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Ação de procuradora bolsonarista levou MPRJ perder prazo e Flávio manter foro

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Flávio Bolsonaro
Pedro França/Agência Senado

Flávio Bolsonaro é investigado por pratica de rachadinha

Uma ação da procuradora Soraya Gaia, do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), fez com que o MPRJ  perdesse o prazo para recorrer contra o foro privilegiado concedido ao senador  Flávio Bolsonaro (Republicanos/RJ), segundo divulgou nesta sexta-feira (14) o jornal Folha de S. Paulo .

A procuradora é defensora do foro privilegiado a Flávio e  já elogiou Bolsonaro nas redes sociais. Ela acessou uma intimação que informava ao MPRJ sobre o foro privilegiado de Flávio antes do planejado pela Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção (GAECC/MPRJ), responsável pela investigação.

Os promotores do GAECC não tomaram conhecimento do acesso de Soraya e mantiveram seu planejamento com o prazo de 15 dias para recorrer da decisão. 

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Mas quando eles recorreram da decisão que concedeu foro a Flávio , o prazo já havia sido esgotado, devido ao acesso da promotora, e o Tribunal de Justiça rejeitou alegando perda de prazo.

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Política Nacional

Witzel cita Tiradentes e diz que é “perseguido” na Alerj

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Wilson Witzel%2C governador do Rio de Janeiro
Reprodução/Tv Alerj

Wilson Witzel é julgado por suposta prática de corrupção na Saúde

O governador afastado do Rio de Janeiro,  Wilson Witzel (PSC), fez seu discurso de defesa por videoconferência na Assembleia Legsialtiva do Rio de Janeiro  (Alerj) nesta quarta-feira (23) e citou  Tiradentes ao dizer que é “perseguido” pelo deputados que votarão pelo seu impeachment.

“Estou sendo linchado moralmente e politicamente sem ter o direito de me defender”, inciou Witzel ao criticar também a “injustiça” da qual está sendo alvo.

“Tiradentes que foi delatado, vendido, morreu enforcado e as partes do seu corpo foram jogadas em praça pública para servir de exemplo para a tirania. A tirania escolhe suas vítimas e as expõem para que outros não mais se atrevam”, afirmou o governador afastado.

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“Eu não me importo de ser julgado e submetido a julgamento nenhum porque tenho a convicção de que jamais cometi um ato ilícito”, disse Witzel. Neste momento ele continua fazendo seu discurso de defesa, que tem duração prevista no regimento de uma hora.

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