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A luta antirracista narrada em 5 livros de autores negros

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As recentes manifestações  contra o racismo, principalmente nos Estados Unidos e Brasil, nos convidam a refletir sobre essa questão e a apoiar o movimento antirracista . E algumas das principais formas de fazer isso é estudando e, sobretudo, prestigiando o trabalho de artistas negros. 

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Por isso, o iG Gente reuniu alguns livros que abordam a questão do racismo e, o mais importante: que foram escritos por negros e contam a história de negros.

1. “Úrsula”, de Maria Firmina dos Reis

Livro de Marina Firmina dos Reis
Reprodução/EditoraTaverna

Livro de Marina Firmina dos Reis


O livro é considerado o primeiro romance publicado por uma mulher no Brasil. De 1859, é também o primeiro romance abolicionista da literatura brasileira e o primeiro romance da literatura afro-brasileira. Maranhense, Maria Firmina dos Reis escreveu sobre a história de amor impossível entre Úrsula e Tancredo, denunciando injustiças sociais da época – que ainda são bastante atuais.

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2. “Pequeno manual antirracista”, de Djamila Ribeiro

Livro de Djamila Ribeiro
Reprodução/Companhia das Letras

Livro de Djamila Ribeiro


Muito mais jovem e didático que “Úrsula”, o livro de Djamila Ribeiro reúne várias dicas para combater o racismo – elas são preciosas, sobretudo, para pessoas brancas. “No Brasil, há a ideia de que a escravidão aqui foi mais branda do que em outros lugares, o que nos impede de entender como o sistema escravocrata ainda impacta a forma como a sociedade se organiza”, diz em um dos capítulos. 

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3. “Bucala: A pequena princesa do quilombo do cabula”, de Davi Nunes

Livro de Davi Nunes com ilustrações de Daniel Santana
Reprodução/UNEB

Livro de Davi Nunes com ilustrações de Daniel Santana


Para que a mensagem antirracista chegue também às crianças , várias obras infantis valorizam a cultura negra. Escrita por Davi Nunes, a obra resgata a história de um quilombo de Salvador, o Cabula, através da figura de uma princesa. Com o cabelo crespo em formato de coroa de rainha, ela possui poderes que protegem o quilombo dos escravocratas e capitães do mato.

4. “Na Minha Pele”, de Lázaro Ramos

Reprodução/Instagram/Acervo Literário

“Na Minha Pele” mostra a trajetória de Lázaro Ramos na arte e como lutar contra o preconceito


Já bastante conhecido por atuar em várias novelas e filmes, Lázaro já escreveu alguns livros. Um deles é “Na Minha Pele”, de 2017. Mesmo não sendo propriamente uma autobiografia, o autor narra as memórias de sua vida, propondo muitas reflexões. Ele chega a citar, inclusive, sua esposa, a atriz Taís Araújo , que também é negra e que já passou por cituações parecidas com as suas por causa do racismo.

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5. “Quando me descobri negra”, de Bianca Santana

Bianca Santana
Reprodução/SESI-SP

Bianca Santana


A escritora e professora Bianca Santana reúne uma série de relatos sobre experiências pessoais e ouvidas de outras mulheres e homens negros. “Tenho 30 anos, mas sou negra há dez. Antes, era morena .” começa o livro, que denuncia o racismo velado e narra um processo de descoberta que pode ser doloroso, mas que também é libertador. 

Fonte: IG GENTE

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Giulia Be lança clipe de sua música “Recaída”; confira

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Giulia Be
Reprodução/Instagram/@giuliabe

Giulia Be


Giulia Be, que é cantora, compositora e instrumentista , tem apenas 20 anos de idade, mas já está trilhando uma carreira brilhante. Nesta quarta-feira (8), ela lançou o clipe de seu single “Recaída”, que abre o seu EP de estreia “solta”.

O vídeo, dirigido por Fernando Moraes, tem participação do DJ e cantor Pedro Sampaio. Ele foi produzido e gravado na casa da própria artista, que mora no Rio de Janeiro, para contornar as restrições que pandemia do novo coronavírus trouxe.

“Dizem que a necessidade é a mãe da invenção, e pode ter certeza que fomos muito criativos na execução. O objetivo era fazer um vídeo, gravado dentro do meu box, parecer um clipe com acabamento incrível. Fiquei muito feliz com o resultado!”, diz Giulia à Folha.

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O EP “solta” é composto por seis faixas, entre elas os hits de sucesso “menina solta” e “(não) era amor”. Nas plataformas digitais, Giulia já ultrapassou mais de 232 milhões de audições e 143 milhões de visualizações em seus clipes. Ela tem 4,4 milhões de seguidores no Spotify.

Fonte: IG GENTE

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