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Após novas medidas de bloqueio, EasyJet reduzirá operações na Itália

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Calebe Murilo

Após novas medidas de bloqueio, EasyJet reduzirá operações na Itália

Em meio as constantes medidas de bloqueio, impostas pelos países por conta da pandemia, a aviação vem sendo diretamente afetada. Consequentemente, diversas companhias tiveram que se adaptar.

Com isso, a transportadora inglesa de baixo custo Easyjet planeja reduzir suas operações na Itália em três aeroportos: Milão Malpensa (MXP), Veneza Marco Polo (VCE) e Nápoles Capodichino (NAP). Além disso, a frota operante no país será reduzida.

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Sendo assim, a EasyJet reduzirá sua frota em 9 aviões, diminuindo o número total de 36 para 27 aeronaves. Paralelo a isso, a companhia ainda enfrenta dificuldades causadas pelas restrições impostas no Reino unido.

A Itália continua sendo um mercado-chave, mas sem uma redução estrutural de custos e apoio ao setor por parte das instituições, a possibilidade de uma recuperação real do setor está excluída.

Disse Lorenzo Lagorio, country manager da EasyJet na Itália.

Ademais, a empresa relatou neste mês uma perda de 1,4 bilhão de euros, até o final de setembro de 2020. A companhia aérea também anunciou que o número de passageiros caiu 50% em comparação ao ano anterior.

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Guedes vê queda branda na arrecadação de impostos em 2020

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Brasil Econômico

Arrecadação de impostos apresentou queda de 6,91%, a maior desde 2010
Luciano Rocha

Arrecadação de impostos apresentou queda de 6,91%, a maior desde 2010

O ministro da economia, Paulo Guedes , analisou como branda a queda nominal de 3% na arrecadação de impostos em 2020, ante os números registrados em 2019. De acordo com a pasta, o país arrecadou 1,479 trilhão, no entanto, se considerado o número real, o recuo é de 6,91% de arrecadação, a menor desde 2010 .

Guedes ainda ressaltou o trabalho do Ministério da Economia e diminuiu os efeitos causados pela Covid-19 no setor econômico. Para o chefe da pasta, a economia está se recuperando e está se consolidando com a recuperação em V.

“A queda de arrecadação foi branda. Você terminar o ano com pouco mais de 3%, em relação ao impacto inicial de 30%, mostra o vigor da recuperação. Nós fizemos uma recuperação econômica em V”, afirmou.

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A declaração foi dada em coletiva realizada na tarde desta segunda-feira (25) para apresentar os dados de arrecadação da Receita Federal em 2020. O levantamento feito pelo Fisco mostra que, em dezembro, o país arrecadou 159 bilhões em impostos, o que representa um crescimento de 3,18 se comparado ao mesmo mês de 2019.

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O fechamento anual é maior que o esperado por instituições financeiras, que aguardavam arrecadação de 1,46 trilhão em 2020.

Na apresentação dos dados, a Receita Federal listou a crise econômica decorrente da pandemia do novo coronavírus, aumento do desemprego e queda nas vendas de bens para justificar o recuo na arrecadação no ano passado. O Fisco informou que impostos importantes, como o PIS, Cofins e IPI , apresentaram dados negativos nos últimos 12 meses. A receita de IPI caiu 7,01%; e a de PIS/Cofins, 11,92%, no ano passado, descontado a inflação.

O aumento do desemprego reduziu em 7,16% a arrecadação da Previdência Social em 2020, também descontada a inflação.

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