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6 dicas para se tornar um tatuador de sucesso

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6 dicas para se tornar um tatuador de sucesso
Redação EdiCase

6 dicas para se tornar um tatuador de sucesso

Por Luana Farias 

Quebrando barreiras e tabus, o mercado de tatuagem tem crescido exponencialmente nos últimos anos, e o costume praticado há milênios transformou-se ao longo de todo esse tempo, sendo cada vez mais raro encontrar alguém que não tenha pelo menos um desenho no corpo, por menor que seja. 

O segmento que se mostrou muito lucrativo ganhou um novo olhar por parte dos empreendedores. De acordo com uma pesquisa divulgada pela IBIS World, a indústria global de tatuagem cresceu 23.2% em 2021, momento em que todos os setores estavam em queda no Brasil.   

Os números são confirmados pelo tatuador adepto ao minirrealismo e sócio do Unna Studio, Renato Ostrowski. “Realizamos em média 700 tatuagens por ano e, desde a criação do estúdio em 2019, já aumentamos nosso faturamento em mais de 100%. Notamos uma mudança no perfil dos nossos clientes que querem cada vez mais um desenho exclusivo, pensado com carinho e cheio de referências e significados” explica.

Profissionalismo é fundamental 

O tatuador ainda atribui o sucesso a proposta diferenciada que o estúdio oferece aos seus clientes desde o início. “As pessoas que nos procuram estão dispostas a pagar mais para ter acesso à um serviço excepcional: do atendimento, à estrutura, bem como à qualidade dos profissionais: todos os artistas do estúdio sempre foram pessoas acima da média, que possuíam e possuem identidades específicas e uma proposta artística muito forte”, diz Renato Ostrowski. 

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O profissional afirma que hoje a tatuagem é vista como um bom negócio , mas para isso é necessário um olhar mais profissional. “Observamos na época que os estúdios ainda eram amadores, não se atentam às normas vigentes, um bom espaço e, até mesmo, as estratégias de marketing digital, então fizemos o contrário […] “, complementa.

Considerando isso, Renato Ostrowski elenca 5 dicas para ajudar os profissionais que desejam seguir no ramo da tatuagem. Confira! 

1. Foque na experiência do cliente  

Não basta uma tatuagem bonita, invista em uma boa experiência para o cliente. Esse relacionamento se estende em todos os campos, seja online ou física. “Muitos tatuadores oferecem uma comunicação ineficiente, truncada e lenta. É preciso facilitar esse processo, levar segurança e conforto para seu cliente e, claro, ir além do comercial”, explica Renato Ostrowski.

2. Invista na presença digital

Hoje em dia seu portfólio deve estar nas redes, como Instagram , TikTok e Whatsapp . A produção de conteúdo nessas redes manterá você e seu negócio sempre em evidência. Por isso, as use em seu favor. Além de divulgar seu negócio de tatuagem, você poderá se aproximar do seu cliente.

3. Tenha uma equipe qualificada 

Tenha uma equipe pronta para entregar o melhor em qualquer projeto, desde o mais simples até o mais complexo. Além disso, Renato conta que deve ter transparência na relação, nas ações e nos resultados financeiros. “Um bom clima organizacional faz diferença, principalmente em um estúdio de tatuagem, onde deve ser um ambiente mais descontraído”, diz o tatuador.

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4. Personalize o espaço 

O espaço precisa ter personalidade e conforto. Todos precisam se sentir bem no ambiente que ficarão por umas boas horas. Invista na criatividade também, um local bem iluminado, música adequada e uma decoração refinada, além de chamar atenção de forma positiva, te colocarão em outro patamar.  

5. Siga as normas vigentes

É importante que você siga as normas vigentes. Ou seja, será preciso cadastrar o estúdio de tatuagem na Receita Federal, obtendo, assim, um CNPJ. Além disso, é necessário que você adeque o espaço de trabalho às normas de higiene determinadas pela Anvisa. Certifique-se que seu estúdio está seguindo todas as regulamentações para proteger a sua e a saúde dos clientes.

6. Mantenha-se atualizado 

Por fim, Renato Ostrowski reforça que o segredo é se manter atualizado e debruçar para entender o que seu público-alvo busca. Afinal, a tendência é que o mercado continue crescendo e, com isso, surgirão novos estúdios, outros profissionais e você precisará se destacar da concorrência. “Ofereça mais que uma sessão de tatuagem, ofereça experiências diferentes e um trabalho de qualidade”, conclui o profissional.

Fonte: IG ECONOMIA

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Justiça do Rio reconhece vínculo empregatício entre entregador e iFood

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Entregador disse que realizou serviços de forma subordinada
Roberto Parizotti/Fotos Públicas

Entregador disse que realizou serviços de forma subordinada

A Justiça do Trabalho reconheceu o vínculo empregatício de um entregador da Baixada Fluminense com a empresa Ifood. No entendimento do juiz do Trabalho Paulo Guilherme Santos Périssé, titular da 2ª Vara do Trabalho de São João de Meriti, foi configurada a existência dos critérios que ensejam o vínculo, que são: subordinação, pessoalidade, onerosidade e não eventualidade.

Segundo o magistrado, a empresa criou obrigações no âmbito da liberdade contratual e conferiu contornos próprios ao contrato de trabalho pactuado com o autor.

O motociclista pleiteou o reconhecimento do vínculo empregatício com a empresa Ifood, alegando que prestou os serviços de forma subordinada. Além disso, alegou que estava submetido a controles contínuos e rígidos por parte da empresa.

Em sua defesa, o iFood argumentou que o entregador não prestou serviços a ela, atuando de forma autônoma como “parceiro de entrega”. Disse estarem ausentes os requisitos que caracterizam o vínculo de emprego. Ainda cabe recurso.

Dados do usuário

O magistrado disse, em sua sentença, que a relação trabalhista em questão partiu da existência de um novo modelo de negócios, no qual a empresa utiliza a tecnologia para, além de produzir bens e serviços, extrair dados dos usuários.

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“O contrato de trabalho nos moldes ajustados pela reclamada contém obrigações que estão muito além do escopo tradicional da relação jurídico laboral, cominando não apenas a prestação de serviços como a extração de dados”, frisou ele.

Além disso, o juiz não acolheu a argumentação da empresa de que ela apenas intermediava a relação entre o usuário e os entregadores.

“Vale ressaltar que a mera intermediação de mão de obra, fora das hipóteses admitidas em lei, é prática refutada pela jurisprudência”.

A subordinação foi caracterizada pelo “controle por meio do aplicativo e das obrigações impostas ao autor, como através da fixação do valor percebido por entrega (…), as rotas e o seu rastreio”.

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De acordo com o magistrado, a prestação de serviços não se dava de forma gratuita; a pessoalidade, já que o cadastro do entregador na plataforma era requisito indispensável para o início do vínculo entre as partes; e a não eventualidade da prestação de serviços, devido à natureza da atividade econômica desenvolvida pela empresa.

O iFood não comentou a decisão.

Fonte: IG ECONOMIA

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