Educação

Abertas as inscrições para pós-graduação em fitoterapia pela UFRJ

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O curso de pós-graduação lato sensu multi-institucional em Plantas Medicinais e Fitoterapia está com inscrições abertas até o dia 29 deste mês. A especialização é fruto de uma parceria entre a Escola Nacional de Botânica Tropical do Jardim Botânico do Rio de Janeiro (ENBT/JBRJ), a Faculdade de Farmácia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a Associação Brasileira de Fitoterapia.

São 40 vagas destinadas a agrônomos, biólogos, dentistas, enfermeiros, engenheiros florestais, farmacêuticos, fisioterapeutas, médicos, nutricionistas, veterinários e profissionais de áreas afins. O objetivo do curso é formar profissionais especializados para atuar no cultivo e manejo de plantas medicinais, fitoterapia clínica, manipulação e controle de qualidade de formulações fitoterápicas, dentro do âmbito de cada classe profissional.

Estruturado em quatro módulos, o curso tem aulas comuns a todos os pós-graduandos e aulas específicas, segundo a formação original do aluno. O módulo de estágio é dividido em três eixos (prática ambulatorial em fitoterapia, prática em farmacotécnica aplicada à fitoterapia e cultivo e beneficiamento de plantas medicinais) e deve ser cursado de acordo com a graduação do profissional.

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A especialização tem início em setembro e dura 15 meses, com carga horária total de 460 horas. As aulas serão ministradas no Centro de Ciências da Saúde da UFRJ e no Jardim Botânico, às sextas, sábados e domingos, uma vez por mês.

As inscrições podem ser feitas pela internet, através do site do curso. A documentação exigida deverá ser enviada para o e-mail [email protected] Podem se inscrever candidatos com diploma de graduação ou que comprovem que podem concluir o ensino superior até 30 de novembro de 2023, desde que a formação faça parte do público alvo da especialização.

O processo seletivo consiste na avaliação do currículo do candidato, para análise da pertinência da sua formação e experiência profissional na área. Eventualmente, haverá entrevista para averiguar a motivação do candidato para realizar a pós-gradução.

Para mais informações, acesso ao edital e inscrições, acesse a página do curso.

Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos

Em 2006, foi criada a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos (PNPMF), através do o Decreto nº 5.813, com o objetivo geral de “garantir à população brasileira o acesso seguro e o uso racional de plantas medicinais e fitoterápicos, promovendo o uso sustentável da biodiversidade, o desenvolvimento da cadeia produtiva e da indústria nacional”.

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Dois anos depois, em 2008, foi criado o Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, pela Portaria Interministerial nº 2.960/2008, detalhando as diretrizes da política pública.

A PNPMF se propõe a inserir plantas medicinais, fitoterápicos e serviços de fitoterapia no Sistema Único de Saúde (SUS), com segurança, eficácia e qualidade. A especialização visa suprir a ausência de disciplinas curriculares direcionadas especificamente à formação universitária para atuação nestas áreas, o que, segundo o programa de pós-graduação, limita a inserção destas atividades no SUS.

*Estagiária sob supervisão de Mario Toledo

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Educação

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Educação

MEC libera hoje pagamento do Bolsa ProUni

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Nesta sexta-feira (12), o Bolsa Permanência do Programa Universidade para Todos (Prouni), no valor de R$ 400, estará disponível na conta dos estudantes. Segundo o Ministério da Educação, no total serão repassados mais de R$ 3,6 milhões para 9.220 estudantes do programa.

O valor pode ser utilizado em despesas com material didático, livros, transporte ou alimentação. Segundo o MEC, o auxílio financeiro é concedido para que os bolsistas do Prouni consigam se manter estudando “sem sacrificar o orçamento familiar”. Tem direito a Bolsa Permanência, o estudante que tem bolsa integral pelo Prouni, que faz curso de graduação com seis ou mais semestres de duração, presencial e com carga diária superior a seis horas de aula.

“O Programa Bolsa Permanência Prouni tem por objetivo diminuir as desigualdades sociais, étnico-raciais e contribuir para permanência e diplomação dos estudantes de graduação em situação de vulnerabilidade socioeconômica, em especial os indígenas e quilombolas, matriculados em cursos presenciais ofertados por instituições e institutos federais de ensino superior”, explicou o ministério, em nota.

Para receber o auxílio o estudante precisa atender a vários critérios simultaneamente:

– ter renda familiar per capita não superior a um 1,5 salário-mínimo;

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– estar matriculado em cursos de graduação com carga horária média superior ou igual a cinco horas diárias;

– não ultrapassar dois semestres do tempo regulamentar do curso de graduação em que estiver matriculado para se diplomar;

– ter assinado termo de compromisso;

– ter seu cadastro devidamente aprovado e mensalmente homologado pela instituição federal de ensino superior no âmbito do sistema de informação do programa. 

Como funciona? 

A partir dos critérios atendidos, a instituição federal de ensino superior (IFES) do estudante deve assinar um termo de adesão ao bolsa permanência, disponível no sistema de gestão do Programa, ficando obrigada a designar um pró-reitor, ou cargo equivalente, para realizar a operacionalização do programa no âmbito da instituição

Em seguida, a instituição deve divulgar sua adesão ao Programa Bolsa Permanência e mobilizar os alunos interessados. Os estudantes devem preencher seus respectivos cadastros com informações sobre perfil socioeconômico e acadêmico.

Mensalmente, a relação dos alunos beneficiários será encaminhada pela IFES ao Ministério da Educação, que homologará os nomes e os repassará para o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação – FNDE que irá providenciar os pagamentos, diretamente aos estudantes beneficiários.

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Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Educação

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