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Agora vai? Libra, moeda digital do Facebok, pode ser lançada em janeiro

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Facebook Libra pode ser lançada

A Libra , moeda digital do Facebook , pode ser lançada já em janeiro de 2021. Entretanto, ela poderá operar de forma diferente do planejado quando foi anunciada, em junho do ano passado.

Originalmente, a Libra não teria seu valor vinculado a uma única moeda, mas sim a uma “cesta” de moedas e outros investimentos. Bancos centrais e agências reguladora expressaram preocupação com esse modelo, alegando que ele concentra poder demais nas mãos do Facebook.

A empresa, então, decidiu mudar o curso. A Libra será uma stablecoin, um tipo de criptomoeda cujo valor não flutua em relação a uma moeda comum, e será inicialmente atrelada ao Dólar norte-americano. A associação responsável pelo projeto Libra planeja, no futuro, lançar outras stabecoins atreladas a outras moedas.

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A “carteira” para gerenciar a Libra , originalmente conhecida como Calibra, foi renomeada para Novi e deverá ser lançada em conjunto com a moeda. Os usuários poderão usar um app dedicado para enviar e receber Libra, mas também poderão acessar sua carteira do Novi usando apps como o Messenger e WhatsApp . O Facebook espera que as pessoas usem o Novi para enviar dinheiro a parentes ou pagamentos interpessoais.

Outro sistema de pagamentos em desenvolvimento pelo Facebook pode estrear em breve. Anunciado pelo Facebook no início do ano, o WhatsApp Pay foi lançado no Brasil em junho, com o anúncio da parceria com a Cielo como adquirente da plataforma.

Após suspender o serviço poucos dias depois, exigindo mais informações para autorizá-lo, o Banco Central autorizou, em agosto, que “um grupo limitado de cartões” realize transações “de baixo valor” usando o WhatsApp Pay com o objetivo de testar o uso do sistema. Segundo o presidente da Cielo , Paulo Caffarelli, a empresa espera que o Banco Central libere o início das operações do serviço ainda em novembro. 

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Megavazamento pode trazer prejuízos a todos os brasileiros; saiba o que fazer

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Dados vazados expuseram quase todos os brasileiros
Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Dados vazados expuseram quase todos os brasileiros

O vazamento que expôs dados de quase todos os brasileiros , ultrapassando 220 milhões de CPFs tem deixado muita gente preocupada. E não é para menos: muito pior do que se esperava , o banco de dados inclui várias informações de cada uma dessas pessoas – vivas ou mortas -, como foto, endereço, telefone, e-mail e salário.

O problema é que, com tanta gente exposta, fica difícil saber quem está no meio e pode sofrer as possíveis consequências. Marco DeMello, presidente executivo da PSafe, empresa que foi a primeira a reportar o caso, disse ao Estadão que, dada a magnitude do vazamento , é difícil que algum brasileiro tenha ficado de fora. “A essa altura, todos os CPFs brasileiros estão nessa base de dados roubada. Estão lá meus familiares, meus sócios, minha equipe e qualquer coisa que eu pesquiso nos extratos. É assustador”, afirmou.

De acordo com apuração do Tecnoblog, todos os 223 milhões  CPFs estão expostos gratuitamente, enquanto o restante dos dados está à venda na internet por valores que variam de US$ 0,075 a US$ 1 por CPF.

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Isso significa que as informações podem ser compradas por cibercriminosos , que podem usá-las para aplicar diversos tipos de golpes, sobretudo os financeiros.

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Com os tipos de dados presentes no vazamento, é possível que os golpistas assumam a identidade da vítima para fazer uma dívida, por exemplo. Além disso, é possível que as informações sejam usadas para praticar a chamada engenharia social, convencendo a vítima de que ela precisa passar mais dados – ou até dinheiro. Um CPF e um endereço roubados podem, por exemplo, serem usados para gerar um boleto tão legítimo que a vítima vai acreditar que deve pagá-lo.

Outra opção é que os criminosos usem dados de pessoas com mais visibilidade, como políticos ou executivos de alto cargo para extorquir dinheiro.

Por isso, é preciso que todas as pessoas estejam atentas a movimentações em contas e contatos por telefone, e-mail ou mensagem que sejam suspeitos. Caso algo fora do comum aconteça, o ideal é formalizar um boletim de ocorrência.

Por enquanto, ainda não se provou de onde vieram os dados vazados . Informações presentes no banco ligam as informações à empresa de análise de crédito Serasa Experian . A companhia nega relação e diz investigar o caso.

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