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Alegando respostas evasivas sobre Bolsonaro, CPI quer ouvir Queiroga de novo

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Renan Calheiros, Omar Aziz e Randolfe Rodrigues formam a cúpula de líderes da CPI da Covid
Jefferson Rudy/Agência Senado

Renan Calheiros, Omar Aziz e Randolfe Rodrigues formam a cúpula de líderes da CPI da Covid

A cúpula da CPI da Covid planeja convocar, mais uma vez, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga , a prestar depoimentos. A alegação é que Queiroga respondeu com evasivas a questionamentos da comissão que buscavam dimensionar a influência do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em supostos erros cometidos pelo governo federal no enfrentamento à pandemia. O presidente da CPI, Omar Aziz (MDB-AM), o vice, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), e o relator, Renan Calheiros (MDB-AL), defendem uma nova convocação.

“Defendo nova convocação porque não podemos ter limitação na busca da verdade. Toda pergunta que tratava de posicionamentos públicos do Bolsonaro, Queiroga se negava a responder para não desagradar ao chefe. Em outras perguntas, ele ajudou com esclarecimentos. Mas, na maioria das vezes, não. Se for necessário ouvir duas vezes, que ouçamos. Para garantir que os brasileiros saibam toda a verdade”, disse Renan.

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Nesta segunda, o senador Humberto Costa (PT-PE), que integra a CPI, protocolou um requerimento pleiteando a “reconvocação” de Queiroga, sob a justificativa de que o depoimento do ministro foi “lacônico em muitos aspectos, inclusive e sobretudo porque alegou estar há poucos dias na condição de ministro da Saúde”.

Costa argumentou ainda que o depoimento foi “contraditório em diversos aspectos”. Para embasar a tese, disse que o ministro negou a promoção de hidroxicloroquina para tratamento de Covid-19, mas não revogou portaria que recomendaria o uso do medicamento.

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Lula não vai a protesto contra Bolsonaro neste sábado, confirma presidente do PT

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Ex-presidente Lula
O Antagonista

Ex-presidente Lula

O ex-presidente lula não vai participar das manifestações contra o presidente Jair Bolsonaro neste sábado (19). A ausência foi confirmada pela presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Gleisi Hoffmann (PR).

O petista chegou a cogitar ir aos ato s. Na quinta-feira (17) publicou em redes sociais que tinha o receio de que sua ida transformasse “um ato político em um ato eleitoral”.

 Os protestos contra o atual presidente ocorrerão em pelo menos 319 cidades do Brasil, segundo os organizadores; uma ampliação em relação às pouco mais de 200 que registraram manifestações no dia 29 de maio.


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