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Ambev, Digio e outras têm 500 vagas de emprego e estágio em tecnologia

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Ambev, Hurb e outras empresas abrem mais de 300 vagas em tecnologia
Ana Marques

Ambev, Hurb e outras empresas abrem mais de 300 vagas em tecnologia

Enquanto o setor de tecnologia passa por uma reestruturação global, grandes empresas estão em busca de profissionais com formação em engenharia, ciência de dados e outras áreas correlatas. É o caso da Ambev, que acaba de divulgar mais de 250 oportunidades em seu ecossistema tecnológico. Além dela, o Digio e outras companhias também estão contratando. A seguir, veja a seleção de vagas feita pelo Tecnoblog.

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Ecossistema Ambev tem 250 vagas Ambev Tech

Diversas empresas de tecnologia ligadas à Ambev estão com oportunidades abertas a novos profissionais.

Na Ambev Tech há cerca de 60 vagas nos setores de engenharia, design, dados e desenvolvimento. São posições para arquiteto de software, desenvolvedor (Java, Python), analista de testes e mais. Você pode conferir os requisitos e  realizar sua candidatura pela plataforma Gupy.

Z-Tech

A Z-Tech, que contribui como um dos braços estratégicos da Ambev, tem 41 vagas para trabalho remoto ou híbrido, considerando também as startups EES Bank (fintech), Get In (aplicativo de reservas em restaurantes), Mercafacil (plataforma de gestão do comportamento de compra do consumidor) e Lemon Energia (que oferece acesso à energia sustentável e mais barata a PMEs).

Há oportunidades para diferentes níveis de experiência em áreas como desenvolvimento, programação, segurança da informação e dados. Você pode se candidatar a cada uma delas por meio dos links: Z-Tech , BEES Bank , Get In , Mercafacil  e  Lemon Energia.

BEES e Zé Delivery

A BEES é uma plataforma da Ambev focada em soluções B2B. Ela atua com o abastecimento de bebidas para micro, pequenas e médias empresas. Há 40 vagas em áreas como engenharia, UX, design e dados. Todas elas, junto aos requisitos e detalhes sobre o cargo, estão na página de carreira da companhia .

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Já o Zé Delivery, app de entrega de bebidas para o consumidor final, tem 119 vagas abertas em engenharia, design, produto e dados. Você pode conferir o que é necessário para preencher cada uma delas por meio da  plataforma Kenoby.

Digio tem 50 oportunidades em tecnologia

Mas não é só o ecossistema de tecnologia da Ambev que tem vagas abertas. A bantech Digio é outra empresa que anunciou boas oportunidades de emprego e estágio. A companhia busca por profissionais que ocupem os cargos de analista de infraestrutura, analista de operações, gerente de engenharia de software, tech lead, entre outros.

Entre os benefícios estão: seguro de vida, assistência médica e odontológica, Gympass, vale-alimentação, vale-refeição, participação nos resultados e auxílio-creche.

A sede do Digio fica em Barueri, mas a área de tecnologia tem atuação remota. Encontre mais detalhes na  página de carreira da empresa.

Benner contrata em modelo remoto, presencial e híbrido

A Benner é uma companhia brasileira fornecedora de software com 106 vagas abertas. As oportunidades são para desenvolvedor full stack, analista de sistemas, arquiteto de software, gerente de operações, entre outros.

Vale ressaltar que o modelo de trabalho varia de acordo com a posição pretendida, com a possibilidade de ser remoto, presencial ou híbrido. Em todas as vagas, há benefícios que incluem seguro de vida, assistência médica e odontológica, day off e auxílio home-office, além de participação em resultados.

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Para conhecer mais detalhes e requisitos, basta acessar a  página da Benner na plataforma Gupy.

Digisystem oferece salários de até R$ 21 mil

Para encerrar a seleção desta semana, temos a Digisystem, uma empresa especializada em serviços de TI. Ela busca analista de dados, analista de qualidade e testes, arquiteto de software, engenheiro de automação e engenheiro de software. São oportunidades para atuar em Brasília (DF), com modelo híbrido, ou de forma remota.

Outro chamariz é o salário: segundo a companhia, a remuneração pode variar de R$ 10,5 mil a R$ 21 mil. Mas se você tem interesse, é bom correr, pois a expectativa é de que as novas contratações sejam concluídas até 10 de agosto.

Para mais informações, você deve acessar a  página da Digisystem na plataforma Kenoby.

Vagas no Tecnoblog

Ainda não encontrou a vaga certa? Vale lembrar que o Tecnoblog também está contratando. Se você quer fazer parte do maior veículo independente de tecnologia no Brasil,  confira as posições abertas em comunicação e tecnologia.

Tecnocast 247 – O trabalho remoto ainda não é unanimidade

A pandemia inseriu diversas empresas na realidade do trabalho remoto. Muita gente torceu para que essa mudança forçada tornasse esse modelo o novo padrão. Mais de dois anos e algumas doses de vacina depois, vemos que não é bem assim. Mas quais são os motivos da desconfiança em relação a esse modelo ? Falamos sobre o tema no Tecnocast 247 . Dá o play!

Fonte: IG ECONOMIA

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Economia

MP que autoriza exploração de urânio por empresas privadas é aprovada

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Usina de Angra 3. Exploração privada pode abastecer combustível para usinas nucleares
Divulgação/Eletrobras

Usina de Angra 3. Exploração privada pode abastecer combustível para usinas nucleares

O governo Jair Bolsonaro publicou nesta sexta-feira uma medida provisória (MP) que libera a mineração de urânio para empresas privadas, por meio de parcerias com o setor público. Atualmente, a mineração de urânio no país é feita apenas pela estatal Indústrias Nucleares do Brasil (INB).

A Constituição Federal diz que compete exclusivamente à União “explorar os serviços e instalações nucleares de qualquer natureza e exercer monopólio estatal sobre a pesquisa, a lavra, o enriquecimento e reprocessamento, a industrialização e o comércio de minérios nucleares e seus derivados”.

Por isso, as atividades de pesquisa, lavra, enriquecimento, industrialização e comércio de minérios nucleares e derivados são exercidas exclusivamente pela INB. A empresa atua em toda cadeia produtiva: da mineração à fabricação do combustível que gera energia elétrica para as usinas nucleares brasileiras.

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A MP permite que sejam feitos novos modelos de associação entre a INB e empresas privadas para exploração de jazidas de minérios nucleares e também a produção, a conversão e o enriquecimento do material.

O texto publicado nesta sexta-feira permite que a INB firme contratos com companhias para a exploração de urânio em todos os níveis da cadeia e remunere essas empresas com o percentual do valor arrecadado na comercialização do produto da lavra; com o direito de comercialização do minério associado; com o direito de compra do produto da lavra com exportação previamente autorizada; ou outros arranjos definidos em contrato.

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“Com a atualização da legislação, espera-se que a INB, em parceria com o setor privado, aumente investimentos em pesquisa e lavra e a capacidade de produção nacional de urânio”, informou em nota o Ministério de Minas e Energia.

Atualmente, quando o titular de autorização para pesquisa ou de concessão de lavra encontra elementos nucleares associados a uma substância mineral, ele é obrigado a comunicar à Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN), à Agência Nacional de Mineração (ANM) e à INB. Caso os elementos nucleares tenham valor econômico superior a outra substância mineral, toda a jazida é incluída no monopólio estatal e o titular perde a autorização de pesquisa ou concessão de lavra. Com a edição da MP, independentemente do valor econômico dos elementos nucleares presentes numa jazida mineral, será possível parcerias entre o minerador e a INB, para o aproveitamento de todos os recursos minerais presentes na jazida.

A MP autoriza ainda que a Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A. (ENBpar) passe a ser controladora da INB. A ENBpar foi criada para controlar as usinas nucleares de Angra e a hidrelétrica de Itaipu, antes pertencentes a Eletrobras e que não podem ser privatizadas.

“Com responsabilidade socioambiental, a MP busca atrair capital privado e desonerar o contribuinte, gerando emprego e renda para a população e consolidando o Brasil como um porto seguro para investimentos”, afirma o MME.

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O Brasil é dono da sétima maior reserva de urânio no mundo, segundo a INB. São 309.000 toneladas do minério distribuídas entre os estados da Bahia, Ceará, Paraná e Minas Gerais. Porém, o governo estima que as reservas brasileiras sejam ainda maiores, já que menos de um terço do território nacional foi alvo de pesquisas em busca do minério.

Embora estando entre as dez maiores reservas de urânio do mundo, Brasil vem importando tudo o que consome de países como Estados Unidos, Alemanha, Holanda e Reino Unido. Outros países com grandes reservas são Austrália, Canadá e Rússia.

No Brasil, a exploração desse mineral ocorria na mina de Caetité, na Bahia, a mais de 600 quilômetros de Salvador. A produção nacional parou em 2015 e voltou em 2020. Agora, a INB tenta buscar recursos para voltar a explorar o minério em novas minas na região e em outras áreas.

O urânio é matéria-prima, principalmente, para a geração da energia nuclear. Ele passa por um processo químico, gerando um pó amarelo (chamado de yellow cake), que posteriormente é enriquecido para permitir a geração de energia elétrica nas usinas nucleares. No Brasil, há duas usinas desse tipo em operação: Angra 1 e 2. O governo também tenta concluir Angra 3, em construção há décadas. A Constituição também determina que a energia do urânio só pode ser usada no país para fins pacíficos. Além da produção de eletricidade, a energia nuclear vem sendo utilizada em outras áreas: na medicina, no meio ambiente, na engenharia, na produção de radiofármacos e na agricultura.

Fonte: IG ECONOMIA

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