Política Nacional

André Janones nega acordo com o PT: “Nenhuma nova decisão”

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André Janones segue como candidato
Divulgação: Câmara dos deputados – 22/03/2022

André Janones segue como candidato

Nesta terça-feira (2), o candidato à presidência André Janones (Avante) afirmou que ainda não fechou nenhum acordo com o PT. O presidenciável tem dialogado com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) desde a semana passada e pode deixar a corrida presidencial para apoiar o petista.

Mais cedo, surgiram informações na imprensa que o PT aceitou incorporar projetos de Janones no plano de governo do líder das pesquisas desde que o deputado federal desista de concorrer ao cargo de presidente. No entanto, nesta tarde, o parlamentar avisou que ainda não fechou nenhum acordo.

“Nenhuma nova decisão acerca da minha candidatura à presidência foi tomada até aqui.  Sigo candidato e cumprindo agenda de compromissos normalmente. Qualquer mudança de direção será informada a vocês e à imprensa”, escreveu Janones em seu perfil do Twitter.

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Com 1% das intenções de votos , segundo relatório da última pesquisa Datafolha, Janones sinalizou, durante sabatina da GloboNews, que estava aberto a negociar com qualquer candidato que fosse oposto ao presidente Jair Bolsonaro (PL), inclusive Lula.

Na sexta passada (29), o presidenciável comunicou pelas redes sociais que conversaria por telefone com o ex-presidente, confirmado pelo petista. O diálogo foi sobre as eleições,  mas André não confirmou a retirada da sua candidatura.

A expectativa é que ele desista da disputa ainda nesta semana, assim como fez Luciano Bivar (União Brasil). O deputado federal tentará ser reeleito, mas agora com o apoio de Lula. Seu objetivo é manter seu cargo na Câmara e disputar o cargo de presidente da Casa de Leis em 2023.

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Fonte: IG Política

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Política Nacional

Lula sobre baixa entre evangélicos: ‘Não sou candidato de uma facção’

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Lula usa a pauta religiosa para criticar Bolsonaro
Reprodução/Twitter – 16.08.2022

Lula usa a pauta religiosa para criticar Bolsonaro

O candidato do PT à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva, disse que não é “candidato de uma facção religiosa”. A declaração foi feita em entrevista à Rádio Super, de Minas Gerais, nesta quarta-feira. Ele havia sido questionado sobre a baixa intenção de voto dos evangélicos nele.

“Eu não sou candidato de uma facção religiosa. Eu sou candidato do povo brasileiro. Eu quero tratar evangélico igual católico, islâmico, judaicos. Quero tratar todas as religiões, inclusive a religião de matriz africana, com o respeito que todas as religiões devem ser tratadas. Não quero uma guerra santa no país. Eu não quero estabelecer rivalidade entre as religiões.”

Lula disse que a religião não deve ser usada “para fazer política”.

O petista também disse que as urnas eletrônicas e a Justiça Eleitoral “saíram fortalecidas” depois do evento de posse do ministro Alexandre de Moraes como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na terça-feira.

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Lula avaliou que o presidente Jair Bolsonaro (PL) ficou “incomodado” no evento por causa das falas em defesa à democracia. Bolsonaro é contra as urnas eletrônicas e acusa, sem provas, de haver fraude no processo eleitoral — declaração apontada como falsa pela Justiça Eleitoral.

“Ontem foi um ato de fortalecimento do processo do Estado Democrático de Direito. Bolsonaro estava muito incomodado porque ele não gosta de democracia”, disse Lula.

O ex-presidente também disse que fará uma “política de boa convivência” com os outros partidos caso seja eleito, mesmo com aqueles da base bolsonarista, como o PL, partido do presidente. Também disse ser contra “criminalizar” políticos que foram investigados ou condenados no passado:

“Essas pessoas cometeram erros, foram julgadas, foram condenadas, mas estão livres e estão fazendo política. Essas pessoas são presidentes de partido e são dirigentes partidárias, essas pessoas têm mandato.”

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Fonte: IG Política

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