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“A que ponto chegamos no Brasil?”, disse Bolsonaro sobre gravação de Kajuru

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Presidente da República, Jair Bolsonaro
O Antagonista

Presidente da República, Jair Bolsonaro

Nesta segunda-feira (12), o presidente Jair Bolsonaro se manifestou sobre a divulgação da gravação de sua conversa com o senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO), na qual eles falam sobre a CPI da Covid . Mesmo revoltado com liberação da conversa, presidente diz que falou outras coisas durante diálogo e pede para que outros trechos da conversa sejam publicados. As informações foram apuradas pelo Metrópoles.

Eu fui gravado numa conversa telefônica, tá certo? A que ponto chegamos no Brasil aqui? ”, disse Bolsonaro , ao falar com apoiadores na saída do Palácio da Alvorada.

Um de seus apoiadores disse se tratar de um caso de vazamento, mas Bolsonaro respondeu: “Não é vazar, é te gravar. A gravação é só com autorização judicial. Agora, gravar o presidente e divulgar… E outra: só para controle, falei mais coisa naquela conversa lá. Pode divulgar tudo da minha parte, tá?”.

Ao ser questionado,  o senador disse avisou ao Bolsonaro que conversa seria divulgada 20 minutos antes de sua publicação e conta que o presidente tentou impedir. De acordo com Kajuru, o presidente falou em seguida: “Tudo bem, tudo que falei está falado”.

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No domingo (11), com a conversa divulgada pelas redes sociais do senador Kajuru, Bolsonaro aparece defendendo a ideia de que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) seja ampliada para prefeitos e governadores e que eles também sejam investigados.

Comissão deverá avaliar as ações do governo Bolsonaro durante a pandemia do novo coronavírus . Divididos, os senadores estavam adiando decisão de instauração da comissão. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barreto que solicitou que situação fosse investigada e será analisada na quarta-feira (14).

Também nesta segunda (12), Bolsonaro voltou a diferir críticas as medidas de isolamento social, impostas por governadores e prefeitos com o objetivo de diminuir a proliferação da Covid-19 no país . Presidente os chamou de “protótipos de ditadores”.

“Tem que restabelecer o direito de ir e vir no Brasil, né?”, assinalou. “Problema aqui é mais sério do que se possa imaginar, tá, pessoal? Nós estamos vendo alguns de protótipos de ditadores por aí fazendo barbaridades em seus estados.”

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O presidente disse aos seus apoiadores que com o fechamento do comércio, mostra que o socialismo está “cada vez mais perto de vocês”

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Bolsonaro vai “contar sempre com o Centrão”, diz senador Fernando Bezerra

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Senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE)
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Senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE)

O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) disse em entrevista ao programa Roda Viva nesta segunda-feira (10) que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sempre vai poder contar com o Centrão . O bloco é mais conhecido por se posicionar mais de acordo com o oferecimento de cargos no governo do que com afinidades políticas.

“[Bolsonaro] vai contar sempre com o Centrão. A política é isso, é a arte do diálogo”, disse Fernando Bezerra. “O Kassab está fazendo um jogo interessante, que é fortalecer a legenda. Os partidos devem continuar com o Bolsonaro”, completou.

Bolsonaro se aproximou do Centrão ao apoiar a candidatura de Arthur Lira (Progressistas-AL) para a presidência da Câmara e nos últimos meses passou a entregar cargos ao bloco para conseguir fazer avançar suas agendas no Congresso.

Tal prática era uma das principais bandeiras de Bolsonaro em sua campanha à presidência em 2018, quando ele dizia que não “toma lá, da cá” no governo.

Questionado sobre o cenário para as eleições de 2022, o líder do governo no Senado disse que a polarização vai favorecer a reeleição de Bolsonaro. “Essas eleições de 2022, se continuarem no cenário que estamos vendo, dessa polarização entre o ex-presidente Lula e o presidente Bolsonaro, vai facilitar a reeleição do presidente Bolsonaro”, afirmou Fernando Bezerra.

O parlamentar fez comparação com o que ocorreu nas eleições de 2020 em Pernambuco, onde João Campos foi eleito pelo PSB, vencendo a deputada federal Marília Arraes (PT).

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