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Após PSB cortar dinheiro de Molon, PT adia decisão sobre aliança no RJ

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Após PSB cortar dinheiro de Molon, PT adia decisão sobre aliança no RJ
Ricardo Stuckert e Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

Após PSB cortar dinheiro de Molon, PT adia decisão sobre aliança no RJ

Diante da decisão do PSB de não fazer repasses do fundo eleitoral para Alessandro Molon caso ele decida levar adiante a sua candidatura ao Senado, a executiva nacional do PT optou por adiar para sexta-feira a definição sobre a manutenção ou não da aliança em torno de Marcelo Freixo na eleição para o governo do Rio.

Lideranças do PSB relatam que a saída de Molon da disputa deve ser sacramentada na tarde desta quinta-feira. Sem recursos, a sua candidatura fica asfixiada. O PT exige que o único candidato ao Senado na chapa de Freixo seja o presidente da Assembleia Legislativa (Alerj), André Ceciliano.

Na noite de quarta-feira, a executiva do PSB decidiu, em reunião, que Molon ficará sem recursos do fundo eleitoral para a sua candidatura. Caberá ao ex-governador Márcio França, tesoureiro do partido, comunicar a decisão.

A pressão da cúpula do PSB para a retirada de Molon é resultado de atuação direta do ex-presidente Lula. Em sua passagem por Pernambuco há duas semanas, o candidato do PT a presidente convenceu lideranças do PSB do estado a trabalharem pela saída do deputado da disputa no Rio.

O diretório pernambucano é o mais influente no comando nacional do partido. Com dificuldade nas pesquisas, o candidato do PSB ao governo de Pernambuco, Danilo Cabral, depende do engajamento de Lula em sua campanha para ter chance de manter o domínio do partido no estado, que já dura 16 anos.

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Fonte: IG Política

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Carta em defesa da democracia: Bolsonaro volta a criticar documento

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Bolsonaro durante live semanal
Reprodução

Bolsonaro durante live semanal

presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar nesta quinta-feira as cartas em defesas da democracia lidas na Faculdade de Direito da USP pela manhã. Com um exemplar da Constituição na mão, o chefe do Executivo afirmou em uma live que fazem uma “onda” para tentar atingi-lo e que a carta serve de “passaporte para dizer que é bom moço”.

O presidente, que tenta se reeleger ao Palácio do Planalto, fazia referência às assinaturas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de sua mulher na manifestação. Bolsonaro, no entanto, não citou diretamente o seu principal adversário nas eleições.

“Alguém discorda que essa daqui é a melhor carta à democracia? (mostra a Constituição). Alguém tem dúvida? Acha que um outro pedaço de papel qualquer substitui isso daqui?”, afirmou Bolsonaro.”

Na sequência, o presidente afirmou que o PT não assinou a “carta de 88”, referindo-se à Constituição, e que faziam uma “onda” sobre a carta à democracia para tentar atingi-lo. O Partido dos Trabalhadores, no entanto, foi um dos signatários da promulgação da Constituição, mas votou contra a redação final do texto.

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“Então, vamos lá, já que o símbolo máximo do PT assinou a carta juntamente com a sua jovem esposa, eu pergunto: o PT assinou a carta de 88? O PT assinou a Constituição de 88? O pessoal faz uma onda agora sobre carta à democracia para tentar atingir a mim, mas a bancada toda do PT não assinou essa carta à democracia em 88 e agora quer assinar essa cartinha à democracia?”, afirmou.

Por fim, Bolsonaro afirmou que “fazer cartinha” era “servir de passaporte” para dizer que é “bom moço”.

“Então fazer cartinha, servir de passaporte para dizer que é bom moço não funciona, tem que dar exemplo aqui.”

As cartas foram lidas em manifestação na manhã desta quinta-feira na Faculdade de Direito da USP pelo ex-ministro da Justiça José Carlos Dias. O documento destaca o papel do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na condução das eleições no país e foi tida como uma manifestação de oposição ao presidente Jair Bolsonaro.

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A manifestação acontece em meio aos ataques do presidente Jair Bolsonaro (PL) ao sistema eleitoral brasileiro. Ao todo, 107 entidades assinaram o documento, representando empresas dos mais diversos setores e variados segmentos da sociedade.

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Fonte: IG Política

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