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Ana Sátila fatura ouro inédito na Copa do Mundo de Canoagem

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O Brasil voltou a subir ao pódio neste domingo (18) na Copa do Mundo de Canoagem, em Tacen (Eslovênia), e desta vez no degrau mais alto. A mineira Ana Sátila venceu com sobra a prova da categoria C1 (canoa individual) e conquistou o ouro. Sátila foi veloz: com a marca de 93 segundos e 64 centésimos, abriu vantagem de 1seg73 em relação à segunda colocada, a francesa Lucie Prioux, que levou a prata. O bronze ficou com a norte-americana Evy Leibfarth. Ontem (17), o paulista Pedro Gonçalves, mais conhecido como Pepê, já havia conquistado o bronze no K1 (caiaque individual).

“Estou muito contente com o resultado, sair daqui com uma medalha de ouro é muito importante pra mim, no sábado eu tinha competido pelo K1 e perdi a última baliza, superei o erro e coloquei forças para buscar esse ouro, as medalhas do Pepe também me inspiraram para conquistar essa hoje”, disse a atleta em depoimento ao site da Confederação Brasileira de Canoagem.

Esta é a primeira competição da equipe brasileira, após paralisação das disputas internacionais, em decorrência da pandemia do novo coronavírus (covid-19). Com o ouro deste domingo (18), Sátila passou a colecionar cinco medalhas em Copas do Mundo: a atleta já tinha duas pratas no K1 e dois bronzes no C1. A atleta também competiu ontem (17) no K1: foi a mais rápida da prova, mas foi penalizada ao não passar pela penúltima baliza – teve um acréscimo de 50 seg –  e terminou a prova em nono lugar. 

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Outros dois brasileiros competiram em Tacen, neste domingo (18). Felipe Borges terminou em 12º lugar no C1 (canoa individual)  e Mathieu Desnos ficou em 17º lugar na prova do K1 (caiaque individual).

 

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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EUA e Reino Unido denunciam Rússia por ciberataques contra Olimpíada

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O Reino Unido e os Estados Unidos condenaram nesta segunda-feira (19) o que chamaram de ciberataques que teriam sido orquestrados por agentes de serviços de espionagem russos, incluindo tentativas de atingir os Jogos Olímpicos de Tóquio.

Autoridades britânicas e norte-americanas afirmaram que os ataques foram conduzidos pela Unidade 74455 da agência de espionagem militar russa GRU, também conhecida como Centro Principal de Tecnologias Especiais. O Departamento de Justiça dos EUA afirmou que seis membros da unidade tiveram papéis importantes nos ataques contra alvos que variaram desde a Organização para a Proibição de Armas Químicas às eleições de 2017 na França. As acusações envolvem quatro anos de atividades entre 2015 e 2019.

As autoridades dos EUA não comentaram se o momento da revelação, há poucas semanas da eleição nos Estados Unidos, foi escolhido para alertar sobre a atividade de grupos de hackers apoiados por governos estrangeiros. Já autoridades britânicas afirmaram que os hackers do GRU também conduziram operações de “ciber reconhecimento” contra os organizadores dos Jogos Olímpicos de Tóquio, que seriam realizados neste ano, mas acabaram sendo adiado para 2021 por causa da pandemia do novo coronavírus (covid-19).

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As autoridades britânicas se recusaram a dar mais detalhes sobre os ataques ou a afirmar se foram bem sucedidos, mas disseram que tinham como alvo os organizadores das Olimpíadas, fornecedores e patrocinadores. O secretário do Exterior do Reino Unido, Dominic Raab, afirmou que as “ações do GRU contra as Olimpíadas são cínicas e imprudentes. Condenamos elas nos termos mais fortes possíveis”.

O vice-diretor da polícia federal dos EUA (FBI) David Bowdich afirmou: “O FBI repetidamente tem alertado que a Rússia é um adversário altamente capaz em ciberataques e a informação revelada neste indiciamento ilustra como as atividades cibernéticas da Rússia são invasivas e destrutivas”.

Em dezembro de 2019, a  Rússia foi banida dos Jogos Olímpicos por quatro anos por causa de acusações de doping de seus atletas.

As autoridades britânicas e norte-americanas afirmaram nesta segunda-feira (19) que os hackers russos se envolveram em outros ataques, como o que comprometeu sistemas de computadores dos Jogos de Inverno em 2018, durante a cerimônia de abertura na Coreia do Sul. Este ataque comprometeu centenas de computadores, derrubou acesso à internet e interrompeu as transmissões de mídia.

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