com aquele recheio que desmancha na boca, não é mesmo?

A baguete é a opção perfeita para o lanche da tarde nos dias mais frios. Com um tamanho ideal para a família e diversas possibilidades de recheio, a receita é coringa e agradará a todos da casa.

Aprenda 6 receitas deliciosas para fazer e provar no final de semana!

Baguete folhada de queijo e manjericão

Reprodução / Guia da Cozinha

Ingredientes

  • 2 tabletes de fermento para pão
  • 1 colher (chá) de sal
  • 300ml de água morna
  • 500g de farinha de trigo
  • 2 colheres (sopa) de açúcar
  • 1 colher (sopa) de leite em pó
  • 3 colheres (sopa) de queijo ralado
  • 1 colher (sopa) de óleo
  • 100g de manteiga ou margarina
  • 1 gema para pincelar
  • Gergelim ou semente de papoula para decorar

Recheio

  • 1 cebola média picada
  • 200g de queijo mussarela
  • 200g de queijo prato
  • ½ xícara (chá) de manjericão

Modo de preparo

Em um recipiente, em primeiro lugar, coloque o fermento esfarelado e o sal. Mexa até obter um líquido. Em seguida, adicione a água morna, misture e reserve. Em um recipiente, coloque a farinha (reserve um pouco) açúcar, leite em pó, queijo ralado, óleo ou azeite e o fermento reservado. Logo depois, mexa com auxílio de uma colher de pau. A seguir, sove sobre superfície enfarinhada (use a farinha reservada). Deixe descansar por aproximadamente 5 a 10 minutos. Após descansar, abra a massa com auxílio do rolo sobre superfície enfarinhada. Então, espalhe a manteiga ou margarina sobre ela.

Para o recheio, coloque a cebola, a mussarela, o queijo prato (ralados) e o manjericão. Em seguida, mexa para se agregarem.

Corte ao meio para dividir em 2 partes iguais. Empregue o recheio em uma parte. Enrole e torça a baguete. Logo após, coloque sobre papel alumínio. Faça cortes sobre ela com auxílio da ponta de uma faca. Pincele com gema. Polvilhe com gergelim ou semente de papoula. Repita a operação com a outra parte da massa. Então acomode em uma assadeira retangular e deixe dobrar de volume. Leve ao forno preaquecido (180ºC) por 25 minutos.

Baguete de calabresa e provolone

Reprodução / Guia da Cozinha

Ingredientes

  • 30g de fermento biológico fresco
  • 2 colheres (sopa) de açúcar
  • 1 colher (sopa) de sal
  • 4 colheres (sopa) de azeite
  • 3 xícaras (chá) de água morna
  • 1kg de farinha de trigo aproximadamente
  • 1 gema para pincelar
  • Óleo para untar

Recheio

  • 2 gomos de linguiça calabresa fatiada
  • 1 cebola em lâminas
  • 300g de provolone ralado
  • Orégano a gosto
  • Queijo parmesão ralado a gosto

Modo de preparo

Em uma tigela, coloque o fermento, o açúcar, o sal, o azeite e a água e misture até dissolver o fermento. Acrescente a farinha, aos poucos, até não grudar nas mãos na hora de sovar. Se necessário acrescente mais farinha. Sove a massa, divida em 3 partes e deixe descansar por 20 minutos ou até dobrar de volume. Abra a massa com o rolo, espalhe por cima os ingredientes do recheio misturados, enrole como rocambole e coloque em uma assadeira untada, um ao lado do outro, deixando espaço entre eles. Pincele com a gema, polvilhe o queijo ralado e deixe descansar por mais 10 minutos. Leve ao forno médio, preaquecido, por 40 minutos ou até assar e dourar. Retire do forno e sirva.

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Baguete de azeitona

Reprodução / Guia da Cozinha

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Ingredientes

  • 15g de fermento biológico fresco
  • 1 xícara (chá) de água morna
  • 1 colher (chá) de sal
  • 1 colher (sopa) de óleo
  • 1 colher (chá) de açúcar
  • 3 xícaras (chá) de farinha de trigo
  • 1/2 xícara (chá) de azeitonas pretas picadas
  • Farinha de trigo para enfarinhar
  • Óleo para untar
  • Azeite ou óleo para pincelar
  • Sal grosso para polvilhar

Modo de preparo

Em uma vasilha, dissolva o fermento na água morna e adicione o sal, o óleo o açúcar e misture. Coloque a farinha, aos poucos, mexendo até soltar da lateral da vasilha e se desprender das mãos. Transfira para uma superfície lisa e levemente enfarinhada e sove por 5 minutos ou até obter uma massa macia e elástica. Forme uma bola, cubra e deixe descansar por 40 minutos ou até dobrar de volume. Adicione a azeitona e sove por 2 minutos para misturar. Modele uma baguete comprida e fina e transfira para uma assadeira levemente untada. Cubra e deixe descansar por 20 minutos. Faça cortes na diagonal com uma faca afiada, pincele com azeite ou óleo e polvilhe com sal grosso. Leve ao forno médio, preaquecido, por 30 minutos ou até dourar. Sirva morna ou em temperatura ambiente.

Baguete recheada com salame

Reprodução / Guia da Cozinha

Ingredientes

  • 50g de fermento biológico fresco
  • 1kg de farinha de trigo
  • 2 xícaras (chá) de água morna
  • 1 colher (chá) de sal
  • 1 colher (chá) de açúcar
  • 1 colher (sopa) de banha ou manteiga
  • 1 gema para pincelar
  • Recheio
  • 400g de salame fatiado
  • 200g de queijo mussarela fatiado

Modo de preparo

Em uma tigela, coloque o fermento, 4 colheres (sopa) de farinha e 1 xícara (chá) de água, misture bem e deixe descansar por 15 minutos. Adicione o restante da farinha, da água, os demais ingredientes e misture até formar uma massa homogênea. Divida em 4 partes iguais e deixe descansar por 30 minutos. Abra cada massa com um rolo, espalhe o salame e a mussarela e enrole como um rocambole. Com uma faca, faça cortes em cima e coloque em uma assadeira. Deixe descansar por mais 15 minutos, pincele a gema e leve ao forno, preaquecido, por 20 minutos.

Baguete recheada com brócolis

Reprodução / Guia da Cozinha

Ingredientes

  • 30g de fermento biológico fresco
  • 2/3 de xícara (chá) de água morna
  • 1 colher (chá) de sal
  • 3 xícaras (chá) de farinha de trigo aproximadamente
  • Farinha de trigo para enfarinhar
  • Margarina para untar
  • Queijo parmesão ralado para polvilhar
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Recheio

  • 150g de requeijão culinário
  • 2 xícaras (chá) de brócolis cozido al dente picado
  • 1/2 xícara (chá) de tomate seco picado
  • Sal a gosto

Modo de preparo

Dissolva o fermento em um pouco da água, acrescente o restante da água e o sal e misture. Despeje a farinha de trigo, aos poucos, mexendo com uma colher até soltar da lateral da vasilha. Transfira para uma superfície enfarinhada e sove por 5 minutos ou até a massa ficar lisa e macia. Não coloque farinha demais para não ressecar. Forme uma bola, cubra com um pano e deixe descansar por 1 hora ou até dobrar de volume. Abra a massa sobre uma superfície enfarinhada formando um retângulo de 30cm x 10cm. Espalhe os ingredientes do recheio misturados pelo comprimento da massa e modele um rocambole achatado apertando as bordas, transfira para uma fôrma grande untada e enfarinhada com a parte do remendo para baixo. Cubra com um pano e deixe descansar por 20 minutos. Faça 3 cortes superficiais diagonais na massa com uma faca bem afiada e polvilhe com parmesão. Leve ao forno médio, preaquecido, por 35 minutos ou até dourar. Sirva.

Baguete de ricota com espinafre

Reprodução / Guia da Cozinha

Ingredientes

  • 2 tabletes de fermento biológico fresco (30g)
  • 1 colher (chá) de sal
  • 1 colheres (sopa) de açúcar
  • 1/3 de xícara (chá) de óleo
  • 1 ovo
  • 2 xícaras (chá) de água
  • 5 xícaras (chá) de farinha de trigo (aproximadamente)
  • Farinha de trigo para enfarinhar
  • Óleo para untar
  • 1 gema para pincelar
  • Queijo parmesão ralado para polvilhar

Recheio

  • 1 colher (sopa) de óleo
  • 1 xícara (chá) de bacon picado
  • 1 xícara (chá) de espinafre cozido e picado
  • 2 xícaras (chá) de ricota amassada
  • 1 copo de requeijão cremoso (200g)
  • Sal a gosto

Modo de preparo

Para o recheio, aqueça uma panela com o óleo, em fogo médio, e frite o bacon até dourar. Adicione o espinafre e refogue rapidamente. Acrescente a ricota, o requeijão, sal e misture. Desligue o fogo e reserve. Para a massa, misture o fermento, o sal, o açúcar e o óleo até dissolver. Adicione o ovo, a água e misture. Acrescente a farinha, aos poucos, até formar uma massa homogênea. Se necessário, adicione mais farinha. Sove por alguns minutos, cubra e deixe descansar por 30 minutos.

Abra a massa em uma superfície enfarinhada até ficar fina. Corte em retângulos de 7x14cm e divida o recheio sobre eles. Enrole, começando por uma das pontas e formando as baguetes. Coloque em uma forma grande untada, um ao lado do outro, e deixe descansar por mais 40 minutos. Pincele com a gema, polvilhe com parmesão e leve ao forno médio, preaquecido, por 30 minutos ou até dourar. Espere amornar e sirva.

Fonte: Guia da Cozinha

Fonte: IG Mulher

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Livrarias independentes se segmentam e conquistam o público brasileiro

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Livrarias independentes se segmentam e conquistam o público brasileiro
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Livrarias independentes se segmentam e conquistam o público brasileiro

Ao contrário das grandes livrarias, que contêm acervos enormes sobre os mais variados temas e um contato impessoal com os clientes, pequenos empreendimentos de rua e online encontraram na segmentação uma chave para manterem-se firmes; além de atrairem um público mais fiel, aumentarem o diálogo com os leitores e, por consequência, as vendas! Tudo isso em meio à crise do mercado editorial – que já impôs o fechamento de dezenas de livrarias nos últimos anos.

Esse é o caso da livraria especializada em humanidades, Mandarina, criada em 2019 pelas sócias Daniela Amendola e Roberta Paixão, que buscavam fugir do modelo das grandes livrarias, ou “shopping de livros”, como chamam. “Quando a gente resolveu montar a Livraria Mandarina, a gente foi estudar. E a gente viu que as livrarias segmentadas e pequenas são a tendência, são o que as pessoas estão buscando”, conta Paixão. Para as livreiras, a segmentação é uma forma de apresentar ao público obras de autores diversos, que não estampam as estantes das grandes livrarias, mas que merecem a atenção e o apreço dos leitores.

Localizada em Pinheiros, São Paulo, a Livraria Mandarina conta com um acervo de mais de 6 mil títulos voltados à literatura clássica, ciências sociais, filosofia e poesia. Mas, não é a única a apostar na segmentação. Hoje, pelo Brasil, há inúmeras livrarias independentes focadas em temas como humanidades, literatura queer, literatura afro-brasileira, feminismo, entre outros. Essas livrarias preenchem um buraco deixado pelas gigantes do ramo ao investirem em acervos escolhidos a dedo, atendimento humanizado e na criação de espaços de troca, diálogo e reflexão ao resgatarem a importante figura do livreiro, antes apagado pelo formato e-commerce.

Livraria Mandarina
Daniela Amendola e Roberta Paixão na Livraria Mandarina / Foto: Reprodução Instagram (@livraria_mandarina).

Esse contato direto e mais humano com os clientes foi o que motivou os sócios Eduardo Ribeiro, Fábio Brito e Ivan Costa a inaugurar, em outubro do ano passado, a livraria Casa da Árvore , na Pedra do Sal, centro do Rio de Janeiro, focada em literatura afro-brasileira e humanidades. “Uma das principais coisas que a livraria te dá é a dimensão do encontro, é ter uma dimensão do que é literatura, essa é uma coisa que só a livraria física te dá e é uma das principais motivações das livrarias de ruas ainda existirem”, diz Ribeiro.

Segundo ele, o atrativo das livrarias é a sensação do imprevisível, de não saber o que te aguarda ao adentrar esses espaços. “Você pode encontrar o autor do livro que você gosta, pode rolar uma indicação de um livro que você não conhece pelo livreiro, que é um personagem muito importante”, observa o sócio.

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O livreiro também defende que o acervo especializado e curado com carinho é o ponto chave da Casa da Árvore. “Para a gente sobreviver precisamos ter essa curadoria, sempre muito cuidadosa, né? Se a gente se descuidar da nossa curadoria, a gente perde o sentido de existência da livraria”, afirma Ribeiro.

Ele ainda ressalta que as grandes livrarias não estão resistindo porque elas têm um custo muito alto e não focam em um nicho. “Elas atacam o público em geral, que é um público muito flutuante, um público que você não consegue ter muito a medida do que a pessoa quer”, aponta. Para Ribeiro, a competição é muito maior quando não há segmentação do empreendimento. “Aqui a gente tenta fazer com que a pessoa tenha uma livraria de estimação, pra sempre comprar com a gente”, complementa

Segmentação como solução – para o livreiro e para o leitor

Embora ainda não haja, oficialmente, estatísticas sobre o aumento das livrarias segmentadas, Bernardo Gurbanov, livreiro e presidente da Associação Nacional de Livrarias (ANL), aponta que desde os anos 1980 o setor editorial já tinha consciência de que as “pequenas empresas altamente especializadas” sobreviveriam com mais facilidade às mudanças do mercado. Hoje, segundo ele, esse cenário já é visível.

De acordo com Gurbanov, as livrarias segmentadas criam um canal de comunicação com os leitores que não contribui somente para a manutenção do negócio, “mas com o processo de compartilhar conhecimento e de criar uma comunidade em torno dessas temáticas”. Para ele, são essas comunidades cada vez mais interessadas em um acervo especializado e um atendimento personalizado, que tem ajudado a sustentar os empreendimentos.

Quem concorda com Gurbanov é a bibliotecária Ketty Valêncio, dona da Livraria Africanidades , focada em literatura negra e feminista – que surgiu como e-commerce em 2013 e ganhou quatro paredes e um teto em 2017.

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Valêncio conta que a Africanidades surgiu a partir de sua própria experiência de vida. “Eu via os espaços literários e eu não me via, essa questão da representatividade negra dentro da literatura, mesmo. E quando eu observava esse corpo negro dentro da literatura, era um papel onde eu não queria estar, era um papel totalmente estereotipado, marginalizado”, relata.

Localizada na Vila Pita, periferia da zona norte de São Paulo, a Africanidades conta com um acervo de cerca de 200 obras de autores independentes dos mais diversos campos dos saberes, que apresentam uma visão de mundo descolonial e descentralizada.

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Africanidades
Em busca de representatividade negra na literatura, a bibliotecária Ketty Valêncio criou a Livraria Africanidades / Foto: Reprodução Facebook.

Além das estantes e das páginas dos livros, a livraria busca a visibilidade e a valorização do protagonismo feminino, preto e periférico através de atividades culturais. Antes da pandemia, o espaço chegou a sediar eventos como rodas de conversas e leituras, saraus, lançamentos de livros e oficinas.

Segundo Valêncio, o fato da Africanidades não ser apenas um ponto comercial, mas um polo cultural, “uma ação de transformação”, como ela diz, foi o que fidelizou o público e fez com que ele se mantivesse durante a pandemia de Covid-19.

“Atualmente, acho que as livrarias pequenas estão resistindo mais no mercado editorial do que as livrarias grandes. É o resultado também das pessoas quererem se ver na literatura. Se eu fosse somente um empreendimento comercial, eu acho que eu já teria falido, mas como a livraria tem um aspecto muito precioso e valioso de cada narrativa que eu tenho aqui presente, eu acho que através disso eu consigo ter um público que me assiste, que gosta do meu trabalho e que replica as minhas ações”, afirma ela.

Outra livraria que compartilha a mesma proposta é a Queer Livros , focada em obras, sobretudo acadêmicas, sobre gênero e sexualidade. Para o sócio-livreiro Gilmario Nogueira, atuar em um nicho como a Queer, é abrir um diálogo com as pessoas possibilitando uma discussão mais aprofundada.

A livraria baiana conta com um acervo de mais de 100 títulos. Com obras que vão além dos best-sellers das grandes livrarias, a Queer proporciona a troca entre autores renomados e autores novos e independentes, de todos os cantos do Brasil e do mundo. Entre as obras mais vendidas estão: O cis no divã; Diversidade sexual, étnico-racial e de gênero; Saúde mental e racismo à brasileira e Dissidências de gênero e sexualidade, que dão o tom do que esperar da livraria.

Queer Livros
Queer Livros aposta em autores desconhecidos e discute gênero e sexualidade / Foto: Reprodução Facebook.

Com o objetivo de desmistificar as questões sobre gênero e sexualidade , além de ampliar o conhecimento científico sobre um tema que move tabus na sociedade, a Queer já está no mercado há 3 anos e vem se mantendo firme. “[ A literatura queer] é importante pra gente conhecer uma série de sujeitos subalternizados que nós temos”, ressalta o livreiro.

Nogueira também afirma que foi graças à segmentação que a pequena livraria online conseguiu se manter durante a pandemia. “Nós atuávamos muito em eventos acadêmicos, com a pandemia, não tiveram mais eventos. Então, no primeiro mês a gente não sabia o que ia acontecer. Só que aí a gente aumentou o número de clientes online. Então, ter nicho nos ajuda”, diz.

Fonte: IG Mulher

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